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“SE” com esta condição o DEM tentará entrar no pleito eleitoral em Cuiabá

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Sábado, conhecido como dia de descanso. O dia do Sábado é sem dúvida um dia especial para o povo de Deus desde o princípio em Jacó/Israel. É o último dia da semana. E aqui você encontrará as melhores informações para bem começar esse dia. Esperando que consiga refletir no que é possível. Já que aqui no Blog do Valdemir é possível escrever o que está acontecendo, imaginando que estamos a falar, então vamos lá.

Se os militantes do Partido Democrata (DEM), voltar a se preocupar com a eleição 2020, “SEJúlio José Campos recuperar a liderança do passado, “SE” o Senador por Mato Grosso Jayme Veríssimo de Campos entrar realmente na campanha eleitoral em Cuiabá, “SEJosé Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), fazer o que está prometendo nos próximos 100 dias, com mais ações, se a população repetirem o que fizeram em 2018 e “SE” o governador também do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira fizer um trabalho, com medidas mais rígidas para o combate ao novo “Coronavírus” em Cuiabá, que não está sendo feito há dias em Cuiabá, e “SE”, e “SE”, e “SE”…

Sempre que falamos dos Democratas no atual cenário nas eleições municipais em novembro, principalmente na capital, é com esta condição, quase uma conjunção astral que, se acontecer transformará o DEM em um partido vencedor. Mas a realidade é bastante diferente. Considerando o real momento e, a desempenho dos possíveis pré-candidatos que não precisam da conjunção condicional, SE o atual DEM é apenas um bom, como também são bons tantas outras siglas partidárias e não como melhor partido de Mato Grosso, como alguns tentam vender.

Na prática, nas administrações, nos resultados, não há nada que indique uma superioridade dos Democratas aos adversários políticos, a não ser um passado cada vez mais distante (o domínio da família Campos há 4 décadas).

Aliás, há sim, esperança de militantes que se iludam. Enquanto parte de correligionários se frustra por não ter um nome para disputar o pleito em Cuiabá, outra acredita que eventualmente, todos os SE serão superados por mágica.

É o mesmo tipo de crença infundada que faz com que os mesmos militantes acreditam numa volta de “Frederico Campos”, “SE”, conseguir fazer a campanha no meio da “Pandemia”, será eleito prefeito absolutamente.

É lógico que, por trás de tudo isso está o governador Mauro Mendes, que nos últimos dias, tem acumulado decisões em relação a eleição em Cuiabá : a situação poderia ser melhor SE não tivesse os “generais” na linha de frente no combate ao Covid-19. Talvez SE fizesse um trabalho melhor na política, SE tivesse, empenhado na sucessão de Emanuel, afinal uma campanha eleitoral, apesar do calendário eleitoral é de 45 dias, sabemos que o nome precisa ser construído no mínimo 12 meses. Uma campanha eleitoral precisa ter garra, sangue nos olhos e determinação, ou contrário será apenas coadjuvante.

A verdade é que o DEM se contentou em ter um Senador, um Governador e um Presidente da Assembleia Legislativa.

Hoje, essa visão evolui para um autoengano, enquanto muitos preferem acreditar que Emanuel Pinheiro deu em sorte em 2016, e que o DEM pode com o governador e atual filiados, ganharem novas eleições, precisam mudar o pensamento.

O DEM é um partido com muitos nomes de peso, mas que na prática está muito longe de ganhar a eleição em Cuiabá.

Chegou a hora de pararmos de olhar o partido no papel, e começar a avalia-lo nos últimos pleitos eleitorais em Cuiabá, porque, como todo mundo sabe, o SE não vota. E, infelizmente nem alguns nomes que estão tentando enfiar a goela abaixo, ou motivos outros, ganhando espaço na imprensa, condiz com a realidade do DEM.

Nota da redação

Por favor, nãoSE iludam, vocês estão no Blog do Valdemir: Júlio Campos não irá desistir da sua candidatura ao Senado.

Meu nome continua a disposição do partido. Estou preparado para disputar, seja virtual ou corpo a corpo. Vai depender do meu partido“, disse Júlio Campos.

Agora não vamos subestimar a inteligência do povo mato-grossense, quem vai querer barrar a candidatura de Júlio Campos? Só Jayme para barrar e isto não acontecerá. Então vamos parar de discutir sexo dos anjos.

E, como estamos no SE, SE Cidinho Santos vem conversando, pode continuar, mas a candidatura de Júlio Campos não vai tirar.

E para encerrar, a articulação de Cidinho e Prefeitura de Cuiabá, vamos aqui frisar: Cidinho está jogando em todas as posições, por ser afilhado de Blairo Maggi, tem direito, porém, desde que acabou seu mandado, humilde se tornou e cada cavada uma plantada.

A última é a “possível” candidatura a Prefeito de Cuiabá. Já que estamos neste sabadão aqui, para falar a verdade assim pontuaremos, objetivo: fortalecer a popularidade, para que em 2022 tentar uma cadeira na Câmara Federal. Ou seja, uma pré-avaliação do nome junto ao eleitorado, como já fizeram dezenas de políticos.

PS: já avisamos que a Prefeitura de Cuiabá não é para aventureiros. População cuiabana sabe quem é quem.

Fábio Garcia, Eduardo Botelho e Marcelo Bussiki, o candidato caso o DEM tenha será um destes três…

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Filhos do 25 não querem perder o legado histórico da sigla

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Os grupos que pregam a renovação na vida pública comemoraram os resultados das Eleições de 2018, mas agora começam a se deparar com os diversos problemas dentro da política na vida real.

Há uma narrativa de que a “crise”, se não derrubar o Governo, ao menos significará um entrave significativo para o avanço de sua agenda.

É caros amigos internautas do Blog do Valdemir, o clima nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso não anda nada bom para algumas lideranças do nosso Estado. Todos estão na expectativa da reunião entre os caciques: Mauro Mendes Ferreira, Jayme Veríssimo de Campos, José Eduardo Botelho, Mauro Carvalho Junior, Júlio José de Campos e o Diretório Estadual do Partido Democrata (DEM).

Na pauta diz que: para definir a posição do partido em relação ao pleito Eleitoral de 2020.

Muitos pensam que a preocupação dos Democratas, será para escolher um nome da sigla para disputar a cadeira Numero 1 tão desejada por muitos, contra o amigo da família Campos a Prefeitura de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro.

Então tá bom! Está difícil, sabemos a dificuldade dos internautas acompanhar o assunto, que tem tomado o centro da atenção no debate político mato-grossense nas últimas semanas: a crise do DEM.

Partido no qual o governador Mauro Mendes foi eleito e que ainda está filiado. Mas tenha paciência, o partido dos Democratas será ainda tema de várias matérias que estão por vir, artigos para comentar as várias declarações e fatos impactantes, envolvendo os considerados “caciques”, passando por deputados e militantes partidários da sigla.

A “crise” dos Democratas poderia receber diversas adjetivações, menos a de surpreendente. O que chama atenção é o fato de haver, bem difundida entre várias pessoas e setores, algumas surpresas nos embates que tem visto e amplamente noticiadas.

Talvez a surpresa seja decorrente de uma percepção particular sobre os Campos.

Diante disso, cabem aqui algumas reflexões sobre a crise em si, do partido, do atual Governo do Estado, e outros.

É possível esboçar duas razões complementares para se pensar a crise do DEM: apoio a Emanuel Pinheiro ou a para que Mauro Mendes saia do partido… Nossa… Já…

Algumas prerrogativas deixam claro que existe um interesse no racha. E será imenso, mesmo porque o partido até 2018 ficou como “coadjuvante” de outras siglas partidárias. Hoje no centro da disputa para as Eleições de 2020, deve-se perguntar: como é até quando poderão seguir o fluxo da onda conservadora que levou o DEM ao Palácio Paiaguas?

É possível que algumas lideranças vislumbrem na atual “crise” um momento de se desvincular de um iminente desastre. Também é possível que outros prefiram permanecer e se aferrar do partido, apostando vislumbrar novos horizontes nas Eleições de 2022.

Com certeza existe incontável, tons de cinza entre uma posição e outra que somente um exame mais minucioso dos embates que vem acontecendo poderá responder de maneira mais incisiva.

PS: uma conclusão que se pode tomar é que o DEM é um campo de disputa de diversos agentes políticos, sendo o Palácio Paiaguas, parte dele.

Uma dica: há uma maneira de ver o grupo de Jayme e Júlio, como segue a política. Se quiser saber, domingo ficarás sabendo aqui no Blog do Valdemir.

Nota da redação

Nós não estamos rachados, é isso que as lideranças dos Democratas soltam aos quatro cantos do Estado.

Então o Blog do Valdemir pergunta: não é racha, três lideranças políticas apoiarem candidaturas diferentes no pleito eleitoral?

Tá bom…, querem enganar, engane pra lá, porque aqui, não vão enganar os nossos internautas e, vou escrever…

Para se ter uma ideia, os “caciques” políticos da oposição, comemora o racha dos Democratas, já que representa um movimento que pode-se beneficiar uma candidatura da oposição ao Paiaguas em 2022.

Quer mais? O grupo ligado ao Senador pelo Democrata, Jayme Campos não irá referendar o nome para a disputa da Prefeitura de Cuiabá e muito menos o que o Diretório Estadual da sigla indicar para o Senado da Republica neste mês de novembro, dia da Eleição de 2020 para Prefeito, Senador e Vereador.

O racha já está nítido. O clima de rompimento é tão grande na sigla. As possibilidades estão todas abertas, seja a migração ou até permanecer um partido rachado.

Finalizando: eu não posso afirmar se o deputado Eduardo Botelho será candidato. Eu ainda não vi nenhuma movimentação“, o cacique e senador Jayme Campos, disse para muitos, mas poucos entenderam.

Fábio Garcia é a carta de Mendes. Só que está carta nem está sabendo o que vem ocorrendo no bairro Dom Bosco, ou melhor nem sabe aonde fica este bairro.

Eduardo Botelho, neste momento é melhor tê-lo na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) do que na disputa eleitoral. Concorda Mauro Mendes?

Resta Marcelo Bussiki que é opositor a Pinheiro (o pivo da intriga no DEM). O edil cuiabano carregaria como apoio, os vereadores que são contra a administração Municipal de Cuiabá.

Não estão rachado não, veja só: Jayme Campos apoia Nilson Leitão, Eduardo Botelho apoia Otaviano Pivetta e Mauro Mendes apoia Carlos Favaro. Se isso não for racha então é o que?

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