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BOTÃO PÂNICO

Nenel e Medeiros encararam o botão da desistência 2022, quem será o próximo?

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Semana movimentada no cenário político mato-grossense. Nesta terça-feira começou com festa no Palácio Alencastro e a tarde também foi de festa no Palácio Paiaguas. Bolos cortados, parabéns cantado, agora chegou a hora do alerta da desistência.

A luz amarela está ligada e, tem pré-candidato que pode anunciar a desistência a qualquer momento.

O recuo do prefeito cuiabano Nenel Pinheiro é compreensível! Afinal tomar decisões significa fazer escolhas implica uma renúncia. Mas a vida é assim Nenel e Medeiros, não dá para ter tudo. Todos precisam ter sabedoria de entender quando não dá mais e chegou a hora de jogar a toalha.

Nenel

O emedebista Nenel Pinheiro vem cobrando para que alguém assuma a candidatura ao Governo do Estado. Ele se esquece que por alguns segundos que, o momento político deveria ser dele e que ele mesmo se perdeu no caminho.

As condições que levaram a vitória em 2020, ainda estão presentes no povo da terra de Rondon. A rota para o candidato do menino da Rua Joaquim Murtinho, para se eleger ficou distante, embora isso não signifique que Mato Grosso possa eleger outra pessoa com o mesmo perfil do atual governador Mauro Mendes Ferreira do União Brasil (UB).

Pinheiro ficou na expectativa de anunciar sua pré-candidatura até a noite de sábado do dia 2, quando encerrou o prazo da Justiça Eleitoral para aqueles que precisava deixar suas funções atuais para disputar o pleito eleitoral de 2022. E a decisão teria sido exclusivamente individual. Segundo o cacique do MDB, Carlos Gomes Bezerra.

A verdade é que ninguém do MDB queria a candidatura de Pinheiro no pleito eleitoral, o motivo são vários, desde apoio político a reeleição, cargos no Governo do Estado e o maior deles, apoio financeiro para a eleição de 2022. Tô errado?

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Stopa chegou a dizer que tentaria convencer seu grupo político para desistir de lançar seu nome a candidato ao Governo do Estado. Stopa disse que “não tem desejo” de disputar cargo eleitoral neste ano.

Bom…, então…mais um apertou o botão da desistência.

A verdade é que Nenel Pinheiro continua abatido após a sua desistência e do Senador do Partido Liberal (PL), Wellton Antônio Fagundes em disputar o pleito eleitoral de 2022 para o Palácio Paiaguas.

Medeiros

Já o deputado federal do Partido Liberal (PL), José Antônio Medeiros quando estava no Podemos, anunciou que seria o candidato do presidente da República e segundo ele, seu amigo pessoal, Jair Messias Bolsonaro ao Senado Federal.

Em abril deste ano, o presidente Jair Messias Bolsonaro lançou a candidatura do deputado federal José Medeiros ao Senado. A fala do presidente aconteceu em um diálogo com apoiadores sobre a estratégia da direita para as eleições de 2022.

Um dos apoiadores pediu que a direita se unisse em torno de um só candidato para o Senado. Bolsonaro respondeu na época:

Mato Grosso eu já tenho um candidato lá. É um deputado federal. Mas é da Polícia Rodoviária Federal também. É o Medeiros, mas tem que ver se ele vai se candidatar também“.

Na última eleição para o Senado em Mato Grosso, Jair Bolsonaro declarou apoio à candidatura da tenente-coronel Rúbia Fernanda de Oliveira, na época era do Patriotas, mas não fez nenhum outro movimento durante a disputa.

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O cenário mudou e também mudou o posicionamento do principal interlocutor do presidente no Estado. Agora vai para reeleição e apoiará o Senador do Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes para o Senado.

E ele, bom…, ele também apertou o botão da desistência.

Desistir

Desistir não é sinônimo de fracasso. Significa que você avaliou a situação e chegou a conclusão de que é mais saudável deixar ir e seguir por outro caminho. É preciso ter humildade para aceitar o fim e que a hora de desistir chegou.

Quem será o próximo? Aposta aberta. Não quero aqui dizer o nome, mas a luz está amarela e quem acendeu foi um deputado federal.

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Política

Vício formal em assinaturas barra abertura de CPI contra União Transportes na Câmara de Várzea Grande

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O Poder Legislativo de Várzea Grande barrou temporariamente o início de uma devassa contábil e operacional no sistema de mobilidade urbana municipal ao indeferir o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa buscava instituir um comitê especial de fiscalização focado nas supostas irregularidades que permeiam a prestação de serviços essenciais à comunidade local. Com a decisão administrativa, a tramitação do inquérito político foi paralisada até o integral saneamento das exigências regimentais regulamentares.

A autoria do requerimento cabia originariamente ao vereador Caio Cordeiro, representante do partido Novo, que liderou a articulação junto aos seus pares para angariar o apoio político indispensável à sustentação do pleito. O parlamentar obteve a expressa anuência de outros nove integrantes do Parlamento local, unindo assinaturas de Adilsinho, Bruno Rios, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.

A apresentação do mencionado requerimento ocorreu no transcorrer da última semana jurídica, introduzindo uma intensa celeuma nos debates internos da Casa de Leis e alterando o ritmo habitual das deliberações parlamentares. A data do protocolo marcou o início da contagem dos prazos regimentais de avaliação, os quais impõem um rigoroso filtro prévio de admissibilidade a cargo da assessoria jurídica da Mesa Diretora.

Os atos formais de questionamento e o subsequente indeferimento transcorreram integralmente no âmbito da Câmara Municipal de Várzea Grande, instituição incumbida constitucionalmente de fiscalizar os contratos públicos firmados pelo Poder Executivo.

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O ambiente institucional do Parlamento Metropolitano tornou-se, por conseguinte, o palco de disputas técnicas acerca do cumprimento estrito das formalidades que validam os instrumentos de controle externo.

O bloqueio provisório da Comissão Parlamentar operou-se por intermédio de uma decisão eminentemente burocrática, motivada pela constatação de que o proponente utilizara cópias reprográficas em vez das vias físicas originais do documento de apoio. A Mesa Diretora fundamentou a rejeição na premissa de que a fragilidade material do suporte impresso desatendia aos parâmetros exigidos para a instauração de um procedimento de tamanha envergadura jurídica.

O escopo substancial da investigação proposta residia na apuração de supostas desconformidades graves na execução do contrato administrativo de concessão que rege o transporte coletivo municipal. Os parlamentares subscritores apontavam para falhas reiteradas no atendimento aos usuários, indícios de descumprimento de metas contratuais e deficiências na manutenção da frota rodoviária que atende diariamente à população várzea-grandense.

Os antecedentes contratuais que motivaram o requerimento remontam às vistorias e balanços realizados ao longo do período compreendido entre os anos anteriores. Diferentemente da Câmara Municipal de Cuiabá, que ostenta múltiplos blocos investigativos em pleno andamento, a Casa de Leis de Várzea Grande encerrou o último ciclo administrativo sem qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito ativa em sua estrutura interna.

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A principal justificativa para a intervenção impeditiva imediata baseou-se no risco iminente de vulnerabilidade jurídica, visto que a aceitação de cópias simples fragilizaria a higidez de toda a instrução processual subsequente. Um vício formal dessa magnitude abriria precedentes perigosos, permitindo que a empresa concessionária acionasse o Poder Judiciário para anular preventivamente os trabalhos da comissão, sob a alegação de cerceamento de defesa ou de ilegalidade na origem.

Em esclarecimento oficial emitido por sua assessoria de comunicação, a Câmara Municipal de Várzea Grande reiterou que a condução dos trabalhos legislativos deve pautar-se pela segurança jurídica absoluta. A nota institucional realçou que, segundo orientação técnica emitida pelos procuradores da Casa, a apresentação das assinaturas originais é condição indispensável para resguardar a soberania e a legitimidade inabalável das decisões tomadas pelo plenário.

O prosseguimento regular da fiscalização depende agora, exclusivamente, do cumprimento da exigência formal de reapresentação do requerimento contendo as assinaturas autógrafas e originais de todos os dez parlamentares envolvidos.

A Mesa Diretora assegurou que, uma vez sanada a falha técnica e restituída a autenticidade documental exigida pelo rito regimental, o expediente retomará seu curso natural de tramitação para deliberação final.

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