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POLITICA NÃO É PARA AMADORES

Balbinotti vê cavalo selado, vive o bonde da história e será jogado ao léu em 2026

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Segundou caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, e já se passou seis dos 100 dias do liberal Abilinho. Fica tranquilo citaremos o Prefeito de Cuiabá, só duas vezes hoje, a primeira já foi! Provavelmente nem um livro de 380 páginas, que pudessem ser escritos daqui a outubro de 2026, detalharia tudo o que está acontecendo nos bastidores da política cuiabana, em termos de negociações políticas partidárias.

Sabe aquela nuvem que estava aqui ontem? Pois é. Não está mais. Tá indo para o lado extremamente oposto. Sabe aquela coligação que ainda está alinhada, esmiuçada? Pois é, não existirá mais. Porque? Porque um dos líderes, que estava nela, vai sair fora e se aproximará de outro, com ideologias e projetos diferentes, quando não opostos.

Caros amigos internautas do Blog do Valdemir, lembra daqueles inimigos que há pouco tempo trocavam farpas e até ofensas publicamente? Esqueça. Com o andamento das conversações políticas, os inimigos de ontem podem se tornar os aliados de hoje e amanhã.

Não se sabe exatamente quem estará com quem e quem estará contra quem. Sabe-se que há candidatura postas ao Governo do Estado como as do vice-governador Otaviano Olavo Pivetta, Odílio Balbinotti, Jayme Campos ou Rosa Neide.

O que ainda não se sabe é quem estará no arco de alianças de quem; qual irá contra o outro ou até (numa hipótese que não pode ser totalmente descartada), todos ficarem do mesmo lado, na hora “H”. Esse “H” tem muita história pra contar.

Parece loucura, mas não é. Nesse momento em que o Boteco da Alameda analisa, o quadro de segunda-feira já é completamente diferente do que era neste domingo.

Coisas incríveis estão acontecendo. Odílio Balbinotti, por exemplo, um dos nomes mais cotados para disputar o Palácio Paiaguás, parecia até que o seu cavalo estava selado, porém ele caiu sem montar.

Segue o fluxo!

Política em MT não é para amador

No dia 13 de novembro de 2024, o empresário do Agronegócio, Odílio Balbinotti Filho, se posicionou pela primeira vez como candidato ao Palácio Paiaguás, dizendo que iria procurar o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) para buscar aval ao seu nome.

O empresário Odílio Balbinotti pretende disputar com o Senador do Partido Liberal (PL), cacique da sigla em Mato Grosso, Wellton Fagundes, para saber quem será o nome que representará a sigla na disputa eleitoral em 2026.

Hummmm…, apressadinho esse menino, vou fazer sua ficha”.

O presidente regional do Partido Liberal (PL), Ananias Filho, afirmou que fará pesquisa em março e novembro do corrente ano. Nos bastidores o comentário é que o empresário Odílio Balbinotti está tentando ditar as regras do jogo. Ele não aceita ser indicado como vice, muito menos disputar uma vaga na Casa Alta.

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É bom que Balbinotti analise as cartas do jogo. O vice-governador Otaviano Pivetta será o candidato do núcleo duro do Palácio Paiaguás e terá o total apoio do cacique do União Brasil (UB), o governador Mauro Mendes.

Pivetta está em um partido que é aliado do Partido Liberal (PL) e do União Brasil (UB).

Fica a pergunta: o Partido Liberal vai descredenciar o Pivetta?

Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, o empresário forte do Agronegócio, Balbinotti precisa enxergar que a sigla bolsonarista é que ganhou musculatura após o pleito eleitoral, conseguindo eleger prefeitos nas cinco maiores cidades na Terra de Rondon: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop e Primavera do Leste.

É importante ressaltar que é necessário apoio de outros partidos para garantir sucesso nas urnas.

Cá entre nós: quem está credenciado para a disputa a eleição em 2026 e será determinante vai ser a sigla.

Então, isso não dá o direito de lideranças da sigla ou pretenso candidato que filiado está a ser arrogante e prepotente.

Tem mais: o Partido Liberal está totalmente diferente de três meses atrás, a musculatura é mais robusta, mas isso também não pode criar um sentimento de prepotência.

Não podem se esquecer que liberal Wellton Fagundes é uma das maiores lideranças da sigla em Mato Grosso. A sua história data muito antes da filiação de Jair Bolsonaro no Partido Liberal (PL).

O que joga contra Wellton Fagundes é a resistência de uma ala do partido uma vez que já esteve ao lado de Dilma Rousseff (PT) e está do atual presidente Lula.

Balbinotti só ganhou destaque devido as doações milionárias que fez na campanha para o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022, e aos candidatos em 2024, e despejou R$ 1.262.500,00 em uma candidatura e em cinco diretórios municipais, de Cuiabá e Rondonópolis.

Bolsonarista confesso, Odílio Balbinotti Filho, conhecido como “rei das sementes”, é presidente do Grupo Atto, que engloba diversas empresas da família que atuam no agronegócio. Entre elas, está a Atto Agrícola, que tem a maior produção de sementes de soja do Brasil.

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Bom…, se falam que Otaviano Pivetta não tem carisma de Mauro Mendes, Jayme Campos e Blairo Maggi, entre outros, mas ele tem muita, mas muita influência política. O Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, Abilinho, já declarou que vai votar e pedir voto para Otaviano Pivetta em 2026.

Amado por todos

Já o Senador pelo União Brasil (UB), Jayme Campos, começou a ser “sondado” e “cortejado” por partidos da “esquerda”, e sua experiência política é inegável. Mas…, recentemente o Senador mato-grossense afirmou que não pretende deixar o União Brasil, enfatizando que está “bem prestigiado” internamente.

Então podemos afirmar que: a “esquerda” não ficará de fora da disputa eleitoral em 2026.

Senão vejamos e acompanhamos: Carlos Fávaro do PSD é dês descartado, nomes que são cotados: Jayme Campos ou Rosa Neide.

O Boteco vai falar

O empresário do Agronegócio, Odilio Balbinotti, queria ser o candidato ao governo na sigla do Partido Liberal (PL) de Valdemar Costa Neto, Jair Bolsonaro, Wellton Fagundes e do secretário de governo Ananias Filho. Foi então que viu que, eleitoralmente o tripé não tem jeito de quebrar e, desde então o financiador nas duas últimas eleições de candidatos vê que vem perdendo prestígio.

De cão de guarda, Balbinotti vem, paulatinamente, transformando em um siri de lata, fazendo barulho, porém sem avançar politicamente. Um rumo bem injusto.

Durante o tempo que estava “surfando”, não serviu bem aos propósitos do jogo político.

Quase como um novo “líder” dos bastidores, muitas das vitórias de candidatos nasceram do “e$forco” dele.

O empresário do Agronegócio, Odílio Balbinotti, se enxergou voando alto. Não estava errado, mas viu que o jogo na política em Mato Grosso não é para “AMADORES”.

Só prá registro: Otaviano Pivetta vem crescendo nos bastidores, pelo excesso de confiança de Balbinotti e, ao conquistar o apoio formal de Mauro Mendes e do Prefeito de Cuiabá, Abilinho.

Resumindo: Odílio Balbinotti vê o cavalo selado, vive o bonde da história e será jogado ao léu por “AMIGOS” ou melhor, pelo “FOGO AMIGO”.

Segue o fluxo!

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Política

Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual

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Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.

A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.

O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.

Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.

Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.

A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.

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A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.

No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.

Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.

No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.

A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.

Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

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O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.

A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.

No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.

Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.

A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.

Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.

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