ATÈ TÚ, BRUTUS?
Nenel joga o seu veneno: “Até tú Botelho? Meu amigo Botelho”
O que seria da política de Cuiabá, sem o menino da Rua Joaquim Murtinho, sem o nosso “AMIGO”, o emedebista Nenel Pinheiro!
Eita lasqueira, não tem uma semana que o menino da Rua Joaquim Murtinho, Nenel Pinheiro não apronta uma, agora até no dia de jogo do seu time na Copa Libertadores, tem nada não, nada de diferente: perdeu de novo.
Mas…, com o menino da Rua Joaquim Murtinho tudo é diferente, senão venhamos e convenhamos: o nobre alcaide cuiabano disse no seu discurso ao assumir a Prefeitura de Cuiabá no dia 1° de janeiro de 2017, deixou bem claro que não havia soluções milagrosas “servidos em bandejas” e que teria de tomar medidas austeras e dar remédios amargos.
O emedebista, Nenel Pinheiro, pediu educadamente paciência para os cuiabanos e disse que queria ser julgado apenas ao final do seu mandato e não após alguns dias ou anos.
Pois é Nenel, chegaste o momento, foi eleito e reeleito, já se passaram sete anos e três meses e fica a pergunta: o que vai ficar de “heranças malditas” da sua administração para o povo cuiabano? O que fez para construir a “Cuiabá dos 300 anos“? É Nenel… o asteroide tá chegando… Tá com medinho?

“Asteroide” está a mil metros
Nas próximas horas, um “asteroide” com o tamanho de uma camionete chegará mais perto do menino Nenel Pinheiro. Mas não há motivo para desespero: mesmo estando a mil metros do menino da Rua Joaquim Murtinho.
O risco de cair no colo do Nenel é grande.
Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, alguém aí viu o asteroide GJ2 passando sobre a terra? Não. Bom…, esperem então pra ver um novo asteroide passando bem próximo do Palácio Alencastro.
Nomeado como CGCP pelo grupo político do Boteco da Alameda, o asteroide vai passar próximo do Palácio Alencastro. Descoberto pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (CG- contas de gestão) e pela Câmara Municipal de Cuiabá (CP- Comissão Processante), ainda que passar rente ao Palácio Alencastro, sua órbita não colidira com a gestão do menino da Rua Joaquim Murtinho.
Tá bom, tá bom…, lá vem o editor do Blog do Valdemir me falar que, a depender do tamanho e da órbita, esse asteroide pode causar um tremendo estrago na vida pública do Nenel Pinheiro.

Entretanto, contudo, todavia, o editor sabe que o seu “AMIGO”, o Prefeito de Cuiabá, antes do asteroide chegar a esse ponto, são várias as proteções que Nenel prepara para que o impacto seja o menor o possível.
A começar pela sua equipe de advogados espalhados no eixo Cuiabá/Brasília. Em resumo: para esse asteroide, apesar da descoberta e, instalada, o impacto é muito pequeno em Cuiabá, ainda que sua órbita esteja em colisão com o menino da Rua Joaquim Murtinho.
O Boteco da Alameda, acompanha o asteroide que tem chance pequena de atingir o Palácio Alencastro. Os nossos analistas de “órbita” continuarão monitorando o asteroide CGCP e atualizarão as previsões a medida, que mais dados chegarem.
É Nenel, vivendo em uma sequência na vida pública muito difícil. Abandonado, os seus “amigos” todos sumiram. Cadê eles? Passaram sete anos desfrutando da sua administração e agora?
Nenel diga aí para nós: o que tá sentindo amigo do editor do Blog do Valdemir? Tava “dodói” no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes?
Tá… Long Neck não esquece né? Tava tão pensativo que fiquei triste. Pensei em até conversar contigo, mas passou sete anos sem conversar com o grupo político do núcleo duro do Boteco da Alameda que nem me aproximei.
Agora você pode reverter a Comissão Processante na Câmara Municipal de Cuiabá. Caso a Justiça suspenda a tramitação. Tá confiante na argumentação da tramitação dos autos na Casa de Leis que está cheia de irregularidades? Hum então vamos esperar a Justiça se pronunciar.

“Até tú, Botelho?”
Nesta quarta-feira (24), o menino da Rua Joaquim Murtinho nos fez viajar para o ano de 1993.
Quem não tem memória curta, deve de lembrar que o então deputado federal Ibsen Pinheiro (RS), teve seu momento de glória ao presidir a sessão da Câmara dos Deputados que aprovou o impeachment do então presidente Fernando Collor de Melo.
Porém um furo de reportagem da Revista Veja revelou a existência de um bando de parlamentares predadores do “Erário” e, que passou a ser conhecido como “máfia dos anões do orçamento” e as investigações associaram o nome de Ibsen Pinheiro a tal máfia.
Agora que contamos a história do “até tu…“, voltamos ao Nenel.
O “AMIGO”, Nenel Pinheiro, usou as redes sociais para criticar o deputado estadual e presidente da “MARAVILHOSA” Casa de Leis, Zé Edu Botelho, pretendente em sentar na cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá nesta eleição de 6 de outubro, por ser favorável a uma intervenção, e que o Estado de novo assuma a área de Saúde de Cuiabá.
O menino da Rua Joaquim Murtinho, jogou o seu veneno.
“Até tú, Botelho? Meu amigo Botelho. Intervenção na Saúde, você ainda está nesta? Já falamos o quanto a intervenção foi ruim para Cuiabá, piorando o sistema mais ainda. Você estava bem ciente da situação da Saúde na intervenção e agora vem mudando tudo? É o vale tudo para ser prefeito“, disse Nenel Pinheiro.
Menininho da Rua Joaquim Murtinho, qual o motivo que você viajou na frase dos anos 90? Hum… é verdade?
Eita lasqueiraaaaa… e segue o fluxo!
Pegou aí?
Política
Rachas expõem dificuldades de articulação nos principais palanques de Mato Grosso
Passados os cinco primeiros dias da campanha eleitoral, o senador e candidato ao Governo de Mato Grosso, o Senador, Wellington Fagundes (PL), enfrenta dificuldades para consolidar uma estrutura política unificada em torno de sua candidatura. A movimentação revela divergências dentro da própria legenda e coloca em evidência os obstáculos para estabelecer uma composição harmoniosa entre os diferentes grupos que integram seu palanque.
A expectativa de que a definição do candidato a vice-governador contribuísse para organizar a campanha não se confirmou, segundo o cenário descrito. A composição, que envolve o empresário é o apelido do empresário e político brasileiro Reinaldo Gomes de Morais, conhecido como Rei do Porco, não teria sido suficiente para eliminar as divergências existentes entre setores aliados. Ao contrário, os conflitos permanecem expostos justamente no início de uma fase decisiva da disputa eleitoral.
Um dos principais sinais de divisão está na relação entre Wellington Fagundes e José Medeiros (PL), candidato ao Senado pela mesma sigla. Medeiros já declarou que não pretende pedir votos para o correligionário, evidenciando a distância política entre os dois projetos. O episódio demonstra que a presença de candidatos do mesmo partido em uma composição eleitoral não necessariamente representa unidade de discurso ou de estratégia.
A aliança firmada com o MDB comandado pela deputada estadual Janayna Riva, também se tornou um dos pontos de tensão dentro do grupo liderado por Wellington Fagundes. A composição teria sido estabelecida após a Convenção Partidária e enfrentado resistência de setores identificados com o bolsonarismo mais alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A divergência acrescenta mais um elemento de instabilidade a uma candidatura que busca ampliar sua base política durante o período de campanha.

No palanque governista, as dificuldades de articulação também aparecem em diferentes frentes. O deputado federal Fábio Garcia (UB), que deixou a composição inicialmente articulada com o governador Otaviano Pivetta, passou a desenvolver sua própria campanha sem destacar, em seus materiais eleitorais, a presença do antigo aliado. O episódio reforça a percepção de que a formação das alianças não eliminou as disputas internas entre os grupos políticos.
A situação evidencia uma característica recorrente das campanhas eleitorais: alianças formais nem sempre resultam em atuação conjunta no cotidiano político. Quando candidatos pertencentes ao mesmo campo deixam de compartilhar agendas, discursos e materiais de divulgação, as diferenças entre os grupos tornam-se perceptíveis ao eleitorado e podem dificultar a construção de uma identidade eleitoral comum.
Na centro-esquerda, a composição para o Senado formada por Carlos Fávaro (PSD) e Pedro Taques (PSB) também apresenta sinais de distanciamento político. Embora a divergência seja descrita de maneira menos explícita, pessoas próximas aos dois grupos apontam dificuldades de sintonia entre as candidaturas. A percepção predominante é de que os projetos seguem trajetórias próprias, com pouca integração entre as respectivas agendas.

A ausência de uma atuação coordenada entre candidatos que integram a mesma chapa pode produzir efeitos sobre a estratégia eleitoral. Em uma campanha marcada pela necessidade de ampliar alianças, organizar agendas e estabelecer mensagens convergentes, a falta de sintonia tende a tornar mais complexa a comunicação com o eleitorado e a mobilização das estruturas partidárias.
O quadro observado nos diferentes palanques demonstra que o início da campanha em Mato Grosso é marcado não apenas pela disputa entre projetos eleitorais, mas também por negociações internas e divergências entre grupos que, formalmente, compartilham alianças. Wellington Fagundes, Otaviano Pivetta, Fábio Garcia, José Medeiros, Janaina Riva, Carlos Fávaro e Pedro Taques aparecem inseridos em composições nas quais a unidade política ainda passa por diferentes níveis de consolidação.
Com a campanha em fase inicial, os próximos movimentos deverão mostrar se as atuais divergências serão administradas pelas lideranças ou se permanecerão como marcas das respectivas alianças. A disputa eleitoral, portanto, começa em um ambiente no qual a formação dos palanques ainda não representa, necessariamente, convergência entre seus integrantes, deixando evidente que a consolidação das estratégias políticas será um dos principais desafios das candidaturas ao longo do processo.
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