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1º DIA DE TRABALHO

Abertura dos trabalhos legislativos começa nesta terça-feira

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Seguindo a recomendação da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Cuiabá e as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), para evitar o contágio e propagação do novo Coronavírus, a Casa de Leis realiza na próxima terça-feira (02), às 9h, sessão solene para abertura dos trabalhos da 20ª Legislatura.

Este ano a solenidade será realizada, excepcionalmente, de forma híbrida, pois devido à Pandemia do novo Coronavírus os vereadores que fazem parte do grupo de risco poderão participar de forma remota e os demais deverão estar presentes no Plenário das Deliberações.

Conforme orientação da Comissão de Saúde da Casa, não será permitida a presença de público externo, apenas de servidores essenciais à realização do evento, de acordo com as medidas de biossegurança adotadas para evitar o contágio do Coronavírus. A sessão será transmitida pelas redes sociais da Câmara Municipal em tempo real.

Conforme a programação, inicialmente será realizada no Plenário das Deliberações um culto ecumênico. Na sequência, as autoridades dos poderes Legislativo e Executivo farão uso da palavra em mensagens à sociedade da capital mato-grossense. Logo após esses trâmites iniciais, será apresentada, pelos líderes partidários, a indicação dos nomes dos vereadores que irão compor as 15 Comissões Permanentes da Casa de Leis.

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Cada uma das comissões é composta, regimentalmente, por três titulares presidente, vice-presidente e membro, com três suplentes. A formação das comissões obedece, conforme o Regimento Interno, à proporcionalidade das cadeiras que os partidos ocupam no Plenário.

As comissões têm por objetivo analisar toda matéria que tramita pela Casa de Leis. Sua constituição visa focar temas e assuntos correlatos que abarcam o interesse da sociedade.

Juca do Guaraná Filho (MDB), presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, comentou que uma das prioridades da Mesa Diretora é dar atenção a cada vereador para que desde o início da legislatura possam exercer seu trabalho com tranquilidade.

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Política

Vício formal em assinaturas barra abertura de CPI contra União Transportes na Câmara de Várzea Grande

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O Poder Legislativo de Várzea Grande barrou temporariamente o início de uma devassa contábil e operacional no sistema de mobilidade urbana municipal ao indeferir o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa buscava instituir um comitê especial de fiscalização focado nas supostas irregularidades que permeiam a prestação de serviços essenciais à comunidade local. Com a decisão administrativa, a tramitação do inquérito político foi paralisada até o integral saneamento das exigências regimentais regulamentares.

A autoria do requerimento cabia originariamente ao vereador Caio Cordeiro, representante do partido Novo, que liderou a articulação junto aos seus pares para angariar o apoio político indispensável à sustentação do pleito. O parlamentar obteve a expressa anuência de outros nove integrantes do Parlamento local, unindo assinaturas de Adilsinho, Bruno Rios, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.

A apresentação do mencionado requerimento ocorreu no transcorrer da última semana jurídica, introduzindo uma intensa celeuma nos debates internos da Casa de Leis e alterando o ritmo habitual das deliberações parlamentares. A data do protocolo marcou o início da contagem dos prazos regimentais de avaliação, os quais impõem um rigoroso filtro prévio de admissibilidade a cargo da assessoria jurídica da Mesa Diretora.

Os atos formais de questionamento e o subsequente indeferimento transcorreram integralmente no âmbito da Câmara Municipal de Várzea Grande, instituição incumbida constitucionalmente de fiscalizar os contratos públicos firmados pelo Poder Executivo.

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O ambiente institucional do Parlamento Metropolitano tornou-se, por conseguinte, o palco de disputas técnicas acerca do cumprimento estrito das formalidades que validam os instrumentos de controle externo.

O bloqueio provisório da Comissão Parlamentar operou-se por intermédio de uma decisão eminentemente burocrática, motivada pela constatação de que o proponente utilizara cópias reprográficas em vez das vias físicas originais do documento de apoio. A Mesa Diretora fundamentou a rejeição na premissa de que a fragilidade material do suporte impresso desatendia aos parâmetros exigidos para a instauração de um procedimento de tamanha envergadura jurídica.

O escopo substancial da investigação proposta residia na apuração de supostas desconformidades graves na execução do contrato administrativo de concessão que rege o transporte coletivo municipal. Os parlamentares subscritores apontavam para falhas reiteradas no atendimento aos usuários, indícios de descumprimento de metas contratuais e deficiências na manutenção da frota rodoviária que atende diariamente à população várzea-grandense.

Os antecedentes contratuais que motivaram o requerimento remontam às vistorias e balanços realizados ao longo do período compreendido entre os anos anteriores. Diferentemente da Câmara Municipal de Cuiabá, que ostenta múltiplos blocos investigativos em pleno andamento, a Casa de Leis de Várzea Grande encerrou o último ciclo administrativo sem qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito ativa em sua estrutura interna.

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A principal justificativa para a intervenção impeditiva imediata baseou-se no risco iminente de vulnerabilidade jurídica, visto que a aceitação de cópias simples fragilizaria a higidez de toda a instrução processual subsequente. Um vício formal dessa magnitude abriria precedentes perigosos, permitindo que a empresa concessionária acionasse o Poder Judiciário para anular preventivamente os trabalhos da comissão, sob a alegação de cerceamento de defesa ou de ilegalidade na origem.

Em esclarecimento oficial emitido por sua assessoria de comunicação, a Câmara Municipal de Várzea Grande reiterou que a condução dos trabalhos legislativos deve pautar-se pela segurança jurídica absoluta. A nota institucional realçou que, segundo orientação técnica emitida pelos procuradores da Casa, a apresentação das assinaturas originais é condição indispensável para resguardar a soberania e a legitimidade inabalável das decisões tomadas pelo plenário.

O prosseguimento regular da fiscalização depende agora, exclusivamente, do cumprimento da exigência formal de reapresentação do requerimento contendo as assinaturas autógrafas e originais de todos os dez parlamentares envolvidos.

A Mesa Diretora assegurou que, uma vez sanada a falha técnica e restituída a autenticidade documental exigida pelo rito regimental, o expediente retomará seu curso natural de tramitação para deliberação final.

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