DIGA AO POVO QUE VOU FICAR OU SAIR!
Campanha eleitoral tem uma semana de “CRISE” na Terra de Rondon
Sabadouuu! Queridos leitores e amigos frequentadores do Boteco da Alameda, ontem completou 20 anos que foi criado a Lei “Maria da Penha”, e o que isso tem a ver com política? Calma pequeno gafanhoto, não temos que esclarecer nada no dia de hoje. Motivo: o Boteco da Alameda está lotado e precisamos pontuar os últimos acontecimentos nos bastidores da política na minha “QUERIDA”, “LINDA”, MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon.
Então venha conosco, porque… lá vem o “Guri Refestelado da Guarita“, o “fuxiqueiro” (termo usado pelos cuiabanos, para quem vive de fofocas), bom…, ele desceu a Rua do Corsário gritando que agora o Partido Liberal (PL), acabou tudo em “melancia“.
Segue o fluxo!
E agora núcleo duro?
No despacho o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino de Castro e Costa, disse que os alvos da “Operação Heritage“ que aconteceu em Cuiabá, realizado pela Polícia Federal, estão proibidos de manterem contatos. E como, o cacique do União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira vai fazer campanha junto com o “Menino criado com Vovó” e da “Vivi”?
Quer saber, esse fato acontecido no dia de ontem é pequeno demais para se preocuparem. O desafio será impedir que a investigação seja agenda eleitoral dos adversários.

Para isso, a campanha eleitoral deverá concentrar esforços em separar a existência da investigação de eventual responsabilização criminal, destacando que não há denúncia sem condenação contra os investigados.
A tendência é que a discussão sobre a “Operação Heritage“ passa a ocupar espaço permanente na propaganda eleitoral, nos debates e nas manifestações dos candidatos.
O grupo governista precisa defender seu legado enquanto responde aos desdobramentos da investigação.
A oposição tem um plano para explorar durante 60 dias que antecede a votação.
Entretanto, contudo, todavia, uma pergunta que não quer se calar é: o “Menino da Vovó” ainda vai permanecer como pretenso candidato a vice-governador na chapa do Governador do Estadão de Mato Grosso, o Republicanos, Otavaiano Olavo Pivetta? Pelo que tudo indica, será, porque quem tá mandando e desmandando é o “Homem de Ferro“?
O impacto
A dois meses da eleição de outubro, o núcleo duro do Palácio Paiaguás e aliados monitoram o impacto na corrida eleitoral.
Aliados se dividem sobre os efeitos da crise para a tentativa de reeleição do governador Otaviano Pivetta.
Parte acredita que o impacto será reduzido por não envolver diretamente o Chefe do Palácio Paiaguás. Além disso, auxiliares, afirmam que é, natural, durante o período eleitoral, que a oposição busque atrelar supostas denúncias de campanha ao Mauro Mendes, que lidera as pesquisas de intenção de voto.
Outra parcela viu o caso como um desgaste desnecessário e defende o afastamento do “Menino da Vovó”.
Histórico da caminhada
Breve histórico da caminhada do “Homem de Ferro” na política.
Deixou o “Âncora” no comando do Estado de Mato Grosso, vai trabalhar a campanha de “Vivi” para Câmara dos Deputados, assinou termo de compromisso para candidatura a Casa Alta, e virou o “Master Chefe”, ou seja, dizem que “Galo Véio”, amolece a carne na panela de pressão, hummm… será que foi isso, que aconteceu com “Capitão Jaymão”?

O Boteco vai falar
A indecisão do “Âncora” em dizer se o “Menino da Vovó”, permanece ou não como vice na chapa apresentada, está determinando pelo “Homem de Ferro“. Ou seja, tem gente que está sendo chamado de “Pau Mandado”, pegou a visão pequeno gafanhoto? Se não pegou, volta na segunda-feira, que vamos te dar mais uma aula de como funciona o cenário político na minha “QUERIDA”, “LINDA”, MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon, para que nada acabe em “melancia”, opa, quer dizer em pizza…
Mas…, o “Guri Refestelado da Guarita”, disse que, o “melancia” está apostando alto na troca de seu vice, pois pelo que tudo indica, Maluf tem mais “capilaridade financeira”, para ajudar Wellton Fagundes na campanha, do que o médico Farina, algo de errado não está certo.
Já que existe alguns prefeitos mato-grossenses, que devem deixar a sigla do Partido Liberal (PL) pôr não apoiar o projeto de Wellton Fagundes para o Governo do Estado.
Afinal…, parece que esses gestores são os que mais defenderam a ideologia da DIREITA RADICAL no Estado de Mato Grosso, e os demais são os que entraram na onda bolsonarista, para surfar na maresia.
Segue o fluxo!
Política
PL endurece posição sobre apoio eleitoral e ameaça cobrar desfiliação de dissidentes
O presidente estadual do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso, Ananias Filho, afirmou que prefeitos e vereadores da legenda que fizerem campanha, nas eleições de 2026, para candidatos ao Governo do Estado que se oponham ao senador Wellington Fagundes (PL-MT) e aos demais nomes integrantes da coligação deverão pedir desfiliação partidária. A declaração explicita o endurecimento da direção estadual diante de eventuais manifestações públicas de apoio a adversários.
A posição foi apresentada em meio à insatisfação de lideranças do PL com a aliança firmada entre o partido e o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que incluiu a deputada estadual Janayna Riva na disputa por uma vaga no Senado. A composição eleitoral provocou resistência entre setores da legenda liberal, especialmente entre integrantes que defendem outras alianças ou preferências para a eleição estadual.
Segundo Ananias Filho, nenhum filiado será obrigado a participar das atividades de campanha da coligação. O dirigente, entretanto, estabeleceu uma diferença entre permanecer em silêncio e declarar publicamente apoio a candidatos adversários.
Na avaliação da direção estadual, filiados que optarem por não participar da campanha não serão cobrados, enquanto manifestações públicas contrárias à orientação partidária poderão gerar consequências políticas e administrativas.
“Não vou aceitar ninguém que está com mandato ficar falando que vai apoiar candidatos de fora. Quem quiser apoiar outro candidato, a primeira coisa que deveria fazer era devolver o fundo eleitoral do qual foi beneficiado”, declarou Ananias Filho.
A cobrança relaciona a utilização de recursos eleitorais recebidos em razão da vinculação partidária à expectativa de alinhamento dos mandatários com as decisões estabelecidas pela legenda para o processo eleitoral.
O presidente estadual do Partido Liberal (PL) também defendeu que os filiados que não concordarem com a composição eleitoral adotada pela direção procurem voluntariamente deixar a legenda.
Em declaração de tom contundente, Ananias Filho afirmou:
“Quem for homem de verdade, tiver caráter e quiser fazer campanha para outro, vai lá e pede sua desfiliação”.
A manifestação reforça a disposição da direção estadual de exigir uma definição dos integrantes que decidirem apoiar candidaturas adversárias.
A orientação atinge diretamente agentes políticos que ocupam cargos eletivos e que, durante o período eleitoral, eventualmente manifestem preferência por candidatos diferentes daqueles apoiados oficialmente pela coligação.
Entre os prefeitos do PL citados nesse contexto estão: Abilio Brunini, de Cuiabá; Cláudio Ferreira, de Rondonópolis; Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis; Sérgio Machnic, de Primavera do Leste; e Flávia Moretti, de Várzea Grande.

A principal questão colocada pela direção estadual é como os integrantes do partido deverão se comportar diante da orientação oficial para a disputa de 2026. Embora Ananias Filho tenha afirmado que ninguém será obrigado a participar da campanha, o dirigente deixou claro que não pretende admitir apoio público a candidatos adversários por parte de filiados que mantenham seus mandatos e permaneçam vinculados ao PL.
A advertência também alcança vereadores e outros integrantes da legenda que ocupem cargos eletivos e decidam declarar apoio a candidaturas externas à composição partidária. Para a direção estadual, a permanência no partido pressupõe respeito às decisões eleitorais estabelecidas pela legenda e pela coligação. Eventuais manifestações contrárias, portanto, poderão ser avaliadas internamente e submetidas aos mecanismos partidários considerados cabíveis.
Durante a campanha, os candidatos dos partidos que integram a coligação deverão ficar subordinados a uma direção única, conforme a orientação apresentada por Ananias Filho. O objetivo, segundo a posição expressada pelo dirigente, é preservar uma estratégia eleitoral coordenada entre as siglas e evitar manifestações públicas conflitantes entre integrantes da mesma composição. Nesse cenário, o apoio ostensivo a adversários poderá ser interpretado pela direção como possível caso de “infidelidade partidária”.
A declaração de Ananias Filho expõe, assim, uma disputa interna entre a liberdade individual de escolha dos agentes políticos e a necessidade de unidade defendida pela direção estadual do PL para as eleições de 2026. Ao exigir que aqueles que pretendam apoiar adversários considerem a desfiliação, o partido busca estabelecer limites claros para a atuação de seus filiados durante a campanha.
A reação dos prefeitos, vereadores e demais lideranças mencionados poderá indicar, nos próximos movimentos eleitorais, o grau de coesão da legenda diante da aliança firmada para a disputa em Mato Grosso.
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