UM NOVO NOME PARA VICE
Edu seus problemas acabaram, temos a melhor vice da cidade
O pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá, Edu Botelho do União Brasil (UB), tá que tá o moço. Imagine os senhores o atual presidente da “MARAVILHOSA” Casa de Leis, tem hoje “cerca de oito nomes” sendo avaliados como possíveis candidatos a vice em sua corrida ao Palácio Alencastro.
Zé Edu Botelho nega que tem algum ou alguma favorita, mas afirma que todos são “bons nomes“. O pré-candidato do Palácio Paiaguás, contesta a informação que estaria sendo feita uma pesquisa interna entre os partidos para definir quem será o escolhido ou a escolhida.
Ele deu a entender que uma definição deve sair só em julho, quando ocorrem as convenções partidárias que acontece entre 20 de julho e 05 de agosto para deliberar sobre coligações e escolher candidatas e candidatos às prefeituras, bem como ao cargo de vereador. Definidas as candidaturas, as agremiações têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral.
Pelo andar do jogo político, brevemente ele dirá que ainda não “maturou” o nome suficiente.
E virá com esse discurso:
“Eu tenho alegria de poder ter em torno de oito nomes de pessoas que estão sendo indicados para vice. Isso também é um desafio porque não é fácil ter tantos nomes e conciliar entre essa grande frente ampla que a gente constrói em Cuiabá”, e blá-blá-blá.
Jogada legal… quanto mais puder colocar lá para frente, mas com certeza ele vai colocar.

Não adianta chororô
Se liga: o pré-candidato pelo União Brasil (UB), José Eduardo Botelho precisa chegar ao teto de 45% nas pesquisas antes de começar a campanha eleitoral, não adianta chororô, porque todos sabem a causa de cor e salteado das razões efetivas sobre o porquê de isto estar acontecendo.
Enquanto a escolha para vice, conduzida pelas as lideranças partidárias e pelo governador Mauro Mendes, o choro de alguns políticos não fluem e a corda não aperta o pescoço de Zé Edu Botelho.
O incrível é como alguns políticos preferem, mais uma vez esse argumento, ganhar espaço na chapa no facilitário do que na natureza de ter que dar murro em ponta de faca, no cenário de indefinição.
Pega a visão!
O pré-candidato pelo União Brasil (UB), já disse que a escolha será em julho, os senhores “ainda” não descobriram o motivo? O motivo é muito simples: evitar o “fogo amigo” do núcleo duro para não queimar a “preferida” da primeira dama do Estado de Mato Grosso, Virgínia Mendes. Ou não sabem a causa de a primeira dama declarar o seu apoio ao pré-candidato do Palácio Paiaguás?
Alguns cientes dessa preferência, ainda tentam demover o núcleo dessa ideia e persuadi-los a optar por outro nome. As opções citadas não são a “preferida”.
Ressaltando que: embora não tenha objeções pessoais em relação aos nomes como vice, Edu Botelho demonstra incômodo a interlocutores com a pressão política para a escolha de seu ou sua vice na chapa que já está montada, já está pronta.
Inclusive nos bastidores dos corredores palacianos, suspeita de que a base esteja usando a imprensa para “fritar” o nome de preferência do Palácio Paiaguás.

Edu, seus problemas acabaram
O Boteco da Alameda, também quer indicar a vice na sua chapa. Já que recentemente em entrevista disse que a preferência é escolher uma mulher para ser a sua vice e que ajuda a resolver os problemas de Cuiabá, não um que espera acontecer, o Boteco da Alameda indica o nome de Sara Tuiuiú.
Veja os motivos:
“Para ser representante do povo próximo a Prefeitura de Cuiabá. Porque ouço, constantemente, da população, a necessidade em ter uma vice atuante, como canal de comunicação junto ao prefeito cuiabano. A população precisa saber o que é ser uma vice-prefeita. A vice é um assessor, é o sucessor número 1 do prefeito, não é somente aquele que apenas o substitui em sua ausência, mas sim a pessoa destinada a auxiliá-lo em toda sua administração, atuando junto da população de Cuiabá, funcionários e colaboradores“.
Essa foi a Sara Tuiuiú direto do Boteco da Alameda.
Eitaaa lasqueiraaa, não é isso que Dudu Botelho tá procurando?
Agora falta somente o aval do Mauro e da Virgínia e também combinar com os partidos aliados.
Um aviso importante: já que encontramos a vice ideal para o Edu Botelho, ela precisa de vocês. Quem se habilita?
Segue o fluxo!
Política
Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual
Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.
A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.
O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.
Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.
Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.
A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.
A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.
No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.
Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.
No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.
A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.
Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.
A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.
No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.
Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.
A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.
Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.
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