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CRISE NA PREFEITURA GANHA NOVO CAPÍTULO

“CLIMÃO” de paz e harmonia não sobrevive em Cuiabá, entre prefeitos e seus vices

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O clima de harmonia e parceria que levou a eleição do prefeito cuiabano “Abilinho” Jaques Brunini (PL) e sua vice Vânia Garcia Rosa (Novo) na eleição de 2024, deu lugar a ataques, críticas, registro de Boletim de Ocorrência (BO) e insatisfação na Capital de todos os mato-grossenses.

E pasmem os senhores amigos e leitores do Blog do Valdemir, nem se passaram um ano do momento em que estiveram juntos pedindo votos aos moradores da Terra de Pascoal Moreira Cabral.

O incrível é que, o “CLIMÃO” de paz e harmonia não sobrevive em Cuiabá nos últimos anos entre os prefeitos e seus vices na Capital de todos os mato-grossenses.

A primeira vez que a relação entre prefeito e vice foi abalada, e ocorreu em 1997, com o ex-prefeito Roberto França (PTB) e seu vice Roberto Nunes (PSDB), por divergências políticas, o rompimento ficou escancarado quando não assumiu o cargo de vice, optando por ficar no cargo de deputado estadual.

Em 2013, o então socialista Mauro Mendes assumiu a Prefeitura de Cuiabá, a exemplo de Roberto França, digamos, curioso: sem o vice-prefeito eleito, João Malheiros (PR) que, renunciou ao cargo e preferiu continuar como deputado estadual.

Outra curiosidade: Roberto Nunes e João Malheiros continuaram como parlamentares na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e, daí para a frente, nunca mais se elegeram.

Em 2017- 2021, a briga travada entre o ex-prefeito da Capital, Nenel Pinheiro (MDB) e o seu vice Niuam Ribeiro (Podemos), por divergências e interesses políticos diversos, ganhou até capítulo com a propositura de uma indenização por ofensas nas redes sociais. Niuam Ribeiro sumiu da vida publica.

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Segue o fluxo!

A situação na Capital…

Tomou contornos mais notórios nas últimas 72 horas. Foram três episódios com climão entre o prefeito cuiabanoAbilinho” Jaques Brunini (PL) e sua vice Vânia Garcia Rosa (Novo).

Quinta feira dia 7: a vice-prefeita foi até a Câmara Municipal de Cuiabá, usando da Tribuna da Casa de Leis, chegou a falar em “assédio político” por parte dos edis cuiabanos;

Na sexta-feira dia 8:o Abilinho exonerou a vice-prefeita Vânia do comando da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB).

Sábado dia 9: um dia após a exoneração, Abilinho foi até a SEMOB para fazer uma vistoria, e chegando ao local, ocorreu mais um capítulo do desentendimento entre ambos, com direito ao Boletim de Ocorrência (BO) 2025.253602.

Ao chegarem, os policiais encontraram a vice-prefeita, acompanhada de sua advogada, e o Prefeito da Capital, ambos com os ânimos exaltados“, diz um trecho do B.O.

Nota de rodapé: em pensar que a 4 meses atrás, Abilinho dizia que a briga entre Flávia Moretti e Tião da Zaeli tinha, passado do limite e estava prejudicando Várzea Grande.

Bom…, é Cuiabá, como fica agora com esse “CLIMÃO” pesado que tem até Boletim de Ocorrência (BO).

Tensão

O prefeito cuiabano, Abilinho, quando da vistoria, disse ter encontrado em uma sala que fica no subsolo da Semob, uma maca, um frigobar e itens pessoais que seriam de sua vice, e isso não agradou o Prefeito de Cuiabá, o que gerou uma grande polêmica. Vania justificou que o espaço era destinado ao cuidado das servidoras, especialmente em datas comemorativas.

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Para alguns, o “CLIMÃO” ficasse mais pesado, foi a gota d’água, e logos após serem divulgadas as imagens do local, o que foi interpretada como parte da tensão política, que já vinha se agravando com acusações de “assédio político” feitas pela vice contra um vereador e críticas da presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil (PL), sobre a falta de diálogo institucional.

Com esse “CLIMÃO”, pesado, o episódio expôs um racha na gestão municipal, marcado por embates públicos, notas de repúdio e disputas internas entre Executivo e Legislativo.

O Boteco vai falar

– Quem é ou o que é que está por trás da explosão de Vânia Garcia contra Abilinho? Nos meios políticos, essa é a questão mais palpitante no momento;

– O Boteco da Alameda com “O Pé Atrás” afirmaaa: essa confusão toda, mostra como é frágil e como tem sido artificialmente conduzido a relação entre o chefe do Executivo Municipal, Abilinho, e o Legislativo cuiabano, a qualquer crítica à atuação do prefeito;

Abilinho a sua vice é ilustrativa?

– Os eleitores cuiabanos, (171.324 votos) quando foi as urnas, tinha lá só o seu retrato ou tinha da Vânia também?

E mesmo assim seguimos o fluxo!

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Política

Convenções Partidárias: quatro perguntas permanecem sem respostas

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Na próxima segunda-feira, dia 20 de julho, será a abertura do período das Convenções Partidárias que movimentam as articulações na minha “QUERIDA” Terra de Rondon: Repúblicanos, União Brasil (UB), Partido Progressista (PP), Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o Partido Liberal (PL), assim como as outras siglas que aceleram as negociações para fechar candidaturas e as alianças para disputa eleitoral deste ano.

As principais definições envolvem a corrida ao Palácio Paiaguás e as duas vagas a Casa Alta. A Convenção Partidária do União Brasil (UB), foi antecipada para o dia 30 de julho e deve definir o posicionamento da sigla.

A decisão terá impacto direto na composição da Federação União Progressista, formada por União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP), já que integrantes do Progressistas tem indicado preferência pela continuidade do apoio à reeleição do governador mato-grossense, o Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta.

Na oposição, partido como PT, PSD, MDB e PSB também articulam alianças e buscam fortalecer seus projetos eleitorais.

Com o início das Convenções Partidárias, as articulações entrarão na fase decisiva. Até 5 de agosto, os partidos políticos deverão oficializar candidatos, alianças e Federações.

Após esse período, o cenário eleitoral de Mato Grosso deverá estar praticamente definido para o início da campanha oficial.

Segue o fluxo!!

Perguntas sem respostas

Embora os principais pré-candidatos estejam colocados, quatro perguntas ainda permanecem sem respostas e podem alterar significativamente o desenho da disputa pelo Palácio Paiaguás.

Primeira pergunta: “Capitão Jaymão” será candidato? Esta é hoje a principal incógnita da sucessão estadual. O “Capitão Jaymão”, sustenta que o seu partido, o União Brasil, que tem tamanho político suficiente para apresentar candidatura própria e considera que um dos maiores partidos da Terra de Rondon.

A Convenção Partidária da sigla marcada para o dia 30 deverá responder se esse entendimento prevalece os legados da legenda.

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Segunda pergunta: Mauro Mendes conseguirá manter o União Brasil (UB) ao lado do seu “AMIGO”, o governador Otaviano Pivetta?

Caso consiga convencer a maioria dos membros e filiados do União Brasil (UB) a apoiar Otaviano Pivetta, preservará praticamente intacta a estrutura política que governou Mato Grosso desde 2019.

Se perder a disputa interna, entretanto, o cenário muda completamente. O União Brasil na “QUERIDA” e “LINDA”, Terra de Rondon poderá lançar candidatura própria e obrigara o grupo do núcleo duro do Palácio Paiaguás a reorganizar sua estratégia eleitoral.

Terceira pergunta: quem será vice do governador do partido Republicanos, Otaviano Pivetta nesta eleição?

Nos bastidores, o nome mais citado continua sendo o da suplente de deputada federal Gisela Simona, do União Brasil.

Caso a legenda opte por candidatura própria, o Repúblicanos poderá buscar outra composição para ampliar sua base de sustentação.

A definição do vice também servirá como indicativo das alianças que acompanharão Otaviano Pivetta durante a campanha eleitoral deste ano.

Quarta pergunta: para onde vai o partido comandado pela “Mulher Maravilha”, o MDB?

Se existe um partido que observa os movimentos do tabuleiro eleitoral, esse partido é o MDB.

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A prioridade do partido é construir um ambiente favorável para a candidatura da Mulher Maravilha a Casa Alta e fortalecer suas chapas proporcionais. Na prática, o MDB tornou-se um dos principais fiadores das futuras alianças e dificilmente anunciará qualquer posicionamento antes de conhecer o desfecho da convenção do União Brasil na Terra de Rondon.

O Boteco vai falar

As quatro indefinições mostram que a corrida eleitoral ainda está longe de alcançar um desenho definitivo.

A decisão do União Brasil (UB) no meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso influenciará diretamente a estratégia do Repúblicanos, poderá definir o posicionamento do MDB e terá reflexo sobre outras legendas que negociam espaço nas chapas majoritárias.

Nota de rodapé: as Convenções Partidárias deixaram de ser apenas uma exigência do calendário eleitoral e.… até lá, a pré-campanha seguirá marcada por negociações, conversas reservadas e movimentos cuidadosamente calculados, em um cenário no qual uma única decisão partidária poderá alterar o rumo de toda a sucessão estadual.

Antes de finalizar: na arte do convite para a Convenção do Partido Liberal (PL), no dia 22 de julho, Wellton Fagundes aparece ao centro, acompanhado de lideranças estaduais da sigla. Chamou atenção do Boteco da Alameda que Flávio Bolsonaro ficou fora. Por que será?

Engraçado, Flávio Bolsonaro esteve em Cuiabá recentemente e declarou apoio público a Wellton Fagundes.

Pega aí: o anúncio foi feito no Plenário do Senado.

Pronto, falei e segue o fluxo!

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