Search
Close this search box.

Política

Após cassação de “Moro de Saias”, Prefeitos querem Neurilan na disputa da vaga para Senado

Publicados

em

Esquenta a disputa para fazer parte da chapa majoritária na próxima eleição para o senado da republica na vaga da Senadora cassada Selma Rosane Santos Arruda do Podemos, que agora apareceu um novo postulante do Partido Liberal (PL) interessado na vaga.

Temos tamanho partidário e votos, questões que devem ser levadas em conta para a escolha de um Senador da Republica. Estamos aguardando o tempo, as discussões devem esquentar ainda“.

Um manifesto suprapartidário com 82 nomes de lideranças políticas do Estado de Mato Grosso, defende o nome do presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM/MT), Neurilan Fraga ao Senado, por considerá-lo influente liderança municipalista nacional.

O presidente do Partido Liberal em Mato Grosso, Senador Wellington Antônio Fagundes, confirma o nome de Neurilan Fraga para a disputa ao Senado, acrescentou que ele é peça importante na luta em defesa do municipalismo nacional.

É legítimo o manifesto dos prefeitos, eles querem um representante da classe em Brasília para defenderem seus direitos e levantando a bandeira em defesa dos municípios”. Afirmou o líder do PL em Mato Grosso.

O Neurilan é um líder nato, muito atuante, respeitado no Brasil inteiro, e vejo com alegria o posicionamento dos prefeitos em defesa do seu nome ao Senado”. Acrescentou Wellington Fagundes.

Cassação da Senadora do Podemos

Conhecida como “Moro de Saias”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por seis votos a um, cassar o mandato da Senadora Selma Arruda (PODE/MT) e de seus suplentes.

Leia Também:  "É uma revelação política e vai nos impulsionar muito para alcançarmos a vitória nessa eleição"

A parlamentar é acusada de Caixa 2 e abuso de Poder Econômico na disputa eleitoral de 2018, o que sua defesa nega.

O Tribunal Superior Eleitoral também declarou que a parlamentar está inelegível por um período de 8 anos, e determinou que sejam convocadas novas eleições para Senador no Mato Grosso.

Ela pode permanecer no cargo até a publicação do acórdão (a decisão do tribunal), o que não tem data prevista para acontecer. Só após a publicação o Senado poderá notificar a Senadora.

Selma Arruda tece seu mandato cassado também pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TRE/MT), pode recorrer da decisão do TSE, mas isso não impediria a perda do mandato, que é efetivada, sem necessidade de votação pelo Senado (Mesa Diretora, também liderada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre).

Antes do início da campanha oficial, ela recebeu um empréstimo de seu suplente, o fazendeiro Gilberto Possamai, no valor de R$ 1,5 milhão, a soma não foi informada à Justiça Eleitoral. Com este dinheiro, ela contratou empresas de pesquisas e de marketing antes do início da campanha formal.

Leia Também:  Petista confirma visitas múltiplas de Lula para resistências e dialogar com o Agronegócio

Para a acusação, trata-se de Caixa 2 e deAbuso de Poder Econômico”, pois ela teria antecipado o início da disputa eleitoral. Já a defesa da senadora alega que não se tratava de atos de campanha, e que os gastos não precisavam ser declarados.

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Política

Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual

Publicados

em

Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.

A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.

O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.

Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.

Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.

A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.

Leia Também:  Vadjú da promessa de Cidade Industrial a maior favela do Estado

A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.

No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.

Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.

No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.

A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.

Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

Leia Também:  Prefeita eleita reafirma o compromisso de levar água para os moradores de Várzea Grande

O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.

A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.

No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.

Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.

A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.

Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA