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AINDA ESTÃO SOB AVALIAÇÃO DOS ELEITORES

Campanha eleitoral na Terra de Rondon: chovem denúncias e escândalos

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Novos escândalos pipocam com envolvimento de políticos e figuras do “PODER”. Boa hora de recordar casos que atingiram candidaturas favoritos e alteraram o resultado das urnas.

Como sempre no período da campanha eleitoral chovem denúncias de corrupções, operações policiais e informações falsas contra adversários.

Pega aí: se há algo em que Mato Grosso se parece cada vez com o Brasil é na quantidade de escândalos de corrupção.

Só pra lembra: deputados filmados carregando dinheiro de propina, governador investigado por esquemas de distribuição de recursos ilícitos; esquema ilegal que grampeou milhares de telefones a “grampolândia”.

Zé Pedro Taques estava no centro da turbulência; outro episódio que permanece vivo na memória dos mato-grossenses é o escândalo envolvendo o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), envolvem um rombo de R$ 1,4 bilhões.

E o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) continua sendo lembrado sempre que surge o debate sobre grande investimento público.

Enquanto os escândalos pipocam, se espalham, as instituições sofrem para dar prosseguimento ao seu trabalho.

Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) a minoria oposição ao Governo, não consegue abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias. Precisa “SOMENTE” de “OITO” assinaturas. Eu disse apenas “OITO”. E não conseguem.

Nota de rodapé: corrupção, obras inacabadas e operações policiais continuam pesando na memória do eleitor mato-grossense e voltaram ao centro de debate nas eleições de 2026.

Os escândalos políticos antigos no meu QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso ganharam destaque nas últimas duas décadas e ainda influência a forma como os eleitores avaliam candidatos e grupos políticos.

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O Estado de Mato Grosso acumula uma série de escândalos que deixaram marcas profundas na política na Terra de Rondon.

2026

A campanha eleitoral de 2026 circulam gravíssimas acusações envolvendo candidatos, adversários, produzindo acusações reconhecidamente falsos contra candidatos.

Os acusadores têm de ser contidos para evitar prejuízos ao processo eleitoral e, concomitantemente, ter apurado o que causaram para sofrerem as consequências dos crimes praticados.

Quando são titulares de mandatos eletivos, que sejam preventivamente afastados de seus postos.

O ambiente eleitoral é sensível: informes inverídicos tem o condão de prejudicar as vítimas e, mais que isso, tumultuar o resultado das eleições.

Partindo do conhecimento de que todo candidato, na hora do seu registro, passa pelo crivo da Justiça Eleitoral e da “Lei da Ficha Limpa”, não é difícil concluir que denúncias produzidas sorrateiramente e na última hora dificilmente prosperarão porque postulante de votos já foi avaliado.

PS: que os nossos candidatos e políticos de plantão, encarregados de elaborarem as Leis, tratem cuidadosamente de restabelecer o clima de respeito ao eleitor.

Enfim…, não basta analisar os nossos políticos. Pode haver político do bem que ao serem eleitos, acabam sendo obrigados a fazer parte desse sistema. Caso contrário não consegue desenvolver atividade política.

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O Boteco vai falar

– Esses escândalos impunes aumentam o desinteresse do leitor que preferem notícias menos desgastantes. Ele opta pelo segmento do besteirol, envolvendo o mundo artístico e esportivo, por exemplo: o leitor, foi acometido de uma espécie de fadiga coletiva, mesclado com notório mau humor. E a tendência é piorar.
– Em ano eleitoral, o Boteco da Alameda, aposta que você conhece alguns deles: pesquisas e analistas políticos separam os eleitores segundo suas decisões.
– Os ideológicos são alinhados a um partido ou linha de pensamento. Votam com essa visão. Na outra parte, os eleitores voláteis, sem apego a partidos, mudam o voto a cada eleição, dependendo das promessas ou momento econômico.
– Ainda há os chamados eleitores de protestos os desiludidos com o sistema político. Eles anulam o voto, votam em branco ou candidatos folclóricos. Restam ainda os eleitores desempregados, por falta de interesse políticos, costumam decidir o voto na última hora, sob influência das redes sociais ou parentes.

Segue o fluxo!

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Política

Rachas expõem dificuldades de articulação nos principais palanques de Mato Grosso

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Passados os cinco primeiros dias da campanha eleitoral, o senador e candidato ao Governo de Mato Grosso, o Senador, Wellington Fagundes (PL), enfrenta dificuldades para consolidar uma estrutura política unificada em torno de sua candidatura. A movimentação revela divergências dentro da própria legenda e coloca em evidência os obstáculos para estabelecer uma composição harmoniosa entre os diferentes grupos que integram seu palanque.

A expectativa de que a definição do candidato a vice-governador contribuísse para organizar a campanha não se confirmou, segundo o cenário descrito. A composição, que envolve o empresário é o apelido do empresário e político brasileiro Reinaldo Gomes de Morais, conhecido como Rei do Porco, não teria sido suficiente para eliminar as divergências existentes entre setores aliados. Ao contrário, os conflitos permanecem expostos justamente no início de uma fase decisiva da disputa eleitoral.

Um dos principais sinais de divisão está na relação entre Wellington Fagundes e José Medeiros (PL), candidato ao Senado pela mesma sigla. Medeiros já declarou que não pretende pedir votos para o correligionário, evidenciando a distância política entre os dois projetos. O episódio demonstra que a presença de candidatos do mesmo partido em uma composição eleitoral não necessariamente representa unidade de discurso ou de estratégia.

A aliança firmada com o MDB comandado pela deputada estadual Janayna Riva, também se tornou um dos pontos de tensão dentro do grupo liderado por Wellington Fagundes. A composição teria sido estabelecida após a Convenção Partidária e enfrentado resistência de setores identificados com o bolsonarismo mais alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A divergência acrescenta mais um elemento de instabilidade a uma candidatura que busca ampliar sua base política durante o período de campanha.

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No palanque governista, as dificuldades de articulação também aparecem em diferentes frentes. O deputado federal Fábio Garcia (UB), que deixou a composição inicialmente articulada com o governador Otaviano Pivetta, passou a desenvolver sua própria campanha sem destacar, em seus materiais eleitorais, a presença do antigo aliado. O episódio reforça a percepção de que a formação das alianças não eliminou as disputas internas entre os grupos políticos.

A situação evidencia uma característica recorrente das campanhas eleitorais: alianças formais nem sempre resultam em atuação conjunta no cotidiano político. Quando candidatos pertencentes ao mesmo campo deixam de compartilhar agendas, discursos e materiais de divulgação, as diferenças entre os grupos tornam-se perceptíveis ao eleitorado e podem dificultar a construção de uma identidade eleitoral comum.

Na centro-esquerda, a composição para o Senado formada por Carlos Fávaro (PSD) e Pedro Taques (PSB) também apresenta sinais de distanciamento político. Embora a divergência seja descrita de maneira menos explícita, pessoas próximas aos dois grupos apontam dificuldades de sintonia entre as candidaturas. A percepção predominante é de que os projetos seguem trajetórias próprias, com pouca integração entre as respectivas agendas.

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A ausência de uma atuação coordenada entre candidatos que integram a mesma chapa pode produzir efeitos sobre a estratégia eleitoral. Em uma campanha marcada pela necessidade de ampliar alianças, organizar agendas e estabelecer mensagens convergentes, a falta de sintonia tende a tornar mais complexa a comunicação com o eleitorado e a mobilização das estruturas partidárias.

O quadro observado nos diferentes palanques demonstra que o início da campanha em Mato Grosso é marcado não apenas pela disputa entre projetos eleitorais, mas também por negociações internas e divergências entre grupos que, formalmente, compartilham alianças. Wellington Fagundes, Otaviano Pivetta, Fábio Garcia, José Medeiros, Janaina Riva, Carlos Fávaro e Pedro Taques aparecem inseridos em composições nas quais a unidade política ainda passa por diferentes níveis de consolidação.

Com a campanha em fase inicial, os próximos movimentos deverão mostrar se as atuais divergências serão administradas pelas lideranças ou se permanecerão como marcas das respectivas alianças. A disputa eleitoral, portanto, começa em um ambiente no qual a formação dos palanques ainda não representa, necessariamente, convergência entre seus integrantes, deixando evidente que a consolidação das estratégias políticas será um dos principais desafios das candidaturas ao longo do processo.

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