GRANDE DILEMA

Sextou Emanuel, e aí, reabre shoppings, academias, bares e boates?

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A “COVID-19” não é uma doença difícil de evitar. É muito importante seguir as recomendações de prevenção como lavar as mãos, utilizar álcool gel, cobrir a boca ao tossir, dentre outras, mas basta fazer isso e se alimentar bem que é possível manter a situação sob controle. Mas é importante manter a disciplina nessas medidas.

A “Pandemia” mais uma vez mostrou a importância de um sistema forte de Saúde Pública. Portanto, não há motivo para pânico, basta ter responsabilidade no cumprimento das recomendações dos órgãos de saúde e na divulgação de informações verdadeiras a respeito, combater a desinformação e as “Fake News” e, claro, defender o SUS!

Um grande dilema que o emedebista e Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro esta enfrentando no dia de hoje (22). Como reabrir shoppings, academias e bar, sem pôr em risco tudo que já foi feito para controlar as infecções por Coronavírus.

Fechados desde o dia 2 de março, por determinação das medidas do Decreto Municipal, os proprietários de lojas e outras atividades vivem a expectativa de reabrirem as portas normalmente.

O prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro, assegurou que hoje após receber o relatório que indica se flexibiliza as medidas, com a abertura ou não.

O sinal em alerta, nos faz refletir: mesmo sabendo que um município não pode abrir mão do isolamento, mesmo sabendo que com abertura poderá aumentar o contágio e, mesmo neste meio de debates éticos e filosóficos, a pergunta que Emanuel Pinheiro precisa responder para a população: quanto custa salvar uma vida?

A população sabe que o cenário de confinamento aumenta o impacto da recessão econômica, porém tem o potencial de evitar a morte de dezenas de pessoas.

Porém precisamos entender que as pessoas atualmente vive com medo, insegurança, reduzem naturalmente seu consumo e trabalho por conta do impacto da epidemia em suas vidas.

Senhores gestores públicos, empresários e autoridades, entendam de uma vez por todas: com o isolamento social ou sem, haverá recessão econômica, ou seja, independentemente de políticas de confinamento.

O momento atual pede cautela, esteja ciente que a política ótima é a procura pelo equilíbrio entre custos e benefícios.

Brasil observa outros países que tiveram diminuição na curva de contaminação abrirem suas lojas e restaurantes novamente. Alemanha, Nova Zelândia e até a Itália, o sexto país mais afetado pela COVID-19, já reabriram o comércio.

Para os lojistas de Shopping Center e o setor de franchising, alguns municípios podem permitir imediatamente a abertura dos estabelecimentos. Outras entidades, porém, pregam “cautela” e a retomada depois da diminuição da curva de contaminação.

A situação no setor de Shopping Centers não é nada animadora. Apenas 12% dos 105 mil lojistas no Brasil estão com as portas apertas. Mais de 480 dos 577 Shoppings brasileiros estão fechados.

Desde o início do “Isolamento Social”, os lojistas registram prejuízo estimado em R$ 27 bilhões pela entidade que representa o setor, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Cerca de 300 mil postos de trabalho devem ser fechados nas lojas em Shoppings Centers.

Alguns comerciantes dentro dos Shoppings Centers de Cuiabá fecharam suas portas, não aguentaram o longo tempo de espera, e demitiram seus funcionários.

Nota da redação

Não adianta falar em máscara e distanciamento e abrir academias, shoppings, bares, boates e depois jogar a culpa na população.

Se ainda não se ligaram, as medidas de isolamentos são fundamentais agora. Se liguem internautas que o foco atual, diz, é evitar a propagação da doença, enquanto se aprende sobre a imunização da sociedade a fim de superar a “Pandemia”.

Preste atenção, Cuiabá vive com intensidade a situação, no último boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES/MT) que aponta crescimento.

E fica a dica: depois não joguem a responsabilidade não só no povo, assumam que são os culpados.

Cuiabá até aqui está fazendo o dever de casa. Só que não pensem: quem fez o dever de casa poderá ficar confortável.

Aproveitando a dica, Emanuel tenta uma harmonização com as demais autoridades com um único discurso, pois o contrário faz uma confusão na cabeça da população.

Para finalizar, Emanuel Pinheiro, conforme já publicado pelo Blog do Valdemir, Cuiabá tem nível de vulnerabilidade geográfica alta da propagação do novo Coronavírus. Querem mais? A incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) está nível muito alto, considerando o histórico de Mato Grosso.

Finalizando, Cuiabá tem situação que precisam ser adequada. Porém, a gente está aqui para obedecer. Por enquanto!

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Destaques

Taxa de desemprego aumenta em Mato Grosso; agora achamos a nova desculpa: “Coronavírus”

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A rotina nos últimos dias é de pessoas indo buscarem oportunidades no mercado de trabalho na Internet. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego aumentou em 9,1%, em Mato Grosso.

O dado nos coloca na 6° colocação no ranking de Estados em que o desemprego mais cresceu desde o trimestre encerrado em dezembro do ano passado.

Nos próximos meses, muito será debatido sobre as políticas públicas para a geração de empregos e renda no nosso lindo Brasil…a eleição esta ai batendo em sua porta.

Falar de desemprego no Brasil atualmente é muito difícil, tendo em vista o atual momento de nossa economia. A cada três novas pessoas desempregadas no mundo, uma será brasileira. Enfrentando a maior taxa de desocupação do país, somos a população que aguardará a reviravolta deste quadro apenas nos próximos anos, quando a Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê o retorno do crescimento de postos de trabalho no Brasil, junto com a economia. Enquanto isso, o governo federal aposta em prazos mais curtos.

Mais não se assustem caros leitores do Blog do Valdemir, o desemprego vai se aprofundar em Mato Grosso, e a culpa será de quem? Coronavírus. Porém, como consequência da incapacidade dos nossos gestores públicos em dar uma resposta à Pandemia da Covid-19. Assim temos um bom motivo para estarmos preocupados com tanto a trajetória da “Pandemia”, como com a capacidade de implantar medidas para reagir a isso.

A verdade é que os estados que realizaram amplos testes com sua população tem conseguido proteger um maior número de empregos.

Entretanto, estudos revelam que o desemprego está tendo “crescimento devastador”, entre os jovens e que já há desde fevereiro um aumento “substancial” do desemprego entre essa camada, que, não só está destruído seu emprego, como também está atrapalhando a educação e a formação e colocando grandes obstáculos no caminho daqueles que buscam entrar no mercado do trabalho ou se movimentar entre empregos.

Falando sério

Muito bem! Em síntese, podemos dizer que os dados dos estudos realizados sobre o aumento do desemprego expressam uma relativa permanência do quadro de um mercado de trabalho desestruturado, que não se recuperou da crise 2015/2016. As orientações políticas encaminhadas pelos nossos gestores para enfrentar a crise do emprego não trouxeram os resultados prometidos. A insistência nas políticas ou ajuste fiscal e de progressivas ondas de reforma trabalhista e previdenciária, não cumpriram as promessas de incrementar a economia e gerar empregos.

Número de desempregado em MT

O número do aumento de desemprego no Estado, no momento não tem como afirmar, quantas pessoas perderam o seu emprego, já que, no momento, pode-se sentir as dificuldades de obtenção de dados relativos ao desempenho do mercado de trabalho.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC/IBGE) está começando a fazer experiência de realizar a pesquisa por telefone. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério da ECONOMIA também enfrentam problemas na coleta e, portanto a divulgação está em atraso, tornando ainda mais complicado e análise dos desdobramentos da crise sobre o mercado de trabalho.

A verdade é que ainda é cedo para fazer alguma previsão do número de desemprego, mais precisa em Mato Grosso.

Porém os cenários pessimistas das estimativas (taxa de desemprego mais próxima de 20% a 25% ao final do ano) parecem fazer mais sentido diante da velocidade que o processo de paralisação das atividades tem acontecido, o que nos leva a crer um forte crescimento do desemprego, caso os gestores públicos de Mato Grosso, não anunciem novas medidas para combater oCoronavírus, para preservar, de fato, os empregos e de transferência de renda.

“Efeito pandemia”

Embora já esperasse o “efeito pandemia“, o reflexo que acontece no país inteiro deixa os municípios em uma situação muito difícil, já que sozinho não tem fluxo de caixa para permitir as empresas serem as retomadas.

Assim a importância das campanhas coletivas e o apoio do Governo com aporte financeiro a pessoas físicas e liberação de crédito as empresas, o que na verdade não é garantia de retomada, é só para evitar o pior.

A retomada das atividades econômicas também tem suas implicações, que variam com as características das atividades, já que, enquanto as lojas sofreram com o fechamento, sua abertura possibilita uma volta rápida, já para a indústria o ciclo é mais longo, desativar uma linha é algo mais complexo. Porém, ao mesmo tempo quando isso acontece, a indústria consegue chamar um maior número de trabalhadores.

Nota da redação

Para o próximo semestre, muita gente vai optar pelo empreendedorismo porque o mercado de trabalho não vai voltar completamente. Empreender vai ser uma saída para 2021/2022. Esse cenário deve provocar um aumento significativo no número de microempreendedores individuais em Mato Grosso.

Atualmente, quem já tem o próprio negócio, em muitos casos tenta sobreviver, já nos últimos dias do mês de junho.

Tudo culpa do Coronavírus

O Coronavírus está sendo para muitos políticos, a melhor coisa que acontece. Agora terás desculpa para tudo.

O dólar subiu? Coronavírus. Palmeiras perdeu? Coronavírus. A Saúde está péssima, não tem remédios e leitos de UTIs? Coronavírus. Ninguém me parabenizou no meu aniversário? Coronavírus.

Esta pandemia vai ser desculpa perfeita. Pode cair o mundo que vamos dizer que foi por conta do Coronavírus.

Enfim, se a coisa for pro beleléu, eu digo que foi culpa do Coronavírus, se não for os políticos dirão: foi graças a mim.

Eitaaa Mato Grosso…, um Estado bom demais é assim: a população fica com a culpa das coisas ruim e, dá o crédito das coisas boas para os políticos.

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