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QUERER NÃO É "PODER"

Na esperança: Wellton Fagundes sem “Gregos e nem Troianos”

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Querer é “PODER”! Ouvi essa frase várias vezes, mas, onde estaria o manual que explica a mágica que o meu querer faz para realizar tudo que desejo?! Não, a frase infelizmente não vem com o manual mágico. E daí entramos de peito aberto na vida como ela é, e, em meio a acertos e erros, vamos nos dando conta que querer não é “PODER”.

Querer nem sempre é “PODER”, assim mostra o cenário da política para aquele que se diz candidato do Partido Liberal (PL).

Terçouuu caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, e segue o fluxo!

Nem o “presente de grego” seria tão cruel, com as tratativas explícitas e implícitas, contemporâneas e rusgas do passado, ditando o ritmo da pré-campanha eleitoral do Senador, Wellton Fagundes, ainda do Partido Liberal (PL), insistente em afirmar que é o nome para disputar o Governo do Estado de Mato Grosso, nas eleições de 2026, revelando que a consistência da sigla partidária não é mais a mesma.

Nos últimos dias, vários integrantes do Partido Liberal (PL), tanto do estado, quanto nas amplitudes nacionais, demonstraram com toda nitidez, a vertente de uma direita contrária ao extremismo, situação que não agradou uma ala, potencializou a formação de um grupo, e ainda está gerando algumas dúvidas no eleitorado, que é contrário à esquerda.

Seguindo neste contexto, o Estado de Mato Grosso, onde cerca de 70% do eleitorado se diz sendo de direita, não poderia ficar de fora da mudança, ainda mais agora, com a maior “estrela” do partido, presa.

Outro ponto fundamental do distanciamento dos extremistas da direita, foi a “treta” envolvendo o Governador do Estado, Mauro Mendes (UB), com Eduardo Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que hoje vive nos Estados Unidos, de onde grava vídeos, em busca de influenciar ou ditar os ritmos das ações políticas no Brasil.

A tendência de mudanças já era forte, muita gente que é contra a esquerda, não concorda com as ações denominada pela direita extremista, liderada pela família Bolsonaro, assim, as rugas, fissuras, feridas e vales abertos dentro do partido, potencializaram o movimento centro direita, que sempre existiu na região, até porque, tanto o Estado quanto a capital de Mato Grosso, nunca foram governados por um gestor da esquerda.

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Diante dos fatos…

Expostos pelo governador Mauro Mendes, que afirma e reafirma o apoio do vice-governador, Otaviano Pivetta (Repúblicanos), para suceder seu mandato, como também, pela reviravolta no apoio do presidente do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso, Ananias Filho, que de princípio andou com Pivetta, e por coincidência ou não, bastou um evento com a ex-primeira dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, para virar a casaca e declarar seu apoio ao Wellton Fagundes, iniciou um momento de dúvidas, instabilidade, dissipação e a busca por novos caminhos dentro da sigla.

Segundo informações de fontes ligadas aos integrantes da corrida eleitoral, repassadas ao núcleo duro do Boteco da Alameda, a próxima “Janela Partidária” irá marcar uma verdadeira debandada em várias siglas, que vai revelar os verdadeiros interesses de determinados políticos, as decepções com os “amigos das onças” poderão construir novos caminhos.

A “meia volta volver” de Ananias Filho, após uma suposta reunião com Michelle Bolsonaro, nada mais fez que criar dúvidas no grupo, já que na imprensa foi anunciado que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria declarado seu apoio político para Otaviano Pivetta, demonstrando assim, que algo de errado, não está certo na direita.

Uma indagação fica no ar, quem realmente está conseguindo falar com Bolsonaro, que precisa de autorização para receber visitas, ou desenvolveram uma mutação telepática para comunicar o homem?“.

O grave imbróglio criado na situação de Wellton Fagundes, não atinge apenas a pessoa dele, pelo contrário, cada dia que passa, o problema vai se alastrando na direita, como acontece dentro do União Brasil (UB), partido do Senador Jayme Veríssimo de Campos, que está trabalhando sua pré-candidatura, afirmando ter a maioria de prefeitos, vereadores, militantes com ele, Pivetta, além do apoio pessoal do governador, ainda teria a “máquina” e uma boa parcela do pessoal do Agro.

Desta forma, a direita se divide em três vias, Wellton Fagundes, Jayme Campos e Otaviano Pivetta, o que teria de errado nisso? Nada, se 70% dividido por três (3), der mais que 30%, que é supostamente o número consolidado do eleitorado da esquerda em Mato Grosso.

Ou seja, alguém terá que desistir, ou o Governo do Estado vai cair nas mãos da esquerda, que vem desenvolvendo suas ações de forma sigilosas, porém precisas e eficiente, alguém já ouviu falar em dois pré-candidatos ao Senado, quem tentou já recuou, ou em dois para o Palácio Paiaguás?

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Desta forma, é correto afirmar que o fortalecimento do movimento centro direita no Estado, ultrapassa uma situação natural, seria o modo de sobrevivência ativado, isolando as vaidades, neutralizando a soberba e arrogância, colocando em foco o único desejo de vitória do grupo, independente dos interesses singulares de um único nome, do contrário o candidato (a) da esquerda fará história com sua vitória na política mato-grossense.

O Boteco vai falar

A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada no último sábado (22), iniciou um novo capítulo no xadrez político, especialmente com a proximidade das eleições de 2026.

Deste o momento em que Bolsonaro foi levado a sede da Polícia Federal, na manhã de sábado, políticos de centro e direita da Terra de Rondon, se manifestam nas redes sociais sobre o caso, com mensagens de apoio e solidariedade.

Isso mostra que há uma grande estratégia para buscar o apoio do ex-presidente, que é um agente ainda com grande capital eleitoral, apesar de estar inelegível.

O governador Mauro Mendes classificou a decisão como um dia triste para a democracia. Segundo o governador não há mal que dure para sempre. A justiça precisa ser restabelecida para o bem do nosso Brasil“.

O Senador Wellton Fagundes manifestou profunda preocupação com a decisão judicial que determinou a prisão do ex-presidente.

Já o Senador Jayme Campos, classificou como “exagerada” a decisão do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF).

Eu confesso que estou surpreso. Não saiu a condenação, ele estava em prisão domiciliar. Na minha opinião, foi exagero“.

O vice-governador Otaviano Pivetta, classificou o momento comouma ferida aberta na alma do pais. Pivetta destacou que Bolsonaro estaria com a Saúde debilitada, insinuando excesso na decisão judicial.

É realmente necessário chegar a esse ponto“, questionou.

PS: a questão não tem movimentado apenas a direita. Do lado da esquerda é possível observar sobre o caso. A regra na esquerda, no entorno de Lula é não brigar com o eleitor que poderia sair do polo bolsonarista e, quem sabe, migrar para o espectro da esquerda.

Segue o fluxo!

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Política

Teia de suspeitas do VLT e impasse do BRT tensionam relação entre “Governo” e “Oposição”

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) converteu-se no cenário de um intenso embate político que paralisou o debate sobre a infraestrutura local. O episódio ocorreu durante uma Audiência Pública de prestação de contas que acabou por desviar o foco técnico para antigas disputas eleitorais. A sessão, que deveria esclarecer o andamento das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), transformou-se em uma arena de acusações recíprocas entre a base governista e a oposição. O impasse reflete a profunda polarização que historicamente caracteriza a gestão das grandes obras de mobilidade urbana na capital mato-grossense.

O debate centralizador das discussões ocorreu no Palácio Dante de Oliveira, sede do Poder Legislativo do Estado de Mato Grosso, localizada no Centro Político Administrativo de Cuiabá. A escolha do local conferiu caráter oficial e solene ao encontro, que reuniu parlamentares, gestores públicos e representantes da sociedade civil organizada. A capital, que convive há mais de uma década com os transtornos decorrentes de projetos de transporte inacabados, serviu como pano de fundo geográfico e social para o confronto. O ambiente do plenário, marcado por discursos inflamados e questionamentos incisivos, evidenciou a urgência das respostas demandadas pela população cuiabana.

A reunião deliberativa aconteceu nesta terça-feira, momento em que o cronograma físico e financeiro do BRT voltou a ser oficialmente questionado pela Comissão Parlamentar competente. O agendamento da Audiência Pública atendeu a um requerimento de urgência apresentado pela oposição, motivado pelas sucessivas dilações nos prazos de entrega das vias exclusivas de transporte. A temporalidade do evento revelou-se estratégica, ocorrendo em um período de crescente cobrança social pela retomada e finalização dos corredores estruturais de trânsito na região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística do Estado de Mato Grosso (SINFRA/MT), Marcelo de Oliveira, conhecido politicamente como Marcelo “Padeiro”, figurou como o principal convocado para prestar os esclarecimentos técnicos necessários. O gestor, contudo, optou por retirar-se do recinto parlamentar antes da formulação das perguntas cruciais pelos deputados da oposição, gerando forte descontentamento no plenário.

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A conduta do secretário foi interpretada pela bancada oposicionista como uma deliberada esquiva diante das responsabilidades administrativas referentes aos contratos e aditivos vigentes.

A convocação oficial da autoridade governamental deu-se em razão da necessidade imperiosa de esclarecer os motivos das constantes paralisações e o encarecimento das obras do BRT. O projeto atual, que substituiu o antigo modelo de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), é alvo de investigações que apontam suposta falta de planejamento e excesso de contratações diretas sem licitação. Os deputados estaduais exigiam a apresentação detalhada de planilhas de custos e a justificativa para a escolha de consórcios específicos para a execução dos lotes remanescentes.

A controvérsia instalou-se em virtude do abandono da sessão pelo secretário e das posteriores declarações do governador Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, que saiu em defesa de seu colaborador. O chefe do Executivo Estadual descaracterizou as cobranças técnicas da oposição ao sugerir que a campanha eleitoral de 2012 do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), fora financiada com desvios do extinto projeto do VLT.

Esse movimento retórico redirecionou a pauta de fiscalização orçamentária para o campo das suspeitas criminais pretéritas, inflamando o ambiente político estadual e deslocando o foco das atuais falhas de execução do BRT.

Os parlamentares estaduais utilizaram-se dos mecanismos constitucionais de fiscalização do Poder Executivo, amparados pelo regimento interno da Casa de Leis e pela prerrogativa de controle externo da administração pública. A inquirição dos secretários de Estado constitui um dever do parlamento e um direito do cidadão ao acesso à informação e à transparência pública. A utilização desse instrumento de controle democrático visa garantir que os recursos públicos sejam aplicados em conformidade com os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade administrativa.

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A complexidade operacional e financeira que envolve a transição do modelo de VLT para o BRT justifica a intensa preocupação dos órgãos de controle e dos representantes do Legislativo. Um dos pontos de maior atrito consiste no expressivo aumento do valor de um lote licitado, cujo custo inicial saltou de R$ 68 milhões para expressivos R$ 120 milhões em apenas dois meses.

A dispensa de licitação concedida sistematicamente a uma única empresa construtora agravou as suspeitas de favorecimento, motivando pedidos de auditoria detalhada junto ao Tribunal de Contas do Estado.

O impacto imediato desse novo embate político consiste no severo travamento da interlocução institucional entre o Palácio Paiaguás e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso. As declarações de Otaviano Pivetta geraram forte reação do deputado petista Lúdio Cabral, que refutou veementemente as acusações de corrupção eleitoral e prometeu acionar os meios jurídicos cabíveis para restabelecer sua honra. A judicialização da disputa política tende a prolongar o clima de instabilidade, prejudicando a aprovação de matérias de interesse público e a própria fiscalização das obras de mobilidade urbana.

A sociedade mato-grossense permanece como a principal prejudicada pelo prolongamento indefinido dos canteiros de obras que obstruem o tráfego e deterioram o comércio de Cuiabá. Enquanto as lideranças políticas priorizam a disputa de narrativas sobre eventos ocorridos há mais de uma década, o cronograma do BRT segue sem uma definição concreta de entrega.

A expectativa coletiva por um sistema de transporte coletivo moderno e eficiente continua frustrada pela crônica incapacidade de planejamento e pela constante partidarização das soluções de infraestrutura pública.

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