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MDB ANALISA OS MOVIMENTOS DO TABULEIRO ELEITORAL

Convenções Partidárias: quatro perguntas permanecem sem respostas

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Na próxima segunda-feira, dia 20 de julho, será a abertura do período das Convenções Partidárias que movimentam as articulações na minha “QUERIDA” Terra de Rondon: Repúblicanos, União Brasil (UB), Partido Progressista (PP), Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o Partido Liberal (PL), assim como as outras siglas que aceleram as negociações para fechar candidaturas e as alianças para disputa eleitoral deste ano.

As principais definições envolvem a corrida ao Palácio Paiaguás e as duas vagas a Casa Alta. A Convenção Partidária do União Brasil (UB), foi antecipada para o dia 30 de julho e deve definir o posicionamento da sigla.

A decisão terá impacto direto na composição da Federação União Progressista, formada por União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP), já que integrantes do Progressistas tem indicado preferência pela continuidade do apoio à reeleição do governador mato-grossense, o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta.

Na oposição, partido como PT, PSD, MDB e PSB também articulam alianças e buscam fortalecer seus projetos eleitorais.

Com o início das Convenções Partidárias, as articulações entrarão na fase decisiva. Até 5 de agosto, os partidos políticos deverão oficializar candidatos, alianças e Federações.

Após esse período, o cenário eleitoral de Mato Grosso deverá estar praticamente definido para o início da campanha oficial.

Segue o fluxo!!

Perguntas sem respostas

Embora os principais pré-candidatos estejam colocados, quatro perguntas ainda permanecem sem respostas e podem alterar significativamente o desenho da disputa pelo Palácio Paiaguás.

Primeira pergunta: “Capitão Jaymão” será candidato? Esta é hoje a principal incógnita da sucessão estadual. O “Capitão Jaymão”, sustenta que o seu partido, o União Brasil, que tem tamanho político suficiente para apresentar candidatura própria e considera que um dos maiores partidos da Terra de Rondon.

A Convenção Partidária da sigla marcada para o dia 30 deverá responder se esse entendimento prevalece os legados da legenda.

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Segunda pergunta: Mauro Mendes conseguirá manter o União Brasil (UB) ao lado do seu “AMIGO”, o governador Otaviano Pivetta?

Caso consiga convencer a maioria dos membros e filiados do União Brasil (UB) a apoiar Otaviano Pivetta, preservará praticamente intacta a estrutura política que governou Mato Grosso desde 2019.

Se perder a disputa interna, entretanto, o cenário muda completamente. O União Brasil na “QUERIDA” e “LINDA”, Terra de Rondon poderá lançar candidatura própria e obrigara o grupo do núcleo duro do Palácio Paiaguás a reorganizar sua estratégia eleitoral.

Terceira pergunta: quem será vice do governador do partido Republicanos, Otaviano Pivetta nesta eleição?

Nos bastidores, o nome mais citado continua sendo o da suplente de deputada federal Gisela Simona, do União Brasil.

Caso a legenda opte por candidatura própria, o Repúblicanos poderá buscar outra composição para ampliar sua base de sustentação.

A definição do vice também servirá como indicativo das alianças que acompanharão Otaviano Pivetta durante a campanha eleitoral deste ano.

Quarta pergunta: para onde vai o partido comandado pela “Mulher Maravilha”, o MDB?

Se existe um partido que observa os movimentos do tabuleiro eleitoral, esse partido é o MDB.

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A prioridade do partido é construir um ambiente favorável para a candidatura da Mulher Maravilha a Casa Alta e fortalecer suas chapas proporcionais. Na prática, o MDB tornou-se um dos principais fiadores das futuras alianças e dificilmente anunciará qualquer posicionamento antes de conhecer o desfecho da convenção do União Brasil na Terra de Rondon.

O Boteco vai falar

As quatro indefinições mostram que a corrida eleitoral ainda está longe de alcançar um desenho definitivo.

A decisão do União Brasil (UB) no meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso influenciará diretamente a estratégia do Repúblicanos, poderá definir o posicionamento do MDB e terá reflexo sobre outras legendas que negociam espaço nas chapas majoritárias.

Nota de rodapé: as Convenções Partidárias deixaram de ser apenas uma exigência do calendário eleitoral e.… até lá, a pré-campanha seguirá marcada por negociações, conversas reservadas e movimentos cuidadosamente calculados, em um cenário no qual uma única decisão partidária poderá alterar o rumo de toda a sucessão estadual.

Antes de finalizar: na arte do convite para a Convenção do Partido Liberal (PL), no dia 22 de julho, Wellton Fagundes aparece ao centro, acompanhado de lideranças estaduais da sigla. Chamou atenção do Boteco da Alameda que Flávio Bolsonaro ficou fora. Por que será?

Engraçado, Flávio Bolsonaro esteve em Cuiabá recentemente e declarou apoio público a Wellton Fagundes.

Pega aí: o anúncio foi feito no Plenário do Senado.

Pronto, falei e segue o fluxo!

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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