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SEGUNDA EDIÇÃO DO BT 200

Estrelas estreiam no torneio internacional Beach Tennis em Sorriso

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Começa nesta sexta-feira, os jogos de primeira rodada e presenças de bicampeão mundial e ex-número 1 do mundo, jogando ao lado de atletas de Mato Grosso na chave do principal torneio Torneio BT 200 da segunda edição do evento internacional realizado na cidade de Sorriso (MT) com premiação total de US$ 15 mil e 205 pontos no ranking mundial da World Tennis, a Federação Internacional de Tênis.

E grandes nomes do circuito mundial estarão em ação como o bicampeão mundial, o espanhol Antomi Ramos, atual 9º do mundo, atuando ao lado do jovem de Mato Grosso, Enzo Vacchiano, de 17 anos, vice-campeão do BT 50 na última quarta-feira. Os dois enfrentam os brasileiros Pedro Lovato e Gabriel Lopes a partir das 17h30 locais.

Os favoritos são os irmãos Gustavo e Hugo Russo que enfrentam Augusto Neto e Arthur Mazzaro no mesmo horário, na quadra 2.

A atleta de Rondonópolis, radicada em Cuiabá, Marcella Balduíno, e a 12ª do mundo e ex-número 1 do mundo, a italiana Flaminia Daina, fecham a programação da quadra central contra Nicole Souza e Maria Nakamura, não antes das 19h30.

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Na quadra 2, as principais favoritas, Lorena Melo e Isadora Simões, enfrentam as ganhadoras de Ana De Natali/Tássia Almeida contra Julia Barozzi/Gabriela da Silva, que se enfrentarão no início da rodada.

O Mato Grosso estará representado também por Guido Rupp, Daniel Roma, Maycon Silva, Matheus Coelho, Mayumi Uemura e Valentina Pelegrini. A transmissão é do canal PlayBT no Youtube.

O evento é jogado e com entrada gratuita na Arena Porto Seguro. Na semana são quase US$ 20 mil distribuídos aos atletas e 255 pontos no ranking mundial da World Tennis.

O torneio de Sorriso (MT) tem a parceria com a Secel, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso e conta com a chancela da Federação Mato-grossense de Tênis. da Confederação Brasileira de Tênis e da World Tennis.

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ESPORTES

Federação da Alemanha rompe alinhamento com Infantino

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A Federação Alemã de Futebol decidiu não aderir à carta de apoio à reeleição de Gianni Infantino para a presidência da Fifa, marcando um movimento que amplia o isolamento político do dirigente em um momento de crescente desgaste institucional. A posição da entidade alemã representa um dos sinais mais expressivos de insatisfação entre as principais federações do futebol mundial.

A decisão foi tomada pelo presidente da Federação Alemã de Futebol, Bernd Neuendorf, que optou por manter distância da atual administração da Fifa. Segundo informações divulgadas pelo jornal Bild, o dirigente preferiu não endossar o documento de apoio à permanência de Infantino no comando da entidade máxima do futebol internacional.

O episódio ocorre em meio à repercussão do caso envolvendo o atacante Folarin Balogun, da Seleção dos Estados Unidos. O jogador havia recebido cartão vermelho, mas a punição acabou convertida em período probatório, permitindo sua participação na partida contra a Bélgica, decisão que gerou ampla repercussão nos bastidores do futebol internacional.

De acordo com as informações publicadas, a revisão da suspensão ocorreu após o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrar em contato com Gianni Infantino para solicitar uma reavaliação da penalidade aplicada ao atleta. A divulgação desse episódio provocou intenso debate sobre os limites da atuação política em decisões relacionadas às competições esportivas.

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A possibilidade de influência externa em um processo disciplinar despertou questionamentos entre dirigentes, especialistas e observadores do futebol. Embora não tenham sido apresentados elementos públicos que comprovem irregularidades no procedimento, o caso passou a alimentar discussões sobre transparência, independência e governança dentro da Fifa.

O posicionamento da Federação Alemã ganha relevância porque a entidade integra um dos grupos mais influentes do futebol mundial. Sua decisão de não apoiar formalmente a candidatura de Infantino pode incentivar outras associações nacionais a reavaliarem seus posicionamentos antes da eleição presidencial da organização.

O cenário também evidencia um momento de reorganização política dentro da Fifa. À medida que a eleição se aproxima, diferentes federações tendem a ampliar o debate sobre critérios de governança, credibilidade institucional e autonomia administrativa, temas que passaram a ocupar espaço central nas discussões sobre o futuro da entidade.

A eleição para a presidência da Fifa está programada para março de 2027, durante congresso previsto para ocorrer em Rabat, no Marrocos. Até lá, o ambiente político deverá permanecer movimentado, com negociações entre confederações e federações nacionais em busca da formação de alianças estratégicas.

Além da disputa eleitoral, os acontecimentos recentes reforçam a importância da preservação da independência das instituições esportivas diante de eventuais pressões externas. A credibilidade das decisões disciplinares e administrativas continua sendo considerada um dos pilares fundamentais para a manutenção da confiança nas competições internacionais.

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Com a recusa da Federação Alemã em apoiar antecipadamente a reeleição de Gianni Infantino, o processo sucessório da FIFA entra em uma nova fase política. O desdobramento desse posicionamento poderá influenciar o comportamento de outras federações e contribuir para um debate mais amplo sobre os rumos da governança do futebol mundial até a definição da próxima liderança da entidade.

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