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ACREDITANDO PRA NÃO PERDER A AMIZADE

Pavimentação em Cuiabá é a “promessa” que mexe com a cidade

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Eitaaa Cuiabá, esta Cuiabá de meus amores, como você está movimentada nestes últimos dias! Todos os dias milhares de pessoas trafegam pelos diversos espaços da querida capital de todos os mato-grossenses.

Cuiabá uma cidade com 3.538 km quadrado em extensão, possuí 694 mil habitantes, e quase 600 mil veículos entre carros, motos, caminhões, ônibus e demais maquinários pesados em circulação.

Por conta do grande fluxo de pessoas e veículos leves e pesados, diversos problemas podem ser identificados em vias urbanas.

Esse fluxo é responsável pela ocorrência de acidentes em grandes proporções, seja por falhas humanas, sinalização de trânsito inadequada ou inexistente e até mesmo danos estruturais que comprometem a segurança em vias.

Por esse motivo, a manutenção viária torna-se um tema de interesse público. Afinal, uma via precisa comportar todas essas pessoas e veículos com índices de qualidade satisfatórios.

Entretanto, contudo, todavia, uma cidade moderna e bem estruturada não se preocupa apenas em realizar a manutenção de suas ruas e avenidas.

Há outros fatores que proporcionam conforto, harmonia e segurança no deslocamento da população que também necessitam de cuidados especiais. Um deles trata-se das áreas paralelas as vias destinadas exclusivamente aos pedestres: as calçadas.

Um rápido levantamento do núcleo duro dos cabeças pensantes do Boteco da Alameda, aponta que em Cuiabá existem calçadas estreitas, buracos, degraus, postes, faixas de travessia apagadas, semáforo ausentes ou deficientes, ambientes poluídos e ausência de locais para descanso e refúgio de dias quentes ou da chuva.

Bom…, sem falar que quando chove… sai de baixo, senão você roda com as correntezas em alguns locais de nossa querida e amada por todos, Cuiabá de meus amores.

Tudo isso afeta diariamente o simples ato de andar pelas vias públicas de forma ergonômica, sustentável e seguro.

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Além das calçadas, os serviços de limpeza, coleta de resíduos e o manejo de vias arborizadas também fazem parte do conjunto de manutenção viária.

Todas essas ações atuam como prevenção a possíveis acidentes, uma vez que se passa a levar em consideração todos os aspectos que ofereçam riscos ao deslocamento da população.

Dessa forma, a manutenção se torna eficiente e gera segurança, assegurando o direito de ir e vir de todos aqueles que utilizam essa estrutura.

No período eleitoral, candidatos e partidos políticos investem em elementos de diferenciação no enfrentamento da concorrência cada vez mais acirrada pelo voto. A principal estratégia é desenvolver uma imagem positiva do candidato e do partido junto à população, utilizando um discurso de defesa de causas sociais, especialmente o combate à pobreza, fome e miséria. Ferramentas da publicidade e propaganda são empregadas para construir e fortalecer a imagem do candidato, tratando-o como produto que necessita despertar empatia nos eleitores consumidores.

Em seus discursos, os candidatos prometem “cuidar” das necessidades da população carente, numa atitude que esvazia a noção política da cidadania: a responsabilidade do indivíduo pelo destino da sociedade em que vive.

As consequências são drásticas para a sociedade, pois impõem um retrocesso na forma e conteúdo das lutas sociais por direitos, além de aumentar o processo de despolitização.

Pavimentação o cenário

O sonho do asfalto em alguns bairros virou realidade, em outros pesadelos. Algumas obras estão abandonadas em trechos dos bairros. A situação é de extremo: ou chove muito e a população fica “ilhada” e o bairro impera na região ou a poeira toma conta do local.

Em um cenário visual da situação, as ruas que não receberam asfalto são de terra. Em dia de chuva, é impossível passar de carro, motocicleta, ônibus, enfim, qualquer meio, porque as chances de atolar são grandes.

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Nos dias mais secos, os buracos e desníveis das pistas “pegam” os veículos de jeito. Os carros vivem no mecânico. A poeira também impera, o que leva a diversos problemas respiratórios, que vão de alergias a bronquite.

Ah, o Boteco vai falar!

Era uma rua muito engraçada, não tinha asfalto, não tinha nada, mas na eleição uma meta bem arrojada: atingir a marca de 300 Km de asfalto em quatro anos”.

Hum caiu aqui! Considerando que cada quilômetro de asfalto custa R$ 1,5 milhão. Considerando que a largura de uma rua são sete metros, podemos acreditar que: não, não é possível… é sério? Fora a drenagem, sarjeta, meio fio, drenagem profunda, eitaaa lasqueiraaa!

Então vai precisar no mínimo R$ 1 bilhão. Tá bom, tá bom, tá bom, será feito em Concreto Betuminoso Usinado e Quente (CBUQ), que é mais nobre que tem hoje, ou será aquele que é casquinha de ovo?

Nem vou questionar mais nada, deixa prá lá, porém, pega a visão: é triste para os eleitores se sentirem enganados.

Vai chegar um momento que não haverá mais credibilidade e ninguém mais acreditará nessas promessas eleitorais. Já houve uma grande abstenção nas últimas eleições. Se o voto não fosse obrigatório seria muito pior. Nos países do primeiro mundo ninguém é obrigado a votar.

A população vai com satisfação escolher seus representantes. Lá as promessas são cumpridas, o eleitor enxerga seus impostos sendo utilizados na Educação, na Saúde, na Segurança, no Asfalto. Lá os eleitores são cidadãos.

Pena que aqui no Brasil e principalmente em Cuiabá, quem deveria ser respeitado só tem valor na hora de depositar o seu voto.

PS: para quem passou a vida ouvindo promessas… asfalto 100% já é demais.

Segue o fluxo!

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Política

Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual

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Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.

A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.

O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.

Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.

Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.

A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.

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A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.

No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.

Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.

No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.

A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.

Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

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O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.

A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.

No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.

Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.

A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.

Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.

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