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PRA CIMA DELES - AGORA É TUDO OU NADA

O tudo ou nada nesta eleição

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A campanha eleitoral deste ano é curtíssima. Não haverá tempo para construir candidaturas novas. O índice de reeleição será grande porque os candidatos que têm nome e base eleitoral estruturada vão levar grande vantagem sobre os demais.

Bom…, Essa é a previsão de marqueteiros, analistas e políticos.

Salve-se quem puder

Outra característica da campanha será a grosseria, marcada pelos golpes abaixo da linha de cintura, exercícios de desespero de quem precisa resolver sua disputa em curto espaço de tempo.

Bom…, Todos querem aplicar um nocaute no adversário.

Bateu, levou

De sorte que não teremos debates de ideias, propostas e também programas. Teremos mesmo é pancadaria numa eleição curta e grossa.

Criatividade

O ineditismo de uma campanha eleitoral sob uma pandemia exigirá adaptações de candidatos e eleitores, que vão protagonizar um pleito municipal marcado por muitas incertezas, além das já habituais.

Bom…, O cenário atípico pode ter impacto desde a fase de propagandas até os resultados.

Nesta curtíssima eleição, o atual prefeito cuiabano, o emedebista Emanuel Pinheiro, que busca a reeleição, vem sendo alvo de ataques por parte dos adversários, e decidiu revidar. Apesar de manter a linha mais propositiva no Horário Eleitoral, o marketing do candidato a reeleição a Prefeitura de Cuiabá da Coligação “A Mudança Merece Continuar, tem aproveitado as inserções diárias para “ir para cima” dos concorrentes.

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O vereador e candidato pela Coligação “Cuiabá para Pessoas, Abílio Jacques Brunini Moumer, o Abílio Junior (Pode) é o primeiro a ser mirado e atirado pelo prefeito Emanuel Pinheiro. No vídeo, são apresentados supostos gastos do parlamentar na Câmara Municipal de Cuiabá.

O ator principal no vídeo que é apresentado pela Coligação “A Mudança Merece Continuar, é narrado pelo vice-prefeito José Roberto Stopa do Partido Verde (PV).

Abílio jura que se for prefeito vai cortar gastos, mas é um vereador que gasta tudo que pode. Não economiza um centavo. Somando salário e verba indenizatória, ganha mais de R$ 34 mil por mês, só para ele”.

José Roberto Stopa ainda afirma na apresentação do vídeo, que o vereador e candidato a Prefeitura de Cuiabá, Abílio Junior recebe verba de gabinete, no valor de R$ 48 mil, que é utilizada no pagamento de 14 funcionários.

Gasta toda a verba de gabinete, de R$ 48 mil, com 14 funcionários, só para ele. Imagina Abílio na prefeitura. Cuiabá não pode cair nessa aventura”.

Após o partido Patriota, do candidato da Coligação “Todos por Cuiabá, Roberto França Auad, ter usando imagens de Emanuel Pinheiro guardando dinheiro no paletó, também acabou sendo alvo da mira de Emanuel Pinheiro, o prefeito revidou e em uma de suas inserções afirma que França é sinônimo de “atraso” e “velha política”.

Isso porque o apresentador de TV do Programa Resumo do Dia, Roberto França é conhecido por ter atrasado salários durante a sua gestão, sendo processado por isso.

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Em vídeo, o vice de Emanuel Pinheiro diz ainda:

Atraso de salários, coleta de lixo suspensa, Justiça determinando sequestro dos bens de França que já foi condenado duas vezes e perdeu os direitos políticos por improbidade administrativa e foi condenado a mais de 6 anos de prisão por causar prejuízos ao erário. Essa é a velha política, atraso de novo não”.

França explicou em outra oportunidade que os atrasos eram referentes a gestões passadas. Emanuel tentou tirar do ar propaganda de França onde ele usou imagens do gestor que responde a ação judicial por indícios corrupção. (Com GazetaDigital)

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Política

Investigação da Polícia Federal altera estratégias de campanha e fragiliza coesão de grupo político tradicional

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A deflagração da “Operação Heritage” pela Polícia Federal (PF) provocou abalos profundos na estrutura do grupo político liderado pelo ex-governador Mauro Mendes (UB) no cenário estadual. O desdobramento das investigações policiais gerou readequações imediatas nas estratégias eleitorais da base governista, resultando no esvaziamento progressivo das agendas públicas e dos materiais de propaganda de apoio à candidatura de Otaviano Pivetta, do partido Republicanos.

As apurações das autoridades federais debruçam-se sobre a lisura de acordos financeiros milionários envolvendo a empresa de telefonia Oi e fundos de investimento. Embora o processo legal assegure a presunção de inocência e exija ampla comprovação dos fatos pelas instâncias competentes, o impacto político imediato sobre a imagem e a coesão da aliança partidária revelou-se inevitável.

Diante do desgaste institucional provocada pela operação policial, figuras de destaque no cenário estadual alteraram sensivelmente o ritmo das agendas eleitorais de rua. O deputado federal Fábio Garcia, ao desvincular sua imagem da chapa majoritária principal, passou a realizar atos de campanha focados em palanque próprio, omitindo pedidos explícitos de voto para a candidatura ao Governo do Estado.

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A reconfiguração estratégica estendeu-se também à confecção dos materiais gráficos de divulgação parlamentar e de rua. Santinhos, adesivos e peças digitais associados a alianças anteriores sofreram reformulações, eliminando referências diretas ao nome de Otaviano Pivetta com o intuito de neutralizar potenciais danos de imagem junto ao eleitorado.

O movimento de distanciamento ganhou adesão de outras lideranças de expressiva influência política na região, a exemplo de Virginia Mendes. A realização de compromissos públicos sem o acompanhamento ou a menção ao candidato majoritário evidenciou a fragmentação interna da base de apoio institucional.

A postura adotada pelos aliados sinaliza uma mudança profunda nos bastidores da disputa, superando meras divergências pontuais de articulação. A retirada deliberada do apoio de fachada expõe a priorização do pragmatismo eleitoral em detrimento da manutenção de uma unidade partidária puramente formal. O esvaziamento das agendas conjuntas e a ausência do candidato nos materiais de divulgação redefinem o posicionamento estratégico dos grupos aliados.

Analistas políticos procurados pela equipe de reportagem do Blog do Valdemir, observam que as lideranças regionais já direcionam seus esforços para a preservação de seus respectivos nichos eleitorais e para o cenário pós-pleito.

A apuração conduzida pelos órgãos federais prossegue em âmbito judicial para determinar eventuais responsabilidades legais sobre o caso. No ambiente político, contudo, a reação ostensiva das bases aliadas antecipa desdobramentos operacionais graves para a viabilidade da candidatura governista.

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O silêncio coordenado e o afastamento sistemático das lideranças partidárias consolidam uma mensagem clara ao eleitorado estadual. A omissão contínua nos atos públicos de campanha transforma o distanciamento físico em um indicativo manifesto de enfraquecimento político do projeto eleitoral.

A redefinição das forças locais reorganiza o quadro de alianças e projeta incertezas sobre a composição das futuras bancadas e do Poder Executivo. As movimentações observadas nas ruas confirmam que o grupo governista ingressa na reta final do período eleitoral sob forte divisão interna e reavaliação de prioridades estratégicas.

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