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OUTRO CENÁRIO POLÍTICO JÁ ABERTO

Eleição de 2028 no radar; Max Russi entra no jogo

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Na Capital de todos os mato-grossenses, a nossa “QUERIDA”, “LINDA” e “QUENTE” Cuiabá, as movimentações mostram que o encerramento do primeiro turno das eleições gerais abriu imediatamente outro calendário político.

A sucessão municipal de 2028 já entrou nas conversas porque vereadores, deputados estaduais, federais e lideranças partidárias trabalham com alianças e atravessam diferentes eleições.

Apoios concedidos neste ano de 2026 tendem a ser cobrados quando os prefeitos e vereadores voltarem as urnas.

E, os resultados das eleições de 2026, indicou quem tem força política e viabilidade eleitoral para disputar a sucessão municipal de 2028.

E mandou um recado: quem teve um fraco desempenho nas urnas, esqueça de ser prefeituravel. Se quiser continuar na política, postule uma vaga na Câmara de Vereadores.

Caso você ajudou a reeleger o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta ao Governo do Estado de Mato Grosso, salta aos olhos que o caminho de prefeituravel fica com menos obstáculos se tiver o apoio da maior autoridade do Poder Executivo Estadual, o chefe do cobiçado Palácio Paiaguás.

Mas tem outro ponto. E esse diz respeito aos partidos políticos, ao comando do Legislativo Municipal de Cuiabá.

Veja abaixo, atento leitor do Blog do Valdemir, um exemplo:

Um determinado grupo tem dois candidatos à presidência de um Legislativo. O que tiver uma significativa votação assume o comando da Casa de Leis. Na política, o oxigênio é o voto.

O mesmo raciocínio do parágrafo acima serve também para o candidato ao comando da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o Edifício Governador Dante Martins de Oliveira.

Nota de rodapé: quem não chegou ao pódio (ALMT, Câmara dos Deputados, Casa Alta), passa a ser carta fora do baralho na sucessão municipal.

Segue o fluxo!

2028 no radar

Na Capital de todos os mato-grossenses, as movimentações mostram que o encerramento do primeiro turno das eleições gerais abriu imediatamente outro calendário político.

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A sucessão municipal de 2028 já entrou nas conversas, isso porque os porque vereadores, deputados estaduais, federais e lideranças partidárias trabalham com alianças e atravessam diferentes eleições.

O resultado da disputa da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cuiabá, mediu a força dos atuais líderes políticos, mostrou o grau de influência de Abilinho tá ruim. Já que o vereador Ilde Taques do Podemos irá comandar o Legislativo cuiabano.

Agora pega a visão: a participação do presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), o deputado estadual “CAMPEÃO” de votos, Max Joel Russi, comandante do partido Podemos em Mato Grosso, na eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, acrescentou um componente estadual a eleição municipal. Ilde Taques mantém proximidade política com o presidente da Casa de Leis, e atua frequentemente nos bastidores.

A eleição dele para comandar a Câmara Municipal de Cuiabá, colocou um aliado de Max Russi à frente da Câmara Municipal justamente no período que antecede as eleições municipais de 2028.

É aí que a disputa deixa de ser apenas administrativa. O presidente eleito Ilde Taques terá papel importante na relação entre Legislativo e Prefeitura de Cuiabá durante o Biênio 2027/2028 e estará em posição privilegiada na construção das alianças para 2028.

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Ao mesmo tempo, vereadores que apoiaram candidatos nas eleições deste ano esperam reciprocidade quando estiverem novamente diante das urnas.

Interesses cruzados

A articulação para que não houvesse outra chapa apoiada por Abilinho, envolveu interesses cruzados. Max Russi trabalhou pela vitória de Ilde Taques, também precisará manter boa relação com Samantha Íris, que deixará Câmara de Cuiabá para assumir uma cadeira na Casa de Leis em fevereiro de 2027.

Como deputado estadual Max Russi continuará dependendo da construção de maioria entre os 24 parlamentares para preservar seu próprio espaço no comando da Casa de Leis.

O Boteco vai falar

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) Max Russi, acrescentou uma nova variável no tabuleiro político ao indicar, nos últimos dias de campanha, que a eleição deste ano seria sua última disputa por uma cadeira na Casa de Leis.

A declaração alimentou especulações de que, em 2030, o presidente da Casa de Leis poderá buscar uma vaga majoritária ou mesmo entrar na disputa pelo Palácio Paiaguás.

Nesta terça-feira (6), mais do que escolher uma Mesa Diretora, a votação serviu como primeiro teste da correlação de forças da política cuiabana depois das urnas de domingo, indicou quem começará com vantagem no tabuleiro político na Terra de Pascoal Moreira Cabral.

Segue o fluxo!

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Política

Derrota de aliados de Blairo Maggi nas urnas expõe reveses políticos em Mato Grosso

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A influência política do ex-governador do Estado de Mato Grosso, empresário do Agronegócio e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)no governo Lula, Blairo Borges Maggi, enfrentou um revés significativo nas eleições de 2026. Reconhecido nacionalmente por sua trajetória empresarial no setor Agropecuário e frequentemente associado ao título de “Rei da Soja”, Maggi declarou apoio a três candidatos considerados estratégicos para a manutenção de seu grupo político no Estado.

O principal personagem desta movimentação política foi o próprio Blairo Maggi, que apostou publicamente nas candidaturas de Carlos Fávaro ao Senado Federal, Paulo Araújo para uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e Neri Geller para a Câmara dos Deputados. Os três nomes eram vistos como representantes de um campo político com forte interlocução junto ao Agronegócio mato-grossense.

A disputa ocorreu em Mato Grosso, Estado que ocupa posição de destaque na economia nacional em razão de sua expressiva produção agrícola. Tradicionalmente vinculado aos grandes debates do Agronegócio brasileiro, o território tornou-se palco de uma eleição que colocou em teste a capacidade de mobilização de importantes lideranças políticas e empresariais.

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O objetivo das candidaturas apoiadas por Maggi era ampliar ou preservar a representação política de seu grupo nos principais espaços de decisão do país. A estratégia buscava fortalecer a interlocução do setor produtivo rural tanto no Congresso Nacional quanto no Parlamento Estadual.

Entretanto, o resultado das urnas não correspondeu às expectativas dos aliados do ex-governador. Conforme a apuração eleitoral, nenhum dos três candidatos apoiados por Maggi conseguiu alcançar o desempenho necessário para consolidar o projeto político defendido durante a campanha.

O caso que mais chamou atenção foi o de Carlos Fávaro. Ocupando mandato no Senado Federal, o parlamentar disputou a reeleição, mas acabou derrotado no processo eleitoral. Com isso, deixará a Casa Legislativa ao término de seu mandato, encerrando um ciclo de representação política em Brasília.

Outro resultado relevante envolveu Neri Geller, reconhecido nacionalmente por sua atuação em pautas ligadas ao Agronegócio. Apesar da experiência acumulada e da visibilidade conquistada ao longo de sua trajetória política, o candidato não obteve votação suficiente para conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados.

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No âmbito estadual, Paulo Araújo também não alcançou o resultado esperado na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa Mato-grossense. Sua derrota completou a sequência de insucessos dos candidatos que receberam o respaldo político de Maggi durante o pleito.

As derrotas registradas possuem relevância porque envolvem figuras historicamente associadas a um dos grupos mais influentes da política e da economia mato-grossense. O resultado evidencia mudanças no comportamento do eleitorado e sugere um cenário de reorganização das forças políticas no Estado.

Dessa forma, as eleições de 2026 produzem um fato político de grande repercussão regional: a rejeição, nas urnas, das três principais apostas eleitorais de Blairo Maggi.

O episódio representa um sinal de alerta para lideranças tradicionais ligadas ao Agronegócio e poderá influenciar diretamente as articulações partidárias e estratégicas que antecederão os próximos ciclos eleitorais em Mato Grosso.

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