Política
Com ações populistas, Misael Galvão mostra que tem habilidades semelhantes a uma “Gavião Carijó”
Assim como um exímio “Gavião Carijó”, que mede cada detalhe do seu bote e raramente perde sua preza, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Misael Oliveira Galvão do Partido Socialista Brasileiro (PSB), está agindo de forma que não está perdendo nenhuma oportunidade para defender seus interesses e de terceiros.
Durante a votação da taxação dos serviços prestados pelo aplicativo UBER e 99, na Câmara Municipal, uma atitude chamou muita atenção das pessoas que frequentam a o local, já que durante a sessão que foi votada a taxação, o plenário foi liberado para o povo, que naquele momento estava sendo representado, na sua maioria por vários taxistas, que tomaram conta da Câmara de Cuiabá.
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Já na outra sessão, quando os representantes dos prestadores do serviço do aplicativo UBER e 99 estiveram na Câmara Municipal, foram proibidos de acessar o plenário, local destinado para o povo assistir os trabalhos dos vereadores.
Segundo informações da assessoria de Misael “Gavião”, os trabalhadores do aplicativo UBER e 99 foram proibidos de frequentar o local por medida de segurança.
Do que adianta o slogan da Câmara Municipal ser: “Você Presente”, se quando o cidadão que paga o alto custo da Câmara Municipal de Cuiabá, como também, dos lanchinhos e excelentes salários dos vereadores, vai até o local é proibido de entrar no recinto, para o povo, a Câmara Municipal, seria a “Casa do Povo”, sem regência e intervenções de “garras afiadas”.
Hoje, devido uma proibição da justiça, a Câmara Municipal de Cuiabá, não pode mais ser chamada ou comparada a “Casa dos @##@$@”, porém, a proibição não chegou ao teor da comparação com o Vaticano, já que com uma base esmagadora, a maioria, já ficou comprovado que a “Casa Municipal de Leis”, virou o conhecido “puxadinho” do Poder Executivo, atendendo praticamente todas as ordens, com uma eficiência, semelhante a “Lealdade Canina”, do prefeito Emanuel Pinheiro.
A Decepção
Quando o vereador Misael Galvão (Gavião Carijó) foi eleito a presidente da Casa, as esperanças do povo de Cuiabá se voltaram para dias melhores, já que é um político populista, oriundo da classe popular, que foi eleito devido as ações e discursos que atendiam as necessidades e prioridades do povo, fato que de momento, até agora a política está se mostrando um entrave entre as ações do vereador e as necessidades do povo.
Na natureza, o único predador do “Gavião Carijó” é o humano, ser que no mundo da política, tem a maior arma que pode neutralizar os voos rasantes e ataques do “Gavião Carijó”, que é voto, as próximas eleições estão chegando e as atuais ações impopular mostram que a esperança de um representante na Câmara, vindo da classe “Popular”, mais uma vez, ficou apenas na esperança. – (Lauro Nazário)
Política
Crise eleitoral retira Fábio Garcia da chapa de Otaviano Pivetta
O Quê: A Desistência de Fábio Garcia
O deputado federal Fábio Paulino Garcia (UB) selou oficialmente a sua desistência de disputar o cargo de vice-governador na chapa majoritária chefiada pelo atual governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Olavo Pivetta (Republicanos).
O recuo estratégico levou o parlamentar a retrincheirar a sua atuação política na busca pela manutenção de seu mandato na Câmara dos Deputados. Como desdobramento imediato da repactuação, foi formalizada a exoneração de Mauro Carvalho do comando da Casa Civil estadual.
Quem: Os Protagonistas da Crise Political
A reviravolta envolve diretamente o governador Otaviano Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes (UB), liderança de forte projeção no estado. O anúncio atinge também figuras proeminentes cotadas para recompor a vice-governança, como a deputada federal Gisela Simona (UB), a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira (Podemos), também conhecida nos bastidores como Alessandra Croco, além do ex-secretário estadual de Fazenda, Rogério Gallo, e do presidente da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), Max Joel Russi do Podemos.
Quando: A Cronologia dos Acontecimentos
O desfecho da crise culminou nesta terça-feira (11), após um ápice de tensão registrado no início da semana. A articulação final decorreu de uma reunião de emergência realizada na segunda-feira (10), momento em que o impasse atingiu seu ponto mais crítico no Palácio Paiaguás. O agravamento dos fatos provocou o cancelamento de uma coletiva de imprensa oficial e acelerou a redefinição das candidaturas majoritárias a poucas semanas das convenções e registros definitivos.

Onde: O Epicentro das Articulações
A crise institucional e eleitoral teve como palco central o Palácio Paiaguás, sede do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso. O epicentro da controvérsia estendeu-se até Brasília, onde a deflagração de medidas cautelares pelo Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu a cúpula do governo mato-grossense, ecoando forte influência também no município de Rondonópolis, considerado o segundo maior colégio eleitoral do estado e peça-chave no xadrez político regional.
Como: O Mecanismo da Ruptura
O racha na aliança histórica consumou-se mediante uma reunião a portas fechadas na qual se pactuou que Otaviano Pivetta terá “mãos livres” para indicar o novo vice, sem a ingerência direta de Mauro Mendes. A decisão seguiu-se à forte pressão exercida por Pivetta, que alegava desgaste reputacional irreversível decorrente de desdobramentos judiciais. A escalada de tensão quase resultou na desistência da própria candidatura do governador, após ameaças de retirada de apoio formal por parte da Federação União Progressista.
Por Quê: A Operação Heritage
O estopim para a ruína da aliança foi a deflagração da Operação Heritage pela Polícia Federal, que apura um suposto esquema de desvio de R$ 308 milhões em um acordo judicial e administrativo firmado entre o governo estadual e a empresa de telefonia Oi. As suspeitas que recaíram sobre alvos centrais do grupo governista minaram a estabilidade do acordo eleitoral original, inviabilizando a manutenção da composição que havia sido desenhada, em primeiro momento, a contragosto de Pivetta.
Qual a Medida Restritiva: O Cerco do STF
O fator determinante para a paralisia da coordenação política foi a imposição de severas medidas cautelares assinadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as determinações jurídicas, estabeleceu-se a proibição expressa de qualquer comunicação entre Fábio Garcia, Mauro Mendes e Mauro Carvalho. A impossibilidade legal de contato direto interpelou a continuidade do planejamento de campanha, tornando insustentável a permanência de Garcia na vaga executiva e forçando o seu recuo imediato.
As Alternativas: O Novo Desenho do Podemos
Diante da vaga em aberto, a opção por Alessandra Ferreira devolve força ao Podemos na chapa majoritária. Casada com o Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), Alessandra contaria com o respaldo do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi. A escolha dela adicionaria densidade eleitoral ao palanque de Pivetta na região Sul de Mato Grosso, reduto político do senador Wellington Fagundes (PL), que desponta como adversário direto na corrida ao Palácio Paiaguás.
O Ponderável: A Cartada do União Brasil
Como alternativa direta a Alessandra, desponta o nome da deputada federal Gisela Simona. Caso a escolha recaia sobre Gisela, o União Brasil preservará o espaço de prestígio na composição majoritária ao lado de Pivetta. Se a opção for por Alessandra Ferreira, o Podemos expandirá consideravelmente a sua participação institucional no grupo governista, mantendo o equilíbrio de forças dentro do arco de alianças da base aliada.
As Consequências: O Futuro da Coligação
A definição final da chapa permanece dependente dos diálogos de última hora travados entre Pivetta e os partidos aliados. O rearranjo traz implicações profundas ao cenário eleitoral mato-grossense: ao mesmo tempo em que tenta estancar o desgaste provocado pelas investigações federais, a base aliada enfrenta o desafio de pacificar feridas expostas e reorganizar suas forças regionais para garantir a competitividade na disputa pelo governo do Estado.
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