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PRECISAMOS SABER O JOGO DA PACIÊNCIA

Wellton Fagundes, cadê você? Tabuleiro político fica ainda mais interessante

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Decorridos 10 meses do ano de 2025, o jogo no xadrez político na Terra de Rondon é de paciência e embaralha o xadrez governista.

Por trás das declarações públicas das lideranças do então partido do União Brasil (UB), uma engrenagem silenciosa passou a girar com mais força nos bastidores: Mauro Mendes está no jogo.

E não apenas no jogo da gestão, que já lidera com protagonismo, mas no jogo sucessório a Casa Alta em 2026, com aval explícito da sua Rainha (que disputará a Câmara Federal) e com gestos públicos que não deixam margem para dúvida.

Pega a visão: o tabuleiro em Mato Grosso tá ficando interessante. Em um jogo de xadrez, quem realmente decide o rumo das partidas não é o Rei, mas sim a Rainha.

No tabuleiro político de Mauro Mendes, as peças se movem conforme a vontade do Rei. E para entender as estratégias, basta observar as agendas.

Dia 6 de outubro, aconteceu mais uma reunião dos unistas, cercada de preocupações sobre o futuro do grupo.

Mas como bem dizia Tancredo Neves:

Primeiro, a gente decide; depois, faz a reunião“.

O verdadeiro “PODER” se manifesta nos bastidores, onde as pautas são moldadas e as estratégias definidas.

O que há de novo…

Mauro Mendes adotou uma linha indicativa daquilo que os bastidores já davam como certo: disputa de uma cadeira no Senado.

O cacique do União Brasil (UB), Mauro Mendes sabe que, ao entrar na jogada mudará o tabuleiro político eleitoral. O unista já pensou com muita calma. Mas deixa lá na frente. Hoje, o foco completo está em tocar a gestão.

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Se ligam nas frases, cuidadosamente ensaiadas do governador unista, desvia os holofotes para o presente, apesar de não confirmar, o futuro já está sendo desenhado.

E nele, Mauro Mendes é um nome que poderá buscar unir a máquina administrativa de seu vice, Otaviano Olavo Pivetta, que vem a ser do partido Republicanos, e o capital político dos parlamentares da linda e “MARAVILHOSA”, Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Uma declaração que…

Mereceu uma reflexão dos frequentadores do núcleo duro do Boteco da Alameda, foi a do Senador pelo Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes, ao lembrar que em 2022 recuou da candidatura ao Governo do Estado para apoiar o governador Mauro Mendes na reeleição. Agora é a sua vez e do seu partido, o PL, estarem no centro da disputa.

Wellton, tá de brincadeira né? Vamos lá: o Senador passou pouco mais de três décadas no Congresso Nacional. Na administração de Lula e Dilma Rousseff, comandou o DNIT em Mato Grosso.

Com Michel Temer, o senhor estava presente. Jair Bolsonaro apareceu, Wellton agora se declara “de direita desde criança”.

Tem mais: Wellton Fagundes começou a vida política com Jayme Campos; disputou a eleição contra Mauro Mendes em 2018. Em 2022, não houve recuo, o que aconteceu é que o seu mandato na Casa Alta encerrava e não tinha como disputar contra o fortíssimo Mauro Mendes outra vez.

Então disputou a reeleição ao Senado. A verdade é que o cavalo passou arriado. Por opção tática foi obrigado senão ficaria sem mandato, para com mi-mi-mis.

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O Boteco vai falar

Os internautas do Blog do Valdemir, conhece jogo de paciência? Quem faz política, precisa saber o jogo de paciência. Porque a política é um mundo que bate em outra sintonia. Não é o mundo dos normais ou dos comuns.

Na política, tem políticos e políticos. De índoles distintas, com jeitos diferentes de fazer e agir.

Tem políticos que tem ou mantêm aliados se vantagens são recebidas, ou mantidas. Está tudo bem, tudo junto e misturado, até que uma vantagem seja suspensa, cortada, ou não concedida.

Aí, tudo muda, o mundo vira de pernas pro ar! Basta que um parente ou cabo eleitoral seja exonerado, para que o aliado, amigo, irmão de ontem, vire traidor.

Tudo por causa de um cargo, uma vantagem. É assim, anjos viram demônios, ou abutres. Mas depois, dependendo da ocasião e das circunstâncias, e do interesse, os abutres viram amigos.

Prestem atenção: eles se movem como peças de xadrez, buscando alianças, costurando acordos e traçando estratégias para alcançar seus objetivos.

A conquista de cargos, prestígio e “PODER” é o combustível que os impulsiona. As intrigas permeiam esse universo. Nos corredores do Palácio Paiaguás e nos gabinetes da linda e MARAVILHOSA” Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), sussurros se espalham, alianças são rompidas e traições acontecem.

As negociações ocorrem sob a cortina de fumaça dos discursos inflamados e das promessas sedutoras. O jogo é sujo, e a ética muitas das vezes fica em segundo plano.

Segue o fluxo!

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Política

Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual

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Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.

A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.

O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.

Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.

Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.

A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.

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A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.

No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.

Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.

No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.

A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.

Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

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O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.

A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.

No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.

Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.

A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.

Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.

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