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Política

Palácio Paiaguás: disputa acirrada marca cenário eleitoral

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Sextouuu! Caros amigos leitores e os frequentadores do Boteco da Alameda. Hoje o clima está bom, e o “Guri refestelado da Guarita”, apareceu cedo por aqui, até parece que bateu “correição”, (um termo usado pelos cuiabanos, alguém acordou cedo) por lá, e faz pegar sua Monark Barra Forte e seguir para direção do bairro do Porto e esperar o jogo da Copa do Mundo entre Espanha e Bélgica.

Chuta que é macumba“, assim, parece o cenário político no meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, pois agora, a cúpula do “Comitê da Maldade”, está colocando as “mangas de fora“, e fazendo rodeio, com “disque me disque” (dito popular de pessoa que fala coisa sem certeza), e como a política não tem lugar resgatando coisas do passado, para colocar à tona, nesta eleição para 2026, falando que foi feito, sem afirmar nada, até porque, nós conhecemos quem é quem na ordem do dia, no “Comitê da Maldade“.

Há…, eles não afirmam, porque caso o seu político estimado, não passar na Convenção Partidária, ele poderá debandar do outro lado…

Recado ao “Comitê da Maldade”, cuidado com o que vocês falam, seus telhados, também são de vidro.

Se por um lado, o “Comitê da Maldade” age para o político que segue comendo pelas beiradas, enquanto uns estão preocupados só com mídia e redes sociais, o outro está articulando, tentando jogar toda sujeira, para debaixo do tapete.

Que que isso em “Nenel Pinheiro”, achou passaria despercebido?

O guri “Refestelado da Guarita”, anda na região, principalmente da região da Rua Joaquim Murtinho, as vezes chega de montar acampamento por ali.

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Bom…, o que se sabe é que: um vai andar de lancha voadora, enquanto outro pode pegar o seu banquinho e sair de mansinho e cá entre nós, pela segunda vez consecutiva estão colocando ela, a Dra. fora do jogo, e quem não se lembra que o PSB do então “Branquelo de Jaciara” tinha feito a mesma coisa, que o PSD está fazendo.

Em tempos de lutas pelos direitos de a mulher participar ativamente da política, poucas estão sobrevivendo, e agora tem gente, que tem em sua capivara, denúncia de “Violência Contra a Mulher”.

Balão de ensaio

Nenel Pinheiro simula nos bastidores atender a uma “convocação espontânea” das bases. Nenel Pinheiro empurra para um cenário de indignação até a convenção.

O verdadeiro plano é testar o tamanho do seu recall eleitoral após deixar o Palácio Alencastro, cercado de escândalos e operações policiais, usando o palanque fictício de governador para barganhar espaço e avaliar sua aceitação pública.

A real engenharia política dessa ofensiva mira um objetivo consideravelmente mais modesto e realista: o seu retorno à Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

E o Podemos?

Bom…, segundo o presidente da sigla, deputado estadual e presidente da Casa de Leis, Max Russi, o partido ainda não definiu qual candidatura apoiará na disputa para o Palácio Paiaguás e para a Casa Alta. A decisão será tomada no dia 29 de julho.

Estamos no prazo de discussão. Acho que nos próximos 20 dias vamos definir isso. Estou intensificando as tratativas com os nossos pré-candidatos. Vou convidá-los para fazermos uma prévia e, a partir dela levarmos a decisão aos partidos que tem interesse, pontuou Max Russi.

E o União Brasil?

Esse é outra sigla cheia de crise, confusão, desentendimento mas…, apesar do acordo sobre a nova data da “Convenção Partidária” para o dia 30 de julho, ainda não encerrou o impasse sobre qual caminho o União Brasil em Mato Grosso seguirá nas eleições de 4 de outubro.

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O “Capitão Jaymão”, demonstra confiança na disputa interna e disse contar com o apoio da maioria dos convencionais.

Segundo ele, dos 50 integrantes com direito a voto na convenção, 35 estariam alinhados ao projeto de candidatura própria ao Palácio Paiaguás.

Nota de rodapé: mesmo com antecipação da “Convenção Partidária” para o dia 30 deste mês, a diferença sobre o futuro eleitoral do União Brasil (UB) ainda dependerá das negociações com a Federação União Progressista.

O Boteco vai falar

O empate técnico entre o liberal Wellton Fagundes e o Republicanos, Otaviano Pivetta, revela uma disputa aberta e altamente competitiva.

O Senador Wellton Fagundes com trajetória considerada na Casa Alta, mantém uma base eleitoral fiel, especialmente no interior do Estado de Mato Grosso.

Já o governador mato-grossense Otaviano Pivetta, tende a se beneficiar da visibilidade administrativa e da estrutura institucional.

A presença do “Capitão Jaymão”, demonstra que o eleitorado está fragmentado e que há espaço para mudanças no cenário.

O “Capitão Jaymão”, pode assumir papel estratégico, seja como alternativa de terceira via ou como peça chave em futuras alianças.

Segue o fluxo!

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Política

Crise política na Câmara de Cuiabá expõe racha entre vereadores

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A primeira sessão ordinária da Câmara Municipal de Cuiabá após a iniciativa do prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) de recorrer ao Poder Judiciário para questionar regras do Regimento Interno que disciplinam a eleição da Mesa Diretora foi marcada por intensos debates, troca de acusações e divergências entre parlamentares. O episódio evidenciou um ambiente de instabilidade política e revelou fissuras até mesmo entre vereadores que integravam a base de sustentação do Executivo Municipal.

O principal foco da controvérsia é a tentativa de modificar as regras que atualmente impedem a reeleição imediata da presidência da Câmara de Cuiabá. A medida interessa diretamente à presidente da Casa de Leis, Paula Calil (PL), que busca viabilizar sua permanência no comando do Legislativo cuiabano. Entretanto, a proposta enfrenta resistência significativa entre os vereadores, que contestam tanto o mérito da alteração quanto a participação do Prefeito da Capital em um assunto considerado de competência exclusiva do Parlamento Municipal.

Durante a sessão realizada na quinta-feira (9), a vereadora Katiuscia Mantelli (Podemos) fez um dos discursos mais contundentes ao questionar a mudança de posicionamento de Abilio Brunini. A parlamentar recordou que, em 2018, o então deputado ingressou com mandado de segurança contra uma alteração regimental semelhante, posicionando-se de forma contrária à possibilidade de reeleição da Mesa Diretora. Segundo ela, a postura atual demonstra incoerência política e representa uma tentativa inadequada de interferir na autonomia do Poder Legislativo.

Em seu pronunciamento, a parlamentar do Podemos, afirmou que não identifica justificativa para a atuação do prefeito cuiabano na Justiça com o objetivo de alterar as regras internas da Câmara Municipal de Cuiabá. A vereadora classificou a iniciativa como uma medida desesperada e afirmou que a atitude demonstra inconformismo diante da possibilidade de derrota política.

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As declarações provocaram reações imediatas entre os parlamentares e ampliaram o clima de tensão durante os trabalhos legislativos.

A dificuldade para alterar o Regimento Interno decorre da falta de apoio suficiente à proposta. Para que a mudança seja aprovada pelas regras atuais, são necessários pelo menos 18 votos favoráveis. Sem alcançar esse número, aliados da presidente passaram a defender uma alteração no quórum exigido para aprovação, estratégia que ganhou força após a ação judicial apresentada pelo prefeito no início da semana.

Segundo os defensores da medida, o objetivo da ação é adequar o Regimento Interno à Constituição Federal e à legislação estadual, permitindo que a alteração seja aprovada por maioria simples. Na avaliação desse grupo, a atual exigência de quórum qualificado estaria em desacordo com normas superiores, o que justificaria a revisão judicial do procedimento adotado pela Câmara Municipal.

Pela primeira vez desde o ajuizamento da ação, Paula Calil comentou publicamente o assunto. A presidente afirmou que considera incoerente defender a possibilidade de reeleição em outros Poderes e rejeitá-la no âmbito da Câmara de Cuiabá. Ela ressaltou que, em 21 capitais brasileiras, a recondução da Mesa Diretora já é permitida e argumentou que seu pedido busca apenas retirar a vedação existente para que todos os interessados possam disputar a presidência em igualdade de condições.

Do outro lado da disputa está o vereador Ilde Taques (Podemos), apontado como principal pré-candidato à presidência da Câmara Municipal da Capital caso a alteração regimental não avance. O grupo liderado pelo parlamentar tem defendido a preservação das regras atuais e sustenta que qualquer mudança deve ocorrer exclusivamente por decisão soberana dos vereadores, sem interferências externas.

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As críticas à atuação do Executivo também partiram de vereadores que anteriormente integravam o grupo político favorável à reeleição de Paula Calil. O vereador Dilemário Alencar (UB), por exemplo, afirmou que não aceita interferência da Prefeitura de Cuiabá, da Assembleia Legislativa Mato-grossense ou de qualquer outro órgão no processo eleitoral interno da Câmara Municipal.

Além de defender a independência do Legislativo, o parlamentar voltou a confirmar sua disposição de disputar a presidência da Casa de Leis.

O embate ganhou novos contornos políticos diante da manifestação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi (Podemos), aliado de Ilde Taques. Russi também criticou a iniciativa do Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, reforçando o entendimento de que a escolha da futura Mesa Diretora deve permanecer como uma decisão exclusiva dos 27 vereadores de Cuiabá.

O episódio amplia a disputa política em torno do comando do Legislativo Municipal e sinaliza que a eleição da próxima Mesa Diretora deverá ocorrer em um ambiente de forte polarização e intensas articulações entre os diferentes grupos políticos.

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