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INTERFERÊNCIA NA ELEIÇÃO DA MESA DIRETORA

Crise política na Câmara de Cuiabá expõe racha entre vereadores

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A primeira sessão ordinária da Câmara Municipal de Cuiabá após a iniciativa do prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) de recorrer ao Poder Judiciário para questionar regras do Regimento Interno que disciplinam a eleição da Mesa Diretora foi marcada por intensos debates, troca de acusações e divergências entre parlamentares. O episódio evidenciou um ambiente de instabilidade política e revelou fissuras até mesmo entre vereadores que integravam a base de sustentação do Executivo Municipal.

O principal foco da controvérsia é a tentativa de modificar as regras que atualmente impedem a reeleição imediata da presidência da Câmara de Cuiabá. A medida interessa diretamente à presidente da Casa de Leis, Paula Calil (PL), que busca viabilizar sua permanência no comando do Legislativo cuiabano. Entretanto, a proposta enfrenta resistência significativa entre os vereadores, que contestam tanto o mérito da alteração quanto a participação do Prefeito da Capital em um assunto considerado de competência exclusiva do Parlamento Municipal.

Durante a sessão realizada na quinta-feira (9), a vereadora Katiuscia Mantelli (Podemos) fez um dos discursos mais contundentes ao questionar a mudança de posicionamento de Abilio Brunini. A parlamentar recordou que, em 2018, o então deputado ingressou com mandado de segurança contra uma alteração regimental semelhante, posicionando-se de forma contrária à possibilidade de reeleição da Mesa Diretora. Segundo ela, a postura atual demonstra incoerência política e representa uma tentativa inadequada de interferir na autonomia do Poder Legislativo.

Em seu pronunciamento, a parlamentar do Podemos, afirmou que não identifica justificativa para a atuação do prefeito cuiabano na Justiça com o objetivo de alterar as regras internas da Câmara Municipal de Cuiabá. A vereadora classificou a iniciativa como uma medida desesperada e afirmou que a atitude demonstra inconformismo diante da possibilidade de derrota política.

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As declarações provocaram reações imediatas entre os parlamentares e ampliaram o clima de tensão durante os trabalhos legislativos.

A dificuldade para alterar o Regimento Interno decorre da falta de apoio suficiente à proposta. Para que a mudança seja aprovada pelas regras atuais, são necessários pelo menos 18 votos favoráveis. Sem alcançar esse número, aliados da presidente passaram a defender uma alteração no quórum exigido para aprovação, estratégia que ganhou força após a ação judicial apresentada pelo prefeito no início da semana.

Segundo os defensores da medida, o objetivo da ação é adequar o Regimento Interno à Constituição Federal e à legislação estadual, permitindo que a alteração seja aprovada por maioria simples. Na avaliação desse grupo, a atual exigência de quórum qualificado estaria em desacordo com normas superiores, o que justificaria a revisão judicial do procedimento adotado pela Câmara Municipal.

Pela primeira vez desde o ajuizamento da ação, Paula Calil comentou publicamente o assunto. A presidente afirmou que considera incoerente defender a possibilidade de reeleição em outros Poderes e rejeitá-la no âmbito da Câmara de Cuiabá. Ela ressaltou que, em 21 capitais brasileiras, a recondução da Mesa Diretora já é permitida e argumentou que seu pedido busca apenas retirar a vedação existente para que todos os interessados possam disputar a presidência em igualdade de condições.

Do outro lado da disputa está o vereador Ilde Taques (Podemos), apontado como principal pré-candidato à presidência da Câmara Municipal da Capital caso a alteração regimental não avance. O grupo liderado pelo parlamentar tem defendido a preservação das regras atuais e sustenta que qualquer mudança deve ocorrer exclusivamente por decisão soberana dos vereadores, sem interferências externas.

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As críticas à atuação do Executivo também partiram de vereadores que anteriormente integravam o grupo político favorável à reeleição de Paula Calil. O vereador Dilemário Alencar (UB), por exemplo, afirmou que não aceita interferência da Prefeitura de Cuiabá, da Assembleia Legislativa Mato-grossense ou de qualquer outro órgão no processo eleitoral interno da Câmara Municipal.

Além de defender a independência do Legislativo, o parlamentar voltou a confirmar sua disposição de disputar a presidência da Casa de Leis.

O embate ganhou novos contornos políticos diante da manifestação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi (Podemos), aliado de Ilde Taques. Russi também criticou a iniciativa do Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, reforçando o entendimento de que a escolha da futura Mesa Diretora deve permanecer como uma decisão exclusiva dos 27 vereadores de Cuiabá.

O episódio amplia a disputa política em torno do comando do Legislativo Municipal e sinaliza que a eleição da próxima Mesa Diretora deverá ocorrer em um ambiente de forte polarização e intensas articulações entre os diferentes grupos políticos.

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Política

Qual Mato Grosso que Pivetta propõe? Alguém falou no Ministério da Agricultura?

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, começamos e iniciarmos um novo dia, uma nova semana, e o ano está quase terminado, e lá vem o “Guri Refestelado da Guarita”, gritando que o governador reeleito Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, determinou que o secretário de Fazenda mato-grossense, Rogério Gallo, faça uma revisão e enxugamento da máquina administrativa para o novo mandato que começa no dia 5 de janeiro de 2027.

Calma pequeno gafanhoto! Muita calma nessa hora. É completamente normal que o início de qualquer Governo, seja marcado por instabilidades, revisões políticas e ruídos de comunicações.

Esse momento de transição é conhecido na política como o período de instalação ou de acomodação das novas forças governantes.

As narrativas nesse momento são várias, mas o que envolve na prática é: redução de cargos comissionados, reavaliação de contratos administrativos e contenção de gastos supérfluos; adequação dos gastos públicos ao teto de arrecadação para evitar endividamento e abrir margem para investimento em áreas prioritárias.

Segue o fluxo!

Mato Grosso que Pivetta propõe

Os compromissos para o próximo mandato de 2027 a 2030, estão em cinco pilares estratégicos: Saúde Próxima; Educação Libertadora; Apoio Social e Habitação; Segurança Firme; Tolerância Zero e Ordem Pública; Proteção a Mulher, Emprego e Logística Estruturante e o Estado Parceiro.

Estes planos foram entregues para Rogério Gallo, que recebeu a missão de realizar o levantamento sobre o funcionamento da máquina.

A partir desse diagnóstico, Otaviano Pivetta pretende definir quais ajustes serão necessários para tornar a administração estadual mais eficiente e adequar os gastos as prioridades da próxima gestão.

A revisão também considera os impactos da reforma tributária nacional sobre as contas do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

A substituição gradual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) exigirá adaptações no modelo de arrecadação e poderá alterar a política de incentivos fiscais utilizada pelo Estado para atrair empresas.

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A intenção da reorganização administrativa será manter a competitividade de Mato Grosso na atuação de empreendimentos, especialmente nos setores de agroindústria e processamentos de grãos e carnes, diante das mudanças no sistema tributário.

E Ananias Filho como está?

Parte dos deputados eleitos e reeleitos não o quer mais no comando da legenda na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon.

Dizem que o “protegido” de Wellton Fagundes, desagrega, não tem perfil de um líder político e age com perseguição no comando do Partido Liberal (PL). Entretanto, contudo, todavia, senhores revoltados, o comando do partido dificilmente sairá do controle de Ananias Filho.

Ele é uma indicação de Wellton Fagundes, ambos são antigos aliados. Tem mais: o presidente do Diretório Nacional Valdemar Costa Neto e Wellton Fagundes são correligionários a década.

Infidelidade? Tá se referindo a infidelidade de alguns líderes da sigla no pleito eleitoral de 2026? O Wellton e Ananias, levaram numa boa e, segue o fluxo! Isso é que pode chamar de resiliência.

Daqui a 14 dias

Os brasileiros retornam às urnas para a votação do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

É incrível o país mostrado no horário eleitoral pelo candidato da esquerda, será que existe? Onde está? Cadê?

É tamanha mentira que vira uma piada de mal gosto pra quem perde o tempo em assistir, já que vem goela abaixo em nossos lares.

Então, bora! Vou levar os frequentadores do Boteco da Alameda, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) já que nos bastidores a disputa da Mesa Diretora da Casa de Leis, da vigésima primeira Legislatura começa a agitar.

Segundo levantamento do núcleo duro do Boteco da Alameda, dois deputados que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de “oposição” na disputa pela Mesa Diretora.

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Oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio para os dois deputados: Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos).

Nota de rodapé:

O atual presidente da Casa de Leis, o comandante do Podemos em Mato Grosso, Max Russi, vai permanecer na presidência no Biênio 2027/2028. A disputa se concentra na primeira secretaria, hoje ocupada por Dr. João José (MDB) e cobiçada pelo Partido Liberal (PL) e Republicanos.

O Boteco vai falar

Alguém falou em Ministério? Se você está acompanhando alguma notícia recente, conte um pouco mais para os frequentadores do Boteco da Alameda.

Então senhores (as) navegantes do Blog do Valdemir pega aí: a possibilidade de Mato Grosso ocupar o comando do Ministério da Agricultura, reflete a importância do Estado para a economia nacional.

Líder na produção brasileira de soja, milho e algodão, além de possuir o maior rebanho bovino do país, o Estado de Mato Grosso exerce influência direta sobre as discussões relacionadas ao abastecimento, as exportações e as competitividade do Agronegócio.

Nesse cenário, a escolha de um novo representante do Estado de Mato Grosso para comandar a pasta teria significado político e econômico.

A eventual indicação, porém, também dependeria da capacidade de articulação nacional do escolhido e de sua relação com as diferentes cadeias produtivas, que incluem agricultura empresarial, pecuária e agricultura familiar.

Pega aí: apesar das movimentações de bastidores, a formação de um eventual Ministério permanece condicionado ao resultado do segundo turno.

Por enquanto, dois nomes permanecem no campo das possibilidades: Mauro Mendes (UB) e Odílio Balbinotti Filho.

Não há confirmação de convite, indicação formal ou compromisso de Flávio Bolsonaro com qualquer um deles para o Ministério da Agricultura.

Segue o fluxo!

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