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CENÁRIO RETRATA A DISPUTA NA RETA FINAL

Pesquisa Veritá aponta Pivetta com 53,7% dos votos válidos na reta final em Mato Grosso

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) aparece com 53,7% dos votos válidos na mais recente pesquisa atribuída ao Instituto Veritá para o Governo de Mato Grosso, segundo os dados apresentados no levantamento. Wellington Fagundes (PL) registra 27,1%, enquanto Doutora Natasha (PSD) alcança 16,3%. Os demais candidatos, somados, representam 2,9% dos votos válidos. O cenário retrata a disputa na reta final da campanha para o primeiro turno.

Considerando exclusivamente os votos válidos, Pivetta aparece acima da marca de 50%, percentual utilizado como referência para a definição do primeiro turno em eleições majoritárias. Nesse recorte, o governador registra 3,7 pontos percentuais acima dessa marca. Caso os números fossem confirmados pelas urnas, o percentual seria suficiente para uma definição da disputa já na primeira etapa, sem necessidade de segundo turno.

O cálculo dos votos válidos exclui os votos brancos e nulos, além das manifestações que não são atribuídas a nenhum candidato. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para a apuração do resultado das eleições majoritárias. A divulgação de uma pesquisa, entretanto, representa um retrato das intenções manifestadas pelos entrevistados no período de coleta e não constitui, por si só, uma antecipação do resultado oficial das urnas.

Na comparação com a rodada anterior do próprio instituto, Otaviano Pivetta avançou de 44,1% para 53,7% dos votos válidos, enquanto Wellington Fagundes passou de 36,3% para 27,1%. Dra. Natasha oscilou de 16,9% para 16,3%. Com essas variações, a diferença numérica entre Pivetta e Wellington passou de 7,8 para 26,6 pontos percentuais, ampliando a distância registrada entre os dois candidatos nos dois levantamentos.

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No cenário estimulado, antes da conversão para votos válidos, Pivetta aparece com 51,7% das intenções de voto. Wellington Fagundes registra 26,1%, e Dra. Natasha chega a 15,7%. Os demais candidatos, juntamente com os eleitores que declararam voto branco ou nulo e aqueles que não souberam ou não responderam, representam 6,5% das respostas. Nesse recorte, a diferença numérica entre Pivetta e Wellington é de 25,6 pontos percentuais.

A pesquisa anterior mencionada no levantamento apresentava Pivetta com 39,1% das intenções de voto na consulta estimulada, Wellington com 32,3% e Natasha com 15%. Na comparação, o governador passou de 39,1% para 51,7%, uma variação de 12,6 pontos percentuais. Wellington recuou de 32,3% para 26,1%, enquanto Natasha avançou de 15% para 15,7%, mantendo-se próxima do percentual registrado anteriormente.

O levantamento mais recente teria sido realizado pelo Instituto Veritá entre 26 de setembro e 1º de outubro, período que corresponde à fase final da campanha eleitoral. Segundo os dados apresentados, foram entrevistados 1.220 eleitores. A margem de erro informada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Esses parâmetros devem ser considerados na interpretação dos percentuais divulgados.

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A metodologia é particularmente relevante em pesquisas eleitorais porque os números representam as respostas de uma amostra do eleitorado e estão sujeitos à margem de erro informada pelo instituto. Além disso, diferentes levantamentos podem apresentar resultados distintos em razão de metodologia, período de coleta, composição da amostra, questionário e demais procedimentos adotados. Por isso, a comparação entre pesquisas deve considerar os respectivos critérios técnicos e datas de realização.

Na fotografia apresentada pelo levantamento, Pivetta registra crescimento em relação aos números anteriores, enquanto Wellington apresenta redução no percentual de intenções de voto e Natasha mantém uma variação mais limitada. A pesquisa, portanto, descreve uma alteração significativa na distribuição das intenções de voto entre os principais candidatos na comparação com a rodada anterior. O resultado oficial, contudo, somente será conhecido após a apuração dos votos depositados nas urnas.

O levantamento citado está identificado no conteúdo fornecido sob o registro MT-06765/2026. As pesquisas eleitorais devem ser registradas no sistema PesqEle da Justiça Eleitoral, que disponibiliza informações dos levantamentos registrados para consulta pública. Na reta final da eleição, os números apresentados pelo instituto compõem, assim, um retrato específico do momento eleitoral e devem ser interpretados à luz da metodologia, da margem de erro e do período em que as entrevistas foram realizadas.

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Política

Pivetta lidera com 54% dos votos válidos e consolida vantagem na véspera do pleito em Mato Grosso

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A disputa pelo Palácio Paiaguás alcança o seu momento decisivo no Estado de Mato Grosso com a divulgação do mais recente levantamento eleitoral conduzido pelo Instituto Quaest neste sábado, 3 de outubro, véspera do primeiro turno das Eleições 2026. Segundo os dados apurados, o candidato Otaviano Pivetta (Republicanos) lidera a corrida governamental ao alcançar 54% da preferência dos votos válidos. Em segundo lugar figura o senador Wellington Fagundes (PL), com 28%, seguido pela Doutora Natasha (PSD), que soma 13%. O quadro dos sufrágios válidos completa-se com as pontuações do Sargento Laudicério (Agir), detentor de 3%, além de Maurício Coelho (Mobiliza) e Rafaell Milas (Missão), ambos registrando 1% das intenções de voto.

A verificação do eleitorado sul-mato-grossense ocorreu rigorosamente entre os dias 2 e 3 de outubro por meio da oitiva presencial de 1.800 cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos. O levantamento estatístico foi encomendado formalmente pela Rede Mato-grossense de Comunicação (RMC) para mensurar o panorama político nas vésperas da votação oficial. O estudo obteve seu registro regular perante a Justiça Eleitoral sob o protocolo oficial MT-02649/2026 junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assegurando a legalidade da divulgação técnica do estudo de opinião pública no território estadual.

A apuração metodológica fundamenta-se na aferição exata dos votos válidos, sistemática adotada de forma oficial pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado definitivo das urnas no país. O modelo estatístico aplicado pela Quaest emprega o critério do likely voter, fórmula técnica que pondera o perfil demográfico do eleitorado e seu grau real de propensão ao comparecimento nas urnas para projetar a tendência das urnas com maior exatidão. Esse método desconsidera do cálculo final as escolhas nulas, os votos em branco e o percentual estimado de abstenção eleitoral, exigindo ao líder a obtenção de metade mais um dos votos válidos para arrematar a vitória sem necessidade de segundo turno.

A liderança consolidada de Otaviano Pivetta sustenta-se em uma trajetória de crescimento expressivo dentro da contabilização dos votos totais, modalidade estatística que incorpora as manifestações nulas, brancas e a parcela de eleitores indecisos. No comparativo em relação à sondagem anterior, realizada em 25 de setembro, Pivetta saltou de 29% para 40% das intenções totais de voto. Simultaneamente, Wellington Fagundes apresentou uma oscilação em sentido inverso, recuando de 27% para 20%, enquanto a Doutora Natasha permaneceu estável com 11%. Os demais postulantes Sargento Laudicério (2%), Rafaell Milas (1%) e Maurício Coelho (1%) mantiveram-se nos patamares prévios, ao passo que os votos brancos, nulos ou abstenções declaradas atingiram 6% e os indecisos somaram 19%.

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O cenário espontâneo de intenção de voto revela um avanço significativo na cristalização da escolha do eleitorado a poucas horas do pleito, registrando queda expressiva da indefinição geral. A parcela de eleitores que declarava não saber em quem votar sem a apresentação de cartela nominativa caiu bruscamente de 65% para 52%. Nesse ambiente sem estímulo visual, a preferência por Otaviano Pivetta expandiu de 16% para 27%, ao passo que a menção a Wellington Fagundes subiu para 10% e a lembrança da Doutora Natasha alcançou 6%. As citações a outros nomes pontuaram 1%, com brancos e nulos mantidos em 4%, demonstrando uma aceleração no afunilamento das escolhas populares na reta final.

O elevado nível de definição demonstrado pelos eleitores é atestado pela firmeza dos dados qualitativos colhidos durante a pesquisa de campo promovida pela instituição de pesquisa. Entre os entrevistados que já manifestaram a opção expressa por determinado postulante, expressivos 80% classificam sua escolha eleitoral como definitiva e inalterável para o pleito deste domingo. Em contrapartida, uma fração correspondente a 20% dos eleitores locais admite que ainda poderá mudar de ideia até o momento de digitação do voto no teclado da urna eletrônica, mantendo uma margem residual de volatilidade que mobiliza a atenção das campanhas partidárias.

A despeito da consolidação da liderança nas intenções declaradas, os índices de engajamento do eleitorado frente ao processo político estadual expõem uma participação marcada pela cautela do público geral. Apenas 36% dos cidadãos abordados afirmaram estar muito interessados na atual disputa pelo Governo do Estado de Mato Grosso. A maior fatia das respostas concentrou-se no grupo que se declara pouco interessado na eleição, somando 41%, ao passo que 22% afirmaram não ter nenhum interesse nas decisões eleitorais e apenas 1% dos pesquisados optou por não responder ou declarou desconhecimento em relação ao tema.

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Nas projeções analíticas elaboradas pelo instituto para eventuais disputas de segundo turno, Otaviano Pivetta prevalece com vantagem larga em todas as simulações confrontadas na pesquisa. Em um eventual embate direto contra Wellington Fagundes, o candidato do Republicanos alcança 48% das intenções contra 30% do adversário do PL, revertendo o cenário do levantamento anterior em que Fagundes liderava por 41% a 36%. Na hipótese de confronto contra a Doutora Natasha, Pivetta amplia sua margem, vencendo por 53% a 25%. Em um terceiro cenário simulado entre Wellington Fagundes e Doutora Natasha, o candidato liberal soma 44% das intenções contra 27% da candidata do PSD.

A margem de erro estimada para o presente levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando o índice de confiança estatístico fixado em 95%. Esse intervalo científico significa que, sob as mesmas condições metodológicas de amostragem, existe uma probabilidade de noventa e cinco por cento de os resultados retratarem com precisão o real quadro do eleitorado mato-grossense no momento de realização do estudo. As pequenas variações observadas dentro desse espectro numérico enquadram-se nas oscilações normais previstas pela teoria estatística aplicada ao campo das ciências sociais e do comportamento político.

A importância jornalística e política destes dados reside no fato de que o levantamento retrata com rigor técnico a fotografia do momento eleitoral na véspera imediata da votação. Com o avanço expressivo dos votos válidos de Pivetta acima do patamar de 50%, a pesquisa aponta a probabilidade real de encerramento da disputa majoritária estadual ainda na etapa de primeiro turno.

Entretanto, a presença de 19% de indecisos na amostragem de votos totais e o contingente de 20% de eleitores dispostos a rever a escolha preservam um componente dinâmico que será rigorosamente testado no momento da abertura das urnas eletrônicas em todo o Estado.

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