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COMBATE AO "CORONAVÍRUS"

Hospital Municipal de Leverger afirma que está devidamente equipado com “Kits” de combate ao “Coronavírus”

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A secretária de Saúde de Santo Antônio de Leverger, Fabrícia Oliveira reafirmou que o Hospital Municipal está devidamente equipada com kits compostos de máscaras, luvas, protetor facial, protetor de calçados, macacão e álcool 70%.

Fabrícia esclareceu que as embalagens de máscaras específicas para os profissionais da Saúde estão com os profissionais, como também em seus locais de trabalho, e que a Secretaria de Saúde adquiriu outros tipos de máscaras para fornecer aos pacientes que passarem pelas unidades, de acordo com as suas necessidades.

Erro na reportagem na televisão.

A embalagem mostrada na matéria da televisão, não é de Santo Antônio Leverger, houve um equívoco na reportagem, as máscaras das unidades de Saúde são de outros modelos“, ressaltou Fabrícia.

Estamos trabalhando para atender a população da melhor forma possível, o fornecimento das máscaras estão sendo desde as artesanais, feitas pelas servidoras do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), as de uso comum, e as específicas para os profissionais da Saúde“, explicou a secretária.

“A equipe de reportagem não procurou os responsáveis para falar sobre o assunto. os tipos de máscaras disponíveis no Hospital”.

Fabricia ainda falou das atuações da Prefeitura de Santo Antônio de Leverger através das Secretarias de Obras, Assistência Social e Saúde no combate a Pandemia do Coronavírus, que estão realizando ações que venha amenizar os transtornos causados pela quarentena.

Desde o princípio da pandemia, o prefeito Valdir Castro Filho tomou todas as medidas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), atuando em vários setores, com objetivo de proteger a vida da população“, disse.

Referente a disponibilidade dos Kits de enfrentamento no combate ao “Coronavírus“, a secretária de Saúde respondeu:

Tem documentos comprovando que os servidores receberam os Kits de saúde“.

Procedimentos com os pacientes.

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Lumara Araújo, enfermeira responsáveis pela a orientação e procedimentos de enfrentamento ao Coronavírus em Santo Antônio de Leverger disse que quando um paciente suspeito chega no local, o profissional cede imediatamente uma máscara ao paciente.

Não tem nenhum caso confirmado de paciente com “Coronavírus“, nem com casos suspeitos com síndrome respiratória aguda grave em Santo Antônio de Leverger“, afirmou Lumara.

A enfermeira relatou que as Unidades de Saúde estão disponibilizando um local específico, para colocar aqueles pacientes considerados suspeitos, que apresentem sintomas como tosse, coriza, cansaço e febre, onde ficarão em observação, serão avaliados, e dependendo do caso, se for considerado grave, será encaminhado para uma Unidade de Saúde Especializada, e se o caso for considerado leve, seguirá para cumprir um período de isolamento, em casa por 14 dias.

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Política

Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual

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Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.

A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.

O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.

Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.

Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.

A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.

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A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.

No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.

Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.

No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.

A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.

Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

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O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.

A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.

No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.

Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.

A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.

Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.

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