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UNIDADES DAS FORÇAS POLÍTICAS

Ah, Ludio falou e o Boteco da Alameda anotou: vice pode vir do PSD

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A proximidade das eleições municipais tem movimentado os grupos políticos que disputam o “poder” em Cuiabá. O cenário da oposição na capital mato-grossense é marcado pela indicação de uma candidatura única, apoiada pela base do governador unista e cacique do União Brasil em Mato Grosso, Mauro Mendes.

Em meio a constantes reuniões internas entre as lideranças, a pré-candidatura do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho, que foi oficializado dia 16 de fevereiro pelo Diretório Estadual do União Brasil como candidatíssimo a disputar a cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá em 6 de outubro.

Enquanto isso, o atual gestor da cidade, prefeito cuiabano Nenel Pinheiro (MDB), se diz a disposição, com muito entusiasmo e vontade de trabalhar para ajudar a eleger o seu sucessor em 2024.

Emanuel Pinheiro vem afirmando que irá fazer a terceira era do “Pinherismo” na Capital, se referindo à sua sucessão ao Palácio Alencastro nas eleições de 2024.

Em efeito cascata, a decisão da ala Lulista também marca a retirada das pré-candidaturas da ex-deputada federal Rosa Neide, que tinha o apoio do presidente estadual do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso, Valdir Barranco, e do vice-prefeito da Capital, José Roberto Stopa do Partido Verde (PV).

Anteriormente os dois nomes foram apresentados pela Federação Brasil da Esperança, que é encabeçada por PT, PCdoB e PV.

Após o anúncio do petista Ludio Cabral (nenhuma novidade para os internautas do Blog do Valdemir), os desistentes reforçam que sua retirada do pleito visa a unidade das forças políticas aliadas.

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O Boteco da Alameda informaaa: o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), anunciou o nome do candidato Ludio Cabral e a Rosa Neide respeita a decisão.

Portanto, ela não pode seguir com a pré-candidatura porque é uma decisão que envolve a Federação Brasil da Esperança, um bloco de forças políticas e o PT de Cuiabá seguirá essa decisão.

Rosa Neide não será mais pré-candidata, mas continuará na luta através dos seus trabalhos em Brasília. Eitaaa lasqueira!

Querendo saber do vice-prefeito José Roberto Stopa? Já está alinhado ao compromisso de união firmados entre os partidos (leia-se: Nenel Pinheiro, Carlos Fávaro, Neri Geller e Cia.).

Em contato com a equipe de reportagem do núcleo duro do Boteco da Alameda, em nota, disse que o processo de convocação a pré-candidatura de Ludio “sonho da eleição de um prefeito no Palácio Alencastro do Partido dos Trabalhadores“.

E com a decisão por unidade, o grupo apresentou várias teses e nomes para representá-lo na disputa eleitoral. Após meses, a tese de candidatura petista vingou. A escolha é outro perfil.

Segundo o Boteco da Alameda, a estratégia de apresentar uma chapa encabeçada pelo deputado estadual Ludio Cabral, pode ser uma forma de acumular força política e ter um resultado melhor do alcançado nas eleições de 2004, quando houve a “pulverização de candidaturas” nesse espectro político em Cuiabá.

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Sobre essa estratégia de candidatura, isso perpassa por uma estratégia que pulverizou as candidaturas que fez isso, em que a candidatura ligada ao governo.

E, obviamente, isso dá uma demonstração de fraqueza quando se tem candidatos amargando 15, 10, 5%, e foi esse o cenário presente na eleição de 2020.

A partir dessa perspectiva, o Boteco da Alameda acrescenta que, tendo em vista a tentativa de Nenel Pinheiro eleger o seu sucessor, os edunistas passam a rever sua estratégia para aumentar suas chances na disputa municipal.

Resumindo senhores navegantes: o que acaba acontecendo é que os grupos de oposição e a Federação Brasil da Esperança de alguma forma, começam a calcular agora de uma maneira diferente de quem será o candidato dentro de uma perspectiva de acumular forças.

Então, neste momento, a eleição em Cuiabá está sendo marcada por um governador bem avaliado e por grupos que entendem que precisam passar por uma eleição difícil.

Ah, Ludio falou que o vice será do PSD

O Fávaro anunciou em janeiro o apoio à candidatura da Federação. E tem contribuído muito, ele tem sido muito importante nesse processo de amadurecimento da composição do nosso arco nacional de alianças na disputa de Cuiabá. E a federação e o PSD já têm uma posição definida de que encaminharemos junto E A VAGA DE VICE PODE VIR EXATAMENTE DO PSD“, disse Ludio Cabral.

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Política

A insurgência de Jayme Campos contra o núcleo governista redesenha os tabuleiros e as estratégias sucessórias para 2026

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Em veto categórico a composições com a ala do Republicanos, Otaviano Pivetta, e críticas ácidas à centralização de Mauro Mendes, líder histórico do União Brasil (UB) em Mato Grosso, precipita a corrida pelo Palácio Paiaguás e exige a convocação imediata de pré-convenção partidária.

O rompimento definitivo com as estruturas governistas vigentes em Mato Grosso consolidou-se mediante a recusa categórica do senador Jayme Campos (UB) em aceitar qualquer modalidade de composição com o grupo político do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos), inviabilizando arranjos tradicionais de bastidores que visavam à manutenção da atual arquitetura de poder estadual.

O veterano parlamentar e ex-governador e hoje ainda Senador da Republica, desponta como o protagonista central desse rearranjo de forças, contrapondo-se frontalmente às pretensões de Otaviano Pivetta (Republicanos), que lidera os movimentos pela unificação governista e externando uma dissidência pública irreconciliável em relação à condução política exercida pelo ex-governador Mauro Mendes (UB).

Esta deflagração antecipada do processo sucessório ocorre em um momento de acentuada ebulição institucional, cujos desdobramentos práticos deverão culminar nas eleições majoritárias de 2026, embora a exigência de uma definição interna imediata tenha sido estipulada pelo próprio Senador mato-grossense para o mês de junho do ano em curso, acelerando o cronograma tradicional das legendas.

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O Palácio Paiaguás, sede oficial do Poder Executivo mato-grossense, converteu-se no epicentro geográfico e simbólico dessa disputa de alta intensidade, projetando os impactos desse tensionamento partidário desde os redutos eleitorais tradicionais do interior do Estado até as principais instâncias deliberativas sediadas na capital, Cuiabá.

A operacionalização dessa ofensiva política processa-se por meio de articulações diretas e capilarizadas promovidas pelo senador junto à ampla maioria dos delegados partidários do União Brasil. A estratégia desenhada para esvaziar decisões de cúpula e viabilizar, de forma democrática e soberana, sua candidatura ao comando do Executivo mato-grossense.

As razões determinantes dessa cisão repousam na crítica severa ao isolamento decisório praticado pelo núcleo que atualmente comanda o governo, acusado pelo parlamentar de ter promovido um distanciamento deliberado das lideranças históricas do Estado e de ter negligenciado o devido respeito e a consideração institucional devidos aos aliados que sustentaram a base governista.

O propósito manifesto dessa dissidência reside na imposição de uma candidatura própria e legítima do União Brasil, iniciativa que visa a extirpar a prática de deliberações impositivas, comumente designadas como decisões empurradas goela abaixo, e assegurar que a vontade das bases partidárias prevaleça sobre os interesses oligárquicos centralizadores.

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A sustentação prática desse projeto político ancora-se no engajamento ativo de milhares de cidadãos e eleitores já mobilizados, além do respaldo majoritário obtido entre os quadros técnicos e políticos que compõem o colégio de delegados da sigla, estruturando uma sólida base de apoio popular e partidária para o enfrentamento que se avizinha.

O embate desenvolve-se sob condições de absoluta intransigência estratégica, visto que o senador descartou de maneira irrevogável a hipótese de concorrer à reeleição ao Senado ou de pleitear qualquer outro cargo subalterno, asseverando que a manutenção de sua pré-candidatura ao governo estadual será levada às últimas consequências legais e estatutárias.

Diante desse cenário de conflagração iminente, os desdobramentos imediatos desafiam a Casa Civil de Mato Grosso, cujo secretário-chefe, Mauro Carvalho, buscou tardiamente intensificar os diálogos institucionais para tentar salvar a aliança vitoriosa dos pleitos de 2018 e 2022, esbarrando, contudo, na inflexibilidade de um projeto que já transcendeu as possibilidades de recuo.

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