NOVO LÍDER DO GOVERNO MUNICIPAL
Adevair Cabral é o escolhido líder do Governo na Câmara Municipal
Pensando em dedicar ao projeto de candidatura a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o vereador do Partido Verde (PV), Mário Antonio Moisés Nadaf, entregou a liderança do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) na Câmara Municipal.
Mário Nadaf permaneceu 11 meses no cargo, quando assumiu a função de ponte entre o Poder Executivo e o Legislativo.
“Minha saída é para fazer ao bem a sociedade num projeto maior que nós estamos construindo e, que naturalmente, precisamos dedicar tempo a ele. Na liderança, a gente cuida do processo executivo e sobra pouco tempo para dedicar ao projeto para construção da nossa candidatura”.
Novo líder na Casa de Leis
Nesta terça-feira (15), durante a live ao vivo pelo Facebook, o Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), anunciou os vereadores Adevair Batista Cabral (PDT), como líder, e Dr. Luiz Fernando Amorim do Partido Republicanos, vice-líder do Governo na Câmara Municipal de Cuiabá.
O chefe do Executivo Municipal disse que os vereadores foram escolhidos por serem comprometidos com o desenvolvimento da cidade e porque são parlamentares acessíveis ao povo.
“Eu preciso muito da Câmara de Cuiabá para realizar os avanços que estamos realizando na nossa cidade. E para continuar com essa gestão que transforma e humaniza, eu preciso de vereadores comprometidos e que sejam do povo. Este ano, escolhi dois grandes companheiros com o mesmo perfil da gestão e que têm compromisso com os mais carentes. Vai ser o Adevair Cabral, meu amigo pessoal, meu irmão, meu companheiro. O Adevair é vereador há 4 mandatos. Tem que ser muito bom, querido e trabalhar muito por Cuiabá para ser eleito por quatro vezes! Adevair é servidor público e presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cuiabá (SISPUMC)“, declarou Emanuel Pinheiro, em relação ao novo líder.
“Para vice-líder, escolhi o médico Luiz Fernando porque seu foco é na saúde e eu queria um médico por causa da pauta saúde. E também para que ele decida comigo algumas questões, mostrando sua experiência e conhecimento de causa, para acertarmos mais e realizar mais avanços que melhorem esse setor. Além de sua lealdade e confiança, o Luiz Fernando é um médico ortopedista muito conceituado na Baixada Cuiabana. Ele é experiente e atua na Presidência da Comissão de Saúde da Câmara. Luiz Fernando tem dado uma grande contribuição para Cuiabá e sua experiência como médico vai ajudar muito“, comentou o prefeito Emanuel Pinheiro sobre seu novo vice-líder na Câmara Municipal.
O prefeito agradeceu aos vereadores Mário Antonio Moisés Nadaf (PV), e Kássio Eduardo da Silva Coelho (Patriota), que, no ano passado, exerceram as funções de líder e vice-líder no Parlamento cuiabano.
“Em 2021, os amigos Mário Nadaf e Kássio Coelho realizaram um grande trabalho na Câmara. Sempre lutaram pelas pautas que melhorem ainda mais essa gestão humanizada e do povo. Obrigado aos dois“.
Os novos líder e vice-líder serão oficializados na próxima quinta-feira (17), em sessão plenária na Câmara Municipal de Cuiabá, pelo presidente da Casa de Leis, vereador Lídio Barbosa, o Juca do Guaraná Filho (MDB).
Política
Inversão de cenário no eleitorado de Mato Grosso impulsiona disputa ao Governo Estadual
Uma mudança expressiva na disposição do eleitorado mato-grossense reconfigurou o panorama político regional e colocou a sucessão para o Poder Executivo Estadual em um cenário de disputa aberta. Conforme levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira, dia 24 de agosto, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiu numericamente a liderança das intenções de voto no estado de Mato Grosso. O gestor ultrapassou o senador Wellington Fagundes (PL), revertendo uma vantagem expressiva que favorecia o parlamentar há oito meses e alterando a dinâmica das alianças regionais.
A alteração do quadro eleitoral ocorreu de forma gradual ao longo do último período, impulsionada pela consolidação de Otaviano Pivetta na chefia do Executivo e pela consequente reorganização das forças partidárias locais. Entre dezembro de 2025 e agosto do ano corrente, o cenário sem a presença do senador Jayme Campos registrou uma movimentação expressiva de 19 pontos na diferença entre os dois principais concorrentes. A alteração na dinâmica política reflete a absorção da imagem do atual governador como candidato à reeleição perante o eleitorado, alterando a hierarquia que antes parecia consolidada na corrida ao Palácio Paiaguás.
O levantamento estatístico abrangeu 1.504 eleitores distribuídos por 56 municípios do Estado de Mato Grosso, selecionados para compor uma amostragem representativa do eleitorado local. As entrevistas foram conduzidas de maneira presencial e domiciliar entre os dias 21 e 23 de agosto. O estudo técnico foi contratado pela empresa Sedek Serviços, Tecnologia & Informação Ltda., e devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação MT-02157/2026, respeitando as normas legais vigentes para a divulgação de pesquisas eleitorais.
Na pesquisa Estimulada para o primeiro turno, Otaviano Pivetta atingiu 39% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes registrou 35%, configurando um empate técnico dentro do limite da margem de erro. A médica Natasha Slhessarenko (PSD) obteve 8,7%, seguida por Sargento Laudicério (Agir), com 2,2%, Maurício Coelho (Mobiliza), com 0,4%, e Rafaell Milas (Missão), com 0,3%.
Os votos brancos e nulos somaram 8,1% do total, ao passo que 6,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder ao questionamento.
A virada promovida pelo atual governador em um intervalo de oito meses representa o elemento analítico de maior relevância no estudo estatístico. Em dezembro do ano anterior, Wellington Fagundes liderava a disputa com 43,1% contra 28,1% do adversário, estabelecendo uma distância de 15 pontos percentuais. No levantamento atual, Otaviano Pivetta cresceu 10,9 pontos percentuais, enquanto o senador recuou 8 pontos, transformando a desvantagem inicial do chefe do Executivo em uma liderança numérica de quatro pontos percentuais na consulta induzida.
A tendência de alteração do eleitorado consolidou-se também na simulação de um eventual segundo turno entre os dois primeiros colocados.
No levantamento anterior, Wellington superava Pivetta por 48,6% a 32,8%, ostentando uma margem favorável de 15,8 pontos. O cenário presente aponta o governador com 44,3% e o senador com 40,8%, evidenciando um movimento de 19,3 pontos na distância relativa entre ambos.
Embora a diferença atual de 3,5 pontos mantenha os pré-candidatos em empate técnico, a trajetória sinaliza uma perda de ritmo da candidatura opositora.
No cenário Espontâneo, no qual os nomes dos postulantes não são apresentados aos entrevistados, a lembrança do nome do governador apresentou dados ainda mais favoráveis à sua candidatura. Otaviano Pivetta foi citado espontaneamente por 15,9% dos eleitores, enquanto Wellington Fagundes alcançou 8,6% e Natasha Slhessarenko obteve 2,7%.
A vantagem de 7,3 pontos obtida pelo gestor público demonstra um grau superior de fixação de sua imagem junto à parcela do eleitorado que já se encontra mais engajada no processo sucessório estadual.
Os índices de rejeição apurados pelo instituto de pesquisa fornecem elementos adicionais para compreender a movimentação da massa votante.

O senador Wellington Fagundes registrou 25,7% de rejeição entre os entrevistados, que afirmaram não votar nele sob qualquer hipótese, ao passo que Otaviano Pivetta apresentou 16,3% e Natasha atingiu 19,3%. Essa diferença de 9,4 pontos na rejeição amplia o teto potencial de crescimento do governador, facilitando a atração de eleitores indecisos ou dispostos a migrar de opção nas etapas subsequentes.
A sustentação da ascensão eleitoral de Pivetta encontra respaldo direto nos índices de aprovação de sua gestão à frente do Governo do Estado. A administração estadual conta com a aprovação de 69,5% dos entrevistados, contra 23,3% de desaprovação.
No detalhamento conceitual, 49,2% dos cidadãos avaliam o governo como ótimo ou bom, 32,2% o classificam como regular e 14,4% o consideram ruim ou péssimo.
Essa percepção positiva sobre o desempenho administrativo cria um ambiente político favorável à tese de continuidade da gestão.
A despeito da consolidação da candidatura governista, a disputa permanece aberta devido ao elevado contingente de eleitores ainda não decididos no estado. O levantamento revelou que 65,2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram indicar espontaneamente um nome para o governo estadual.
Esse expressivo volume de votos não cristalizados representa o principal campo de atuação para as campanhas operarem nas próximas etapas, quando o início da propaganda e o afunilamento do pleito definirão se a tendência atual se consolidará em vitória nas urnas.
-
Artigos6 dias atrásSem grupos políticos
-
Artigos6 dias atrásDIA MUNICIPAL DO PLANTIO DE ÁRVORES EM CUIABÁ
-
Política6 dias atrásO que agentes públicos não podem fazer durante a campanha eleitoral?
-
Artigos5 dias atrásRequer tempo
-
Artigos5 dias atrásNinguém mais quer trabalhar
-
Artigos3 dias atrásAutoliderança: o que você faz quando ninguém cobra
-
ESPORTES5 dias atrásFábio brilha nos pênaltis, e Fluminense supera o Rivadavia
-
Política4 dias atrásJustiça Eleitoral mantém, por ora, candidatura de Pivetta e preserva acesso a recursos de campanha




“