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ECONOMIA

DNIT fará elaboração de projeto para travessia urbana de Campo Novo do Parecis

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A Superintendência Regional do DNIT em Mato Grosso (SR-DNIT/MT) fará a elaboração de projeto de mais uma travessia urbana na BR-364/MT, dessa vez atendendo o município de Campo Novo do Parecis, na região médio norte de Mato Grosso.

A notícia foi dada pelo Superintendente do DNIT em Mato Grosso, Orlando Fanaia Machado, ao prefeito de Campo Novo do Parecis, Rafael Moreira, em uma visita realizada no município.

O DNIT está elaborando um Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) na região para definir as características e principais necessidades para melhor trafegabilidade e quais as soluções mais eficazes a serem adotadas na travessia urbana de Campo Novo do Parecis.

Uma equipe do DNIT acompanhou o prefeito Rafael Machado em diversos pontos da travessia urbana do município para uma pré-análise in loco do tráfego da região e possíveis melhorias que possam ser adotadas na elaboração do projeto.

Esse projeto será elaborado em parceria com a prefeitura, que durante a visita já apresentou as principais necessidades na região e sugestões a serem inseridas no mesmo. O prefeito Rafael Moreira ressaltou que a visita do DNIT foi de extrema importância para estreitar a relação do órgão com a prefeitura.

Para o superintendente Orlando a visita também foi muito produtiva.É necessário que o DNIT ao intervir no perímetro urbano dos municípios, consulte a administração local (prefeituras), que é quem conhece as principais necessidades da região e pode nos auxiliar na elaboração do projeto, visando atender tanto aos usuários da rodovia, quanto os moradores da cidade”, reforça o superintendente.

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ECONOMIA

Europa supera China e paga até 40% mais pela carne bovina produzida em MT

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Embora a China continue como principal compradora da carne bovina produzida em Mato Grosso, são os mercados europeus que oferecem a maior remuneração pelo produto do Estado. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que, no primeiro semestre de 2026, a União Europeia pagou, em média, US$ 6.390 por tonelada de carne bovina mato-grossense, enquanto os demais países europeus desembolsaram US$ 6.667 por tonelada. Os valores superam em até 40% o preço médio pago pela China, de US$ 4.745 por tonelada.

A diferença evidencia uma estratégia cada vez mais importante para a pecuária de Mato Grosso: além de ampliar mercados, conquistar destinos que remuneram melhor a carne produzida. Embora a China tenha absorvido 55,2% dos embarques mato-grossenses no primeiro semestre, os mercados europeus se destacam pelo maior valor agregado dos produtos exportados e pelas exigências relacionadas à qualidade e rastreabilidade.

Esse cenário também é refletido no Índice de Atratividade das Exportações, indicador elaborado pelo Imea que compara quanto cada mercado remunera a carne bovina em relação ao valor da arroba do boi gordo em Mato Grosso. Na prática, o índice mede a capacidade de cada destino gerar retorno econômico para a cadeia produtiva: quanto maior o índice, maior é o valor agregado obtido na exportação.

Nesse ranking, a União Europeia lidera com índice de 108,49, seguida pelos demais países da Europa (98,59). Em comparação, a China registra índice de 74,37, atrás ainda do Oriente Médio (76,58) e da América do Norte (75,47). Os números mostram que, embora compre menor volume, o mercado europeu proporciona uma remuneração significativamente superior pela carne mato-grossense.

A China continuará sendo um parceiro estratégico pela capacidade de absorção de grandes volumes, mas o avanço da carne mato-grossense em mercados como a União Europeia demonstra que nossos produtores também estão preparados para atender consumidores que valorizam qualidade, rastreabilidade e regularidade no fornecimento. Isso aumenta a competitividade da cadeia e agrega valor à produção, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

Segundo Andrade, ampliar a presença em mercados mais exigente fortalece toda a cadeia produtiva e reduz a dependência de poucos compradores.

Diversificar mercados significa aumentar a segurança comercial da pecuária mato-grossense. Quanto maior a participação em destinos que pagam mais pelo produto, maior é o estímulo para investimentos em tecnologia, genética, eficiência produtiva e programas de conformidade socioambiental”, enfatiza.

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