AS PROMESSAS DE CAMPANHA NÃO CUMPRIDAS
Quatro barbaridades cometidas por Nenel a frente da Prefeitura de Cuiabá
“Para ser persuasivo, é necessário ser confiável; para ser confiável é preciso ser merecedor de confiança; para ser merecedor de confiança é fundamental que seja sincero“.
Eita lasqueira, segundona chegou e o Boteco da Alameda pega o recibo de Nenel Pinheiro: “eu já fui prefeito eleito e reeleito, o que eu tenho que ficar liderando processo de sucessão eleitoral? ”
Eitaaa, não precisa ficar nervoso, o senhor não está preocupado em eleger o seu sucessor?
“A população me quer para resolver os problemas deles. Emanuel, vai tapar o buraco da cidade, concluir as obras, melhorar mais ainda“, completou Nenel Pinheiro.
O menino da Rua Joaquim Murtinho tá de brincadeira, então vai resolver os problemas do povo cuiabano em sete meses? Tem que tirar o chapéu para o Nenel, realmente ele se preparou bastante e trabalhou muito bem a oratória.
Tá bom…, tá bom…, os políticos precisam saber usar técnicas de comunicação persuasiva e falar com convicção para convencer.
Entretanto, contudo, todavia, no Boteco da Alameda não tem essa influência persuasiva, não encaixa, senão venhamos e convenhamos: Desde que começou uma queda vertiginosa em sua popularidade, o alcaide cuiabano Nenel Pinheiro, iniciou uma ofensiva para tentar mostrar o lado “moderno” de sua administração.

A realidade, porém, é bem diferente da fantasia criada pelos “marqueteiros” de Nenel, empenhada em abrir uma trincheira na lona das eleições de 2022. Para quem não se lembra, a votação da primeira dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, foi de apenas 66.699 votos (21,43%).
Não é preciso ser cientista político, nem Ph.D., em urbanismo para entender o tombo de Nenel nas pesquisas. Basta andar pela cidade para saber por que o seu índice de rejeição é tão alto. Ao contrário do que ele diz, sua popularidade tem pouca ou nenhuma relação com o governo Mauro Mendes e com escândalos de corrupção que abalaram o Palácio Alencastro.
Tem a ver principalmente com ações populistas que Nenel tomou no início de 2019.
Diante de seus feitos em sete anos de governo, Nenel Pinheiro se habilita desde já a conquistar um lugar privilegiado na galeria dos piores Prefeitos de Cuiabá em todos os tempos. Se chegar lá, como tudo leva a crer até agora, Nenel deverá se unir no pódio junto com Francisco Bello Galindo, o Chico Galindo, que governou a cidade de 2010 a 2012.
Chico e Nenel, dois ícones da má gestão da cidade.
Abaixo, você pode conferir algumas barbaridades cometidas por Nenel Pinheiro a frente da Prefeitura de Cuiabá, que jamais serão esquecidas pela população.
Abandono das ações para recolhimento de mendigos, sem-teto e “nóias” das ruas
Cuiabá nunca teve tantos mendigos e sem-teto improvisando moradias e criando novas favelas em áreas públicas, em especial em praças e embaixo de viadutos da Avenida Rubens de Mendonça, Miguel Sutil e Fernando Correa da Costa, que são artérias vitais para o deslocamento da população, a região central e o Centro Político Administrativo.

Não há um ponto da cidade em que não tenham surgido barracos e acampamento nos últimos anos. Na ponte do Porto chegam a instalar corda para descer as suas “moradias”, localizadas na parte de baixo da ponte.
Hoje, fora os problemas dos sem-teto, há ainda a proliferação dos “nóias”, como são chamados os viciados em crack, praticamente inexistentes na época de outros prefeitos.
Eles se espalharam pela cidade e costumam se reunir em túneis para fumar a “pipa”, sem qualquer ação da Prefeitura de Cuiabá.
O emedebista Nenel Pinheiro mostra total desconhecimento do vício e do tratamento que eles deveriam receber.
A desvalorização do patrimônio histórico
Como se tudo isso não bastasse, o prefeito cuiabano Nenel Pinheiro ainda conseguiu detonar as ruas: de Baixo, hoje Galdino Pimentel, do Meio (por onde circulavam as pessoas mais simples) hoje Ricardo Franco e a de Cima (os moradores eram os que decidiam os destinos de quem vivia na Capital) atual Pedro Celestino.
A “invasão” dos visitantes está assustando comerciantes e frequentadores tradicionais dos bares, restaurantes, galerias.
Muitos comércios foram transformados em latrina a céu aberto. Muitos imóveis foram até depredados. Isso sem falar no barulho produzido pelos “nóias” até o amanhecer.

Centro de Atendimento ao Turista
O Centro de Atendimento, foi inaugurado durante a Copa do Mundo, para receber turistas do Brasil e do mundo para tirar dúvidas sobre as atrações da capital, entretanto, o local está abandonado.
No momento, o local está tomado pelo mato e pelo lixo. Ao redor, há tapumes de proteção, porém, não impede que seja invadido, principalmente por usuários de drogas que circulam na região.
Parque Antônio Pires de Campos
O nosso famoso “Morro da Luz”, um lugar que um dia incluí praças e trilhas rodeadas de área verde, hoje é espaço para lixo, cobertores velhos, resquícios de fios de luz e latinhas improvisadas para o consumo de entorpecentes.
Eitaaa “Morro da Luz”, na última vez fez que foi revitalizado há 26 anos, diversos projetos chegaram a ser anunciados por gestores da cidade, porém, nenhum saiu do papel.
O “Morro da Luz” que deveria ter vários atrativos turísticos, com shows culturais, feiras gastronômicas, torre com restaurante panorâmico. Só discursos!
E aí Edu Botelho, Abílio Brunini, Ludio Cabral entres outros pretensos candidatos a Prefeito de Cuiabá, vão ficar também só no discurso?
Caso os senhores pré-candidatos não saibam, o “Morro da Luz” é localizado no coração de Cuiabá e proporciona um ambiente com até 4°C a menos que a temperatura da área urbanística.

Senhores pré-candidatos a Prefeito de Cuiabá, saibam que o “Morro da Luz” tem tudo para se tornar um cartão de visita e ajudar a alavancar a economia da região (nem sei para que mandar recado, eles não vão ter coragem de garantir para a população a revitalização).
Então, saí Nenel Pinheiro entra o próximo pretendente que quer cuidar de nossa querida e quente cidade de todos os mato-grossenses e vamos continuar com o abandono total de Cuiabá.
Senhores navegantes do Blog do Valdemir, sabiam que a inclinação elevada do “Morro da Luz” possuí 115 degraus, o “isolando” do Centro Histórico da Cidade?
“Um compromisso com vistas a realizar ou produzir algum resultado, de forma que seja possível estimar objetivamente se a ação foi ou não realizada ou o resultado produzido. Se um partido se compromete com algum tipo de mudança e se pode igualmente argumentar veementemente que esta mudança ocorreu ou não, então a “promessa” é considerada muito vaga ou sobrecarregada de valores para ser considerada um “real” compromisso. Em vez disso, é considerada principalmente uma declaração retórica“. (Royed, 1996, p.79).
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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