Política
PP realiza Encontro Regional no Centro de Eventos do Pantanal
Nesta sexta feira (22), o Partido Progressista (PP) realiza um grande Encontro Regional da sigla, já pensando e visando às eleições municipais de 2016 em todo o estado Mato Grosso. Tendo o atual Ministro da Agricultura, senador licenciado Blairo Maggi (PP), como principal grande estrela do encontro estadual do partido, os progressistas vão se reunir no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, para definir estratégias para a campanha eleitoral de outubro.
Nesta Eleição de 2016, visando também as Eleições de 2018, e ao lado do presidente Regional do Partido Progressista em Mato Grosso, deputado federal Ezequiel Fonseca, o Ministro Blairo Maggi vai ser nesta eleição o grande diferencial para alavancar o maior número possíveis de candidatos para as eleições municipais deste ano.
Segundo o presidente do Partido Progressista o deputado federal Ezequiel Fonseca, este encontro em Cuiabá vai ser a última etapa da preparação dos membros do partido para as eleições de outubro. O tema do Encontro Regional será “Progressistas Capacitados”, esse encontro segundo o presidente regional tem como sua grande finalidade preparar os seus pré-candidatos a vereadores e a prefeitos do partido em estado o estado.
Ezequiel Fonseca disse que o Partido Progressista já realizou 12 reuniões com seus pré-candidatos com palestras motivacionais, marketing eleitoral, legislação eleitoral, prestação de contas entre outros assuntos relacionados à nova legislação eleitoral.
Esta será a 13ª e última etapa da reunião afirmou o presidente Ezequiel, “vamos contar com a presença do ministro da Agricultura Blairo Maggi, da deputada federal e presidente do Partido Progressista Mulher, Conceição Sampaio, do estado do Amazonas e estamos na confirmação da possível vinda da senadora Ana Amélia, do Rio Grande do Sul”.
O presidente Regional Ezequiel Fonseca disse também que “a campanha eleitoral deste ano o parido pretende lançar aproximadamente 100 pré-candidatos a vereador e 53 pré-candidatos que têm a intenção de brigar por várias prefeituras de Mato Grosso. O partido tem a expectativa de eleger, no mínimo, cinco prefeitos de cidades de porte médio como Sinop, Campo Verde, Vera, Salto do Céu e Nobres”.
O deputado federal afirmou bastante animado que o partido se fortaleceu com a filiação do ministro Blairo Maggi na sigla, ato que ocorreu no mês de abril deste ano, no último dia da janela partidária. É possível também que os progressistas da capital mato-grossense batam o martelo final e apoiem a candidatura do atual prefeito da cidade, Mauro Mendes (PSB).
Nesta sexta feira no Encontro Regional do partido no Centro de Eventos do Pantanal, outra estrela que vai estar se filiando no PP será a esposa do senador licenciado e ministro da Agricultura Blairo Maggi, Terezinha Maggi.
Política
Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual
Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.
A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.
O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.
Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.
Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.
A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.
A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.
No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.
Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.
No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.
A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.
Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.
A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.
No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.
Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.
A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.
Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.
-
Artigos6 dias atrásSem grupos políticos
-
Artigos6 dias atrásDIA MUNICIPAL DO PLANTIO DE ÁRVORES EM CUIABÁ
-
Política6 dias atrásO que agentes públicos não podem fazer durante a campanha eleitoral?
-
Artigos5 dias atrásRequer tempo
-
Artigos5 dias atrásNinguém mais quer trabalhar
-
Artigos3 dias atrásAutoliderança: o que você faz quando ninguém cobra
-
ESPORTES5 dias atrásFábio brilha nos pênaltis, e Fluminense supera o Rivadavia
-
Política4 dias atrásJustiça Eleitoral mantém, por ora, candidatura de Pivetta e preserva acesso a recursos de campanha




Você precisa estar logado para postar um comentário Login