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ELEIÇÃO DE 2026 ENTRA NA PAUTA DE DISCUSSÃO

Chapa que se desenha para 2026: Janaína Riva e Otaviano Pivetta

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Mini estradeiro, trocas de elogios…hum, tá se desenhando uma chapa para 2026, porém, tem o pleito eleitoral em 2024. Segue o fluxo!

Segundona, décimo primeiro dia do mês e vamos com as mexidas na última semana no quadro político cuiabano e mato-grossense que se desenha para as eleições de 2026 que irá reservar fortes emoções, no qual somente os fortes sobreviverão.

De um lado, a chapa que deve ser formada pelo atual vice-governador Otaviano Olavo Pivetta do Republicanos. Do outro lado, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro, que busca fortalecer o seu partido, o PSD para conquistar a Prefeitura de Cuiabá, dando um passo importante de olho na busca da sigla assumir a hegemonia estadual.

Pivetta tem o nome para vice: a “Mulher Maravilha”, a deputada estadual pelo MDB, Janaina Riva. Ela já tem o apoio do seu partido que quer lança-la para a Casa Alta. A própria Mulher Maravilha sonha em ser candidata e já deixou isso claro sobre as pretensões para a chapa majoritária.

Além dela, o atual primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) Max Joel Russi (PSB), pode ser o nome na disputa 2026.

Isso, caso aMulher Maravilha não entre na disputa e o MDB venha oficialmente para a base do deputado estadual Zé Edu Botelho, ainda por enquanto no União Brasil (UB).

O duelo teria um adversário à altura do outro lado. Edu será a bola de vez para que o PSD seja protagonista ao Palácio Paiaguas. E ao redor dele, vários nomes para formar uma chapa competitiva.

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Favaro faz uma gestão bem avaliada pela turma do Agronegócio e pode chegar bem para o pleito ao Governo nas eleições para a sentar na cadeira número 1 do Palácio Paiaguas.

O vice, por exemplo, poderia ser o ex-governador e atual deputado estadual Júlio José de Campos (UB). Chateado com o Homem de Ferro, o líder máximo do União Brasil em Mato Grosso, Mauro Mendes Ferreira, Julinho fortalece as bases na baixada cuiabana onde ele exerce uma boa influência.

As vagas para o Senado também deixam a eleição acirrada. Um pode ser de Jayme Campos, que tentaria a reeleição. Embora o unista sonhe em disputar o Palácio Paiaguas, poderia ceder em nome do conjunto político.

A outra escolha seria do atual governador Mauro Mendes. Ele nunca escondeu de ninguém a vontade de disputar o Senado e agora com uma ótima avaliação da sua administração no comando do Estado de Mato Grosso, tem plena condição de ser eleito em 2026.

Sem dúvidas, ainda falta muito tempo para a eleição, mas o pleito será um dos mais acirrados da história. A conferir.

Continue seguindo o fluxo!

Pombo correio

Para o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho, a próxima eleição é uma questão de sobrevivência. Com o cenário que se desenha para 2026, ele sabe que será limado da chapa e, por isso, precisa construir uma candidatura a sua reeleição a deputado estadual.

Otaviano Pivetta, Mulher Maravilha, Jayme Campos, Mauro Mendes, Júlio Campos, Emanuelzinho Pinheiro, Max Russi e Cia. LTDA., abocanharam as candidaturas para Governo, Senado e Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). Diante disso, a candidatura a Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses seria um caminho para Zé Edu Botelho construir um recall para 2026.

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O amigo do editor do Blog do Valdemir, dinamitou muitas pontes e agora quer passar imagem de um bom aliado. Observadores da política cuiabana dizem que 2024 é tudo ou nada para Edu Botelho.

Conto do vigário

Edu Botelho tem dito, para conquistar apoio, que se ele for eleito não cometerá os erros dos prefeitos anteriores que sentaram na cadeira número 1 do município que administraram Cuiabá e ser oposição ao Governo do Estado. Diz ainda que os partidos aliados vão eleger bancadas fortes para a Câmara Municipal de Cuiabá.

O argumento é que ele conhece a política de rua da Capital. Zé Edu só não explica diante de tamanho conhecimento, o resultado das últimas eleições gerais que no colégio eleitoral em Cuiabá, obteve somente 16.778 votos em 2022 com toda estrutura de presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

O petista Ludio Cabral obteve 22.356 votos em Cuiabá, sem estrutura da presidência do Legislativo Estadual.

Pensamento do dia

Sai Pivetta e Favaro para disputar o Palácio Paiaguas o que acontecerá? Racha no Agronegócio. Hum… assim sendo, sobrará para um candidato que tenha voto cristalizado. Quem, quem, quem vai abocanhar? Deixando com vocês a resposta, segue o fluxo!

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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