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Nuvens negras passam pelo PSDB de Várzea Grande

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Como já dizia Ulisses Guimaraes, que morreu em um acidente aéreo de helicóptero no litoral de Angra dos Reis, sul do estado do Rio de Janeiro, e seu corpo nunca foi encontrado em 12 de outubro de 1992, “a politica é como uma nuvem”, e é isso que esta acontecendo no munícipio de Várzea Grande nestes últimos dias que antecede as eleições de 2016 para a escolha de quem vai comandar o município durante os 4 anos.

tiao zaeli e willian cardosoEsta semana na Cidade Industrial que se viu foi muita articulação politica no município, e depois de ter afirmado e confirmado que o município de Várzea Grande não teria um candidato pelo deputado estadual Wilson Santos do PSDB, causou muito burburinho na cidade.

Não contente, o empresário e representante do PSDB no município chegou ate de fazer uma visita ao governador Pedro Taques líder maior do partido para fazer um comunicado de que o município tem sim um nome para a disputa eleitoral de 2016 com seu nome e apoio de outros partidos, que encabeçará a chapa com cerca de 10 partidos como o PV, PSD, PT do B, PSDB, PMN, PDT, PMB, PRB e PRTB.

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E uma negociação acabou também acontecendo com o empresário do ramos de gás, o candidato do Partido Verde Alan da Top Gás não vai mais disputar a prefeitura de Várzea Grande como prefeito, e aceitou apoiar a chapa de Willian Cardoso do PSDB como possível nome na chapa de vice.

Outra mudança no município poderá estar acontecendo também com um grupo de partidos composto por Solidariedade, PEN, PHS, PTC e PRP para que empresário e ex-prefeito Sebastião dos Reis Gonçalves, o Tião da Zaeli, venha ser candidato novamente a prefeito do município nas eleições de outubro pelo PSDB no município de Várzea Grande. Zaeli em 2012 renunciou ao cargo de prefeito para evitar responder a um processo na Câmara Municipal que poderia levá-lo à cassação. 

Nessa composição com Tião da Zaeli, falta apenas a definição de nomes que estão sendo escolhidos pelos partidos do Solidariedade, PEN, PHS, PTC e PRP. Outra opção de lançamento de candidatura seria a do PSD que esta sendo presidido em Mato Grosso pelo vice-governador Carlos Fávaro com o nome do medico Dr. Arilson Arruda atual vice-prefeito que rompeu politicamente com a família Campos. 

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Esta indefinição do partido do PSDB em Várzea Grande mostra um "racha" da sigla partidária em prol da escolha do nome de quem será o representante do PSDB no município para a disputa eleitoral contra a então prefeita Lucimar Sacre de Campos dos Democratas.

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Política

Crise eleitoral retira Fábio Garcia da chapa de Otaviano Pivetta

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O Quê: A Desistência de Fábio Garcia

O deputado federal Fábio Paulino Garcia (UB) selou oficialmente a sua desistência de disputar o cargo de vice-governador na chapa majoritária chefiada pelo atual governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Olavo Pivetta (Republicanos).

O recuo estratégico levou o parlamentar a retrincheirar a sua atuação política na busca pela manutenção de seu mandato na Câmara dos Deputados. Como desdobramento imediato da repactuação, foi formalizada a exoneração de Mauro Carvalho do comando da Casa Civil estadual.

Quem: Os Protagonistas da Crise Political

A reviravolta envolve diretamente o governador Otaviano Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes (UB), liderança de forte projeção no estado. O anúncio atinge também figuras proeminentes cotadas para recompor a vice-governança, como a deputada federal Gisela Simona (UB), a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira (Podemos), também conhecida nos bastidores como Alessandra Croco, além do ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, e do presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), Max Joel Russi do Podemos.

Quando: A Cronologia dos Acontecimentos

O desfecho da crise culminou nesta terça-feira (11), após um ápice de tensão registrado no início da semana. A articulação final decorreu de uma reunião de emergência realizada na segunda-feira (10), momento em que o impasse atingiu seu ponto mais crítico no Palácio Paiaguás. O agravamento dos fatos provocou o cancelamento de uma coletiva de imprensa oficial e acelerou a redefinição das candidaturas majoritárias a poucas semanas das convenções e registros definitivos.

Onde: O Epicentro das Articulações

A crise institucional e eleitoral teve como palco central o Palácio Paiaguás, sede do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso. O epicentro da controvérsia estendeu-se até Brasília, onde a deflagração de medidas cautelares pelo Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu a cúpula do governo mato-grossense, ecoando forte influência também no município de Rondonópolis, considerado o segundo maior colégio eleitoral do estado e peça-chave no xadrez político regional.

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Como: O Mecanismo da Ruptura

O racha na aliança histórica consumou-se mediante uma reunião a portas fechadas na qual se pactuou que Otaviano Pivetta terá “mãos livres” para indicar o novo vice, sem a ingerência direta de Mauro Mendes. A decisão seguiu-se à forte pressão exercida por Pivetta, que alegava desgaste reputacional irreversível decorrente de desdobramentos judiciais. A escalada de tensão quase resultou na desistência da própria candidatura do governador, após ameaças de retirada de apoio formal por parte da Federação União Progressista.

Por Quê: A Operação Heritage

O estopim para a ruína da aliança foi a deflagração da Operação Heritage pela Polícia Federal, que apura um suposto esquema de desvio de R$ 308 milhões em um acordo judicial e administrativo firmado entre o governo estadual e a empresa de telefonia Oi. As suspeitas que recaíram sobre alvos centrais do grupo governista minaram a estabilidade do acordo eleitoral original, inviabilizando a manutenção da composição que havia sido desenhada, em primeiro momento, a contragosto de Pivetta.

Qual a Medida Restritiva: O Cerco do STF

O fator determinante para a paralisia da coordenação política foi a imposição de severas medidas cautelares assinadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as determinações jurídicas, estabeleceu-se a proibição expressa de qualquer comunicação entre Fábio Garcia, Mauro Mendes e Mauro Carvalho. A impossibilidade legal de contato direto interpelou a continuidade do planejamento de campanha, tornando insustentável a permanência de Garcia na vaga executiva e forçando o seu recuo imediato.

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As Alternativas: O Novo Desenho do Podemos

Diante da vaga em aberto, a opção por Alessandra Ferreira devolve força ao Podemos na chapa majoritária. Casada com o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), Alessandra contaria com o respaldo do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi. A escolha dela adicionaria densidade eleitoral ao palanque de Pivetta na região Sul de Mato Grosso, reduto político do senador Wellington Fagundes (PL), que desponta como adversário direto na corrida ao Palácio Paiaguás.

O Ponderável: A Cartada do União Brasil

Como alternativa direta a Alessandra, desponta o nome da deputada federal Gisela Simona. Caso a escolha recaia sobre Gisela, o União Brasil preservará o espaço de prestígio na composição majoritária ao lado de Pivetta. Se a opção for por Alessandra Ferreira, o Podemos expandirá consideravelmente a sua participação institucional no grupo governista, mantendo o equilíbrio de forças dentro do arco de alianças da base aliada.

As Consequências: O Futuro da Coligação

A definição final da chapa permanece dependente dos diálogos de última hora travados entre Pivetta e os partidos aliados. O rearranjo traz implicações profundas ao cenário eleitoral mato-grossense: ao mesmo tempo em que tenta estancar o desgaste provocado pelas investigações federais, a base aliada enfrenta o desafio de pacificar feridas expostas e reorganizar suas forças regionais para garantir a competitividade na disputa pelo governo do Estado.

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