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CHEGANDO A HORA

Pivetta no meio do fogo cruzado: o que fazer?

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Com menos de dois meses para as eleições de 2026, os eleitores, partidos, pré-candidatos e pré-candidatas ao Palácio Paiaguás, Casa Alta, Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), poderão começar a fazer propaganda eleitoral nas ruas e na internet e precisam ficar atentos a alguns prazos importantes no calendário eleitoral deste mês de agosto.

5 de agosto: Prazo final para a realização das convenções partidárias.
15 de agosto: Último dia para que partidos políticos, federações e coligações registrem formalmente as suas candidaturas junto à Justiça Eleitoral.
16 de agosto: Início da propaganda eleitoral geral nas ruas e na internet.
28 de agosto a 1º de outubro: Período de exibição do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão correspondente ao primeiro turno.
6 de agosto: Início do período de proibições severas à programação diária de emissoras de rádio e TV. Fica vedado às emissoras:

* Transmitir imagens de pesquisas em formatos que identifiquem participantes ou manipulem dados.
* Veicular qualquer tipo de propaganda política fora do horário reservado por lei.
* Dar tratamento privilegiado a candidatos, partidos ou coligações.
* Exibir filmes, novelas ou programas satíricos que contenham alusões negativas ou positivas aos candidatos.

Um pouco mais a frente, em 28 de agosto, tem início o Horário Eleitoral Gratuito na televisão, os principais candidatos interessados na cadeira numero 1 do Palácio Paiaguás terão tempos parecidos no Horário Eleitoral gratuito na televisão: O Republicanos, a medica Otaviano Pivetta aparece com 3 minutos e 36 segundos, Natasha Slhessarenko do PSD, com 3 minutos e 21 segundos, e o liberal Wellton Fagundes aparece com 3 minutos e 12 segundos.

Continuando a caminhada…

O que se viu até agora? O que se viu do ano até agora foi uma forte troca de sopapos nas redes sociais por militantes e candidatos.

O que se desenha para as próximas semanas, é uma campanha que dois lados, o do liberal Wellton Fagundes, e o Republicanos, Otaviano Pivetta, terão munição para desconstruir o adversário e pouco incentivo para falar de si.

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Welton Fagundes, tenta conter a crise provocada pela formação de sua chapa e pelas divergências dentro do próprio partido.

Otaviano Pivetta começa a campanha convivendo com os efeitos da Operação da Policia Federal (PF) que atingiu diretamente seu principal aliado político, o ex-governador Mauro Mendes (UB), candidato a Casa Alta, além de alcançar seu candidato a vice-governador o”Menino da Vovó”.

Em situação oposta está a candidata pelo PSD, a médica Natasha Slhessarenko que conseguiu unificar praticamente todas as forças da “Esquerda” e da “Centro Esquerda” e iniciou a campanha sem enfrentar crises públicas ou disputas internas.

Embora a campanha esteja apenas começando, percebe-se que tanto o Senador liberal Wellton Fagundes e o governador Republicanos, Otaviano Pivetta, não tem interesses em transformar a propaganda em debate: Reforma Administrativa, Segurança Pública, Educação, porque qualquer conversa sobre o futuro obriga a assumir custos impopular diante de um eleitorado descontente.

A aposta de ambos será tornar o outro inaceitável para os indecisos que restam.

Neste contexto o Horário Eleitoral Gratuito, criado justamente para elevar o nível do debate publico, deve funcionar como amplificador do que já se via nas redes sociais.

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O eleitor que esperava dessa campanha alguma pista sobre o rumo como Mato Grosso seus problemas reais precisara se contentar em escolher qual crise tolera melhor.

O Boteco vai falar

O governador Otaviano Pivetta, em entrevista coletiva hoje no Palácio Paiaguás, irá anunciar se manterá o “Menino da Vovó” como o seu vice.

Nos bastidores da política da minha QUERIDA“, “MARAVILHOSAeLINDA” Terra de Rondon, a tendência é a troca pela primeira dama da cidade de Rondonópolis, Alessandra Ferreira, esposa do atual prefeito rondonopolitano, Claudio Ferreira (PL).

A troca, segundo informações nos corredores e bastidores palacianos, é uma estratégia de tirar o desgaste de dentro da chapa.

Qual custo político? Preservar a composição anunciada antes da operação e enfrentar durante a campanha o desgaste provocado pela investigação ou reorganizar a aliança às vésperas do fechamento das chapas.

Até onde permanece de pé o acordo político que manteve Pivetta e Mendes unidos nos bastidores anos e que até a semana passada, parecia destinado a chegar praticamente intacto às urnas.

A decisão podem definir a configuração do principal grupo governista para as eleição e organizar distância que Otaviano Pivetta pretende estabelecer da crise política provocada pela “Operação Heritage” da Policia Federal (PF).

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Política

2026: uma eleição entre grupos políticos não apenas entre candidatos

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Segundouuu! E já que o pequeno gafanhoto não pegou a visão na última sexta-feira de como funciona o cenário político na minha “QUERIDA”, “MARAVILHOSA”, “LINDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, os frequentadores do Boteco da Alameda, volta nesta segunda-feira, reportando traições eleitorais e, o pleito eleitoral 2026, que promete entrar para a história da política mato-grossense.

Segue o fluxo!

Traições eleitorais

Dizem os políticos experientes, aqueles que transitam no suprassumo da política, que a sua arte mais previsível é a surpresa chamada “TRAIÇÃO”.

Afinal, um dificilmente se separam da outra. E, para eles, isso faz parte do jogo.

É justamente por essa lógica que já se pode enxergar as estratégias dos partidos e líderes políticos de Mato Grosso.

Para o prefeito cuiabano Abilinho Jaques Brunini (PL), essas traições eleitorais sempre acontecem e fazem parte da política.

Dentro do grupo de Pivetta e Mauro Mendes, tem gente que vai apoiar o Wellington. É natural que isso aconteça e faz parte da política“, disse o menino do bairro Alvorada.

Então tá bom, né? Vamos pegar a onda do momento que, vem acontecendo nos bastidores da política deste Estadão de Mato Grosso.

Como evitar a traição na política?

A frase atribuída a Leonel Brizola é absolutamente verdadeira, mas pouco compreendida.

– Na política, dinâmica é cercada de interesses, não somente no sentido negativo, é impossível que não exista expectativas frustradas, parcerias desfeitas e claro, traições.
– Logo, quem está na política será traído e irá trair. Uns com menor pudor o outro com mais. Mas trocar pessoas e acordos como mercadoria faz parte do negócio.

– Mas tão importante quanto saber disso é entender que quanto menos você parecer traidor, mesmo que traía, melhor será sua vida na política.

Por isso

– Crie a versão antes da ação: quem conta a história primeiro controla a narrativa.
– Nunca traía sozinho: tenha aval ou apoio de alguém mais forte para dar cobertura.
– Coloque um inimigo comum no meio: toda traição parece mais nobre quando é “pelo bem maior”.
– Valorize antes de substituir: elogie em público quem você vai trocar, isso protege sua imagem.
– Dê palco aos seus: quem se sente visto, dificilmente apunhala.
– Mantenha a base ocupada e alimentada: grupo sem perspectiva é celeiro de golpe.
– Tenha sempre um traidor perdoado por perto: serve de exemplo de controle.

Quem traí bem, sobe. Quem traí mal, some. O jogo é sujo e é jogado, mas tem regra.

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E aí, como você está acompanhando essas traições na política da Terra de Rondon.

Mato Grosso chega dividido em três grupos políticos

As Convenções Partidárias deixaram uma mensagem muito clara: chega dividido em três grandes grupos políticos.

Grupo 1- Direita

Liderado pelos liberais Wellton Fagundes ao Governo do Estado que tem José Medeiros a Casa Alta. O grupo aposta em uma forte bancada de deputados estaduais e federais, buscando ampliar a representação da direita em Mato Grosso.

Grupo 2 – Base governista

A chapa é encabeçada pelo Republicanos, Otaviano Pivetta, tendo como vice, o “Menino da Vovó”. Nos últimos dias, esse grupo passou a enfrentar um ambiente político mais delicado após os desdobramentos envolvendo investigações da Polícia Federal (PF) relacionada ao ex-governador e cacique número 1 do União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira, e algumas pessoas ligadas ao seu grupo.

Até o momento não existe anúncio oficial de alteração na composição do grupo, e todos os nomes permanecem como foram definidos nas Convenções Partidárias.

Grupo 3 – Alinhados com Lula

O terceiro grupo reúne partidos alinhados ao presidente Lula. O grupo aposta na candidatura da médica Natasha Slhessarenko ao Palácio Paiaguás e na reeleição de Carlos Fávaro (PSD), e Zé Pedro Taques pelo PSB.

A expectativa desse grupo é ampliar sua participação na política estadual e conquistar maior espaço nas eleições proporcionais.

Também foram oficializadas as candidaturas de Rafaell Millas de Oliveira (Missão), Sargento Laudicério (AGIR) e Maurício Coelho (Mobiliza).

Assim sendo, o meu QUERIDO”, “QUENTE” e “LINDO” Estadão de Mato Grosso chega ao fim do período das Convenções Partidárias com seis nomes na disputa pelo Palácio Paiaguás em 2026.

O Boteco vai falar

Na avaliação do estrategista político Alex Rabelo, 2026 tem tudo para ser uma das eleições mais difíceis da história recente na Terra de Rondon.

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Segundo Alex Rabelo, o primeiro fator é a força dos atuais mandatários. São 23 deputados estaduais buscando permanecer no cargo, além de seis deputados federais tentando renovar seus mandatos. Isso reduz, significativamente o espaço para novos candidatos.

O segundo fator é a consolidação dos três grandes grupos políticos. O grupo liderado pelo liberal Wellton Fagundes, inicia a campanha fortalecido. Além de liderar as pesquisas divulgadas até o momento, conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e do PL Nacional.

Se conseguir manter esse desempenho, tende a impulsionar também os candidatos proporcionais ligados ao seu grupo.

O grupo do Republicanos, Otaviano Pivetta, terá como principal desafio manter a unidade da base governista em um momento de maior pressão política.

Toda eleição é dinâmica, e qualquer mudança no cenário pode refletir diretamente na estratégia dos candidatos proporcionais.

Já o grupo liderado por Carlos Fávaro, aposta em crescer durante a campanha e consolidar uma terceira via competitiva, buscando espaço entre dois blocos que começam a disputa com maior visibilidade.

Na eleição para deputado estadual, um nome merece atenção especial: Max Joel Russi do Podemos.

Além de disputar a reeleição, ele entra na campanha como presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e do Podemos estadual.

Sua missão vai muito além da própria votação. Max Russi será um dos principais responsáveis por coordenar a estratégia do partido e buscar a ampliação da bancada do Podemos.

Na prática, o desempenho de Max Russi poderá influenciar diretamente a composição da próxima Mesa Diretora da Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).

Outro ponto importante é que está eleição não será decidida apenas pelos candidatos mais conhecidos. Ela será definida pela força das chapas, pela distribuição dos votos entre os partidos e pela capacidade de cada grupo político transformar sua candidatura majoritária em votos para deputados estaduais e federais.

É exatamente por isso, que 2026 promete entrar para história como uma das eleições mais disputadas e estratégicas que a minha QUERIDA”, “MARAVILHOSA”, “LINDA” e “QUENTE”, Terra de Rondon já viveu.

Segue o fluxo!

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