2º SEMESTRE NA CASA DE LEIS NEBULOSO
Cenário de “oposição” ganha força com disputa pela Mesa Diretora em Cuiabá
A caneta do poder está gerando efeito reverso destruindo o que restava de uma base. Até parece que os vereadores de Cuiabá, ficaram com invejinha dos holofotes voltados para Câmara Municipal de Várzea Grande, devido os resultados das últimas sessões realizadas no Palácio Pascoal Moreira Cabral, quando rolou quase tudo, teve gritos, discussões, acusações, revelações, revoltas, apontamentos, e até “menino mimado bravinho”, que mostrou ser vingativo quando é contrariado.
“Cabeças estão rolando, servidores indicados por quem faz crítica ao menino mimado, pode passar no RH, porém vale ressaltar que: a vingança nunca é plena, mata a alma e envenena, o mundo da voltas e ninguém sabe as condições da próxima eleição”.
Desde o início dos trabalhos do Legislativo de 2026, quando começaram os primeiros rumores sobre a próxima eleição da Mesa Diretora da Casa de Leis, que algo vinha dando sinais de que não seria um baile de valsas, com o passar dos dias e meses o ritmo foi ficando mais acelerado, e hoje, mais parece um verdadeiro Lambadão Cuiabano.
O “PODER” da máquina municipal vinha fazendo toda diferença, delegando ações que até então surtiram efeitos vantajosos, porém, parece que para cada vereador conquistado, perdeu três nos últimos dias.

Os embates consistem na intenção da permanência da vereadora pelo Partido Liberal (PL), Paula Kalil, na presidência da Câmara Municipal de Cuiabá, mas para isso acontecer, teria que mudar a regra do jogo, agora, no meio da partida, bem coisa daqueles meninos dono da bola de capotão, que quando começava perder, inventa até jabuti em arvore, ou decretava, “se não for assim, vou embora com a bola e ninguém joga mais”.
Para mudar o regimento interno da Casa de Leis cuiabana, é necessário ter bem mais que a maioria dos votos dos vereadores, condições que hoje não transmite a realidade, pelo contrário, vai se agravando ainda mais, seguindo para um caminho equivalente a uma persona non grata.
Diante dos fatos apresentados por vários vereadores nos últimos dias, é correto afirmar que o time da presidente da Casa de Leis, vereadora Paula Kalil, vem sofrendo fortes baixas, e a oposição ganhando musculatura, segundo informações de fontes ligadas aos corredores da Câmara Municipal de Cuiabá, repassadas para equipe de reportagem, hoje, o Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, Abílio Brunini (PL), já conta com a minoria na Casa de Leis, dos 27 vereadores, apenas 7 deles estaria fidedignamente defendendo suas ideias, situação que agrava as condições de qualquer gestor público municipal, como acontece na cidade vizinha, Várzea Grande, onde o Executivo e Legislativo seguem no modo dia e noite, água e azeite.
Caso venha confirmar toda essa reviravolta no parlamento cuiabano, a derrota na disputa pela Mesa Diretora da Casa de Leis, é praticamente certa, sem falar de uma base maciça de oposição com a maioria, um cenário verdadeiramente tenebroso, para qualquer prefeito, porém…, como todo limão pode virar uma limonada, será a desculpa perfeita para quem não conseguiu fazer praticamente nada para que foi eleito, a culta vai deixar de ser de Nenel Pinheiro, do tempo, e cairá nas costas dos vereadores, que não vão aprovar algo a toque de caixa.
Se já estava difícil para o povo, quando a maioria era a favor da gestão, para o próximo semestre só muito Jejum, Oração, Novena, Missa de São Benedito e Procissão de Nosso Senhor de Bom Jesus, para cuidar dos cuiabanos.
Política
PL convoca convenção em Mato Grosso sob “Tensão e Racha” entre prefeitos
O Partido Liberal (PL) de Mato Grosso enfrenta uma severa crise de alinhamento interno diante da expressiva resistência de seus principais prefeitos em declarar apoio à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo do Estado. Os gestores municipais Flávia Moretti, de Várzea Grande, Abilio Brunini, de Cuiabá, e Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, sinalizam franca preferência política pela reeleição do atual governador, Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos.
O impasse reside no conflito de interesses regionais e nas alianças locais estabelecidas pelos mandatários, os quais divergem abertamente da estratégia centralizada da cúpula partidária mato-grossense. Essa dissonância estratégica gerou ruídos e atritos internos profundos, levando os prefeitos a buscarem canais de interlocução diretamente junto à Executiva Nacional da legenda em Brasília para mediar o severo dissídio.
Para mitigar o desconforto institucional e conter o esfacelamento de sua base, as lideranças municipais tentam articular soluções intermediárias que evitem uma ruptura definitiva com a agremiação.
Cenário Atual
Flávia Moretti: A Prefeita de Várzea Grande declarou que não garantiu o seu voto e vai se manter neutra até a realização das convenções partidárias. Ela e outros gestores buscaram alinhamentos na executiva nacional para lidar com esse impasse.
Abilio Brunini: O Prefeito de Cuiabá tem tentado evitar o desconforto defendendo um acordo geral onde o PL indicaria o vice na chapa de Pivetta.
Cláudio Ferreira: O Prefeito de Rondonópolis está fortemente inclinado em apoiar Pivetta, o que causou ruídos internos com a cúpula do PL no Estado.

O desfecho oficial para essa complexa queda de braço partidária ocorrerá no dia 5 de agosto de 2026, data limite estabelecida pelo calendário oficial da Justiça Eleitoral para a homologação das candidaturas. A escolha estratégica do último dia do prazo legal visa garantir tempo adicional para a maturação das negociações políticas e para a pacificação dos ânimos inflamados entre os correligionários.
O cenário geográfico e político desse embate concentra-se no Estado de Mato Grosso, uma região de expressiva relevância econômica no Agronegócio Nacional e onde o Partido Liberal (PL) detém uma base parlamentar robusta. A Convenção Estadual unificada, estruturada especificamente para congregar todas as forças regionais, servirá como o “Grande Tribunal Político” para a definição dos rumos majoritários e proporcionais da sigla.
O objetivo primordial da convocação compulsória feita pela liderança do Partido Liberal (PL) é sedimentar a união formal da legenda e assegurar que toda a densidade eleitoral dos prefeitos seja canalizada para o projeto majoritário próprio. O presidente estadual da sigla, Ananias Filho, preconiza a centralização de esforços e a “fidelidade partidária rígida” como pilares indispensáveis para a sobrevivência e o fortalecimento do partido nas urnas.
O evento político congregará, além dos três prefeitos rebeldes das maiores cidades do estado, deputados estaduais, deputados federais, vereadores e uma vasta rede de lideranças municipais e regionais da agremiação. A maciça presença do funcionalismo político partidário é vista pela presidência como uma demonstração pública indispensável de força e controle institucional perante o eleitorado e os adversários.
Embora se trate de uma deliberação de alta relevância, a Executiva Nacional do Partido Liberal (PL) adotará uma postura de distanciamento físico, conferindo ao encontro um caráter estritamente regional e isolado de interferências externas.
O dirigente Ananias Filho confirmou a ausência de convite formal ao presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, em virtude do envolvimento deste nas complexas articulações e convenções em outros estados da federação.
O reflexo dessa instabilidade interna reverbera diretamente no tabuleiro das forças políticas concorrentes em Mato Grosso, que monitoram atentamente a fragmentação do partido de oposição. A indefinição do PL tensiona o arco de alianças e altera substancialmente a correlação de forças na disputa pelo Palácio Paiaguás, influenciando as estratégias de agremiações de centro e de esquerda no território mato-grossense.
Diante do encerramento do cronograma de convenções pelo Partido Liberal (PL), os próximos dias serão marcados por intensa movimentação, iniciada pela Federação Brasil da Esperança em 25 de julho, seguida por União Brasil (UB), Progressistas, Podemos e o próprio Republicanos.
O desfecho dessa intrincada engrenagem eleitoral redefinirá por completo a governabilidade regional e os rumos das coalizões partidárias nos meses subsequentes.
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