PESQUISA MEXE NO TABULEIRO
Quaest deve mexer com classe política; apenas em 2002 se aproximou 2° turno em MT
Segundouuu! Hoje caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, nós, juntamente com os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, vamos estar servindo um banquete, muito conhecido entre os senhores: “pau que bate em Francisco ‘CEPEA’ Chico também”, esse ditado muito antigo, remetendo que, se você faz ou fala alguma coisa, pode se voltar contra você ou vice-versa.
Alguns frequentadores do Boteco da Alameda, estavam perguntando do “Guri Refestelado da Guarita“, porque andava sumido se havia acontecido algo com ele, e sentimos muito em dizer que sim aconteceu…ele estava desiludido, e pegou sua Monark Barra Forte e foi brincar com os amiguinhos, lá para o lado do 0 km, ele só não contava que “Ramona“, a pequenina dele o seguiu até lá… daí pra lá… a bicicleta escapou a corrente e o tombo foi feio, logo ele que vivia falando do “Urso sem prumo” e do “Pé de Latinha”…
Segue o fluxo!
Pega a visão: o que você precisa saber para começar a sua segunda-feira bem informado? Bom…, o “Homem de Ferro“, deu uma declaração que abalou as estruturas na minha “QUERIDA”, “LINDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, partindo para o confronto com o “Capitão Jaymão” e Zé Pedro Taques; e o “Capitão Jaymão” que parece estar com uma britadeira na mão para fazer o “pau cair da folha”, dizendo que muitas coisas vão mudar nos próximos dias; já a melancia está no ponto de colheita, pelo jeito não encontrou ninguém que vai apoia-lo de forma definitiva em seus projetos.
Eitaaa lasqueiraaa! E viva toda essa gente que a gente vê tão sorridente em épocas eleitorais, como se fosse gente da gente ou igual a gente.

Agora que que é esse?
Em Vadjú, o dia a dia nunca é sem graça e sempre tem alguma história curiosas, seja nas ruas, no calor ou nas situações inusitadas.
Senão vejamos e acompanhamos: outubro de 2025, a Prefeita da Terra de Couto Magalhães, Flávia Moretti (PL), denunciou Silvio Fidelis, por suspeita de sobre preço de R$ 6, 2 milhões em contratos da Educação na gestão do ex-prefeito Khalil Baracat (MDB).
No dia 19 de dezembro 2025, ela o designou para a Secretaria de Governo. Ele seria necessário para realizar “articulações” com a Câmara Municipal de Várzea Grande.
Fidelis assumiria a Secretaria de Saúde de Vadjú, tornaria “supersecretário”. No mesmo dia em que foi afastado, ele assumiria a segunda secretaria. Foi afastado do cargo dia 14 de agosto.
Alô, alô, Vadjú…
Segue o fluxo!
Barrado no baile
O candidato pelo Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, quase foi as lágrimas por não ter sido convidado para a primeira agenda oficial da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no Estado.
A ausência de Wellton evidência a divisão interna da sigla em Mato Grosso. De um lado está a ala mais alinhada ao bolsonarismo, do outro a estrutura tradicional do partido, ligada ao presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, do qual Wellton é um dos principais representantes na Terra de Rondon.

A agenda foi organizada pelo empresário Odílio Balbinotti Filho (PL), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso.
Balbinotti trouxe o senador Rogério Marinho (PL/RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro.
O Boteco da Alameda apurou que o encontro superou a expectativa, conseguiu arrancar dois pés de soja, com uma só mãozada. Um dos pés foi correr o chapéu para levantar fundos para a campanha de Flávio Bolsonaro, o que foi coroado com êxito, como das vezes anteriores para o papai ora presidiário; outro foi a fritura em si, porque bolsonarismo raiz não engole “melancia”, o que resultou no total isolamento do candidato ao Palácio Paiaguás, pelo PL, Wellton que além de figura central da campanha de Flávio é colega do mesmo.
Enfim…, Marinho voltou para Brasília, de onde veio, com certeza de polpudos PIX, tudo devidamente declarado a Justiça Eleitoral, como manda a regra de quem joga dentro das quatro linhas.
Para o Boteco da Alameda, a decolagem de Marinho também significa a pá de terra do bolsonarismo raiz na candidatura de Wellton Fagundes ao Palácio Paiaguás, pois ele desafiou a lógica direitista de seu partido para forçar com o MDB.

O Boteco vai falar
Maior barulho, alvoroço, na publicação da pesquisa de intenções de voto para o Palácio Paiaguás e a Casa Alta, realizada pelo Instituto MT Dados, na última sexta-feira.
Reviravolta no cenário eleitoral? Surpreendido? Não, tudo nos conformes. Já tinha sido publicado pelo Blog do Valdemir. Então o que estamos esperando?
A primeira pesquisa Quaest para o Palácio Paiaguás e Casa Alta, que será divulgada amanhã, 25, pela TV Centro América (afiliada da Rede Globo).
O registro da pesquisa ocorreu dia 19 de agosto e as pesquisas foram a campo sexta-feira (21). Foram ouvidas 804 entrevistas presenciais, pessoais e domiciliares.
O Boteco da Alameda informa: a primeira pesquisa Quaest na minha “QUERIDA”, “MARAVILHOSA” e “LINDA” Terra de Rondon, gera expectativa na classe política.
Desenhando Déjà vu
Por favor se liga: apenas em 2002 se aproximou do segundo turno em Mato Grosso. Na ocasião as pesquisas apontavam um segundo turno entre Blairo Maggi e Antero Paes de Barros.
Como Déjà vu é rápido e invisível, o núcleo duro do Boteco da Alameda informaaa para os internautas do Blog do Valdemir: aguardando as pesquisas para mostrar essa reposição na mente.
Blairo Maggi virou na pesquisa publicada dia 7 de setembro 2002, se elegendo com 51,6% do eleitorado. Ou seja, 619.655 votos, Antero Paes de Barros ficou em segundo com 360.296 votos e Alexandre Cézar com 227.598 votos.
Segue o fluxo!
Política
Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual
Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.
A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.
O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.
Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.
Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.
A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.
A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.
No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.
Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.
No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.
A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.
Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.
A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.
No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.
Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.
A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.
Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.
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