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REFORÇANDO PRA ALAVANCAR A CANDIDATURA

Sextou e a segunda semana de campanha acabou!

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Sexta feira 30 de agosto e os milhares de cuiabanos que estão diante da TV, para acompanhar as Paralímpiadas 2024 de Paris, tem agora uma nova programação: começa hoje, a Propaganda Eleitoral Gratuita.

Os conteúdos serão exibidos até o dia 3 de outubro com relação ao primeiro turno, marcado para o dia 6 de outubro. Em eventual segundo turno, agendado para o dia 27 de outubro, o Horário Eleitoral que é recorde de audiência será retomado no dia 11 e veiculado até 25 do mesmo mês.

É o início efetivo da campanha, que, por causa do volume intenso de energia empreendida, em tempo exíguo (resta 37 dias de campanha). É uma corrida de 100 metros. E ainda tem candidato que não achou sua raia para a acorrida. Perdidinho ainda.

A fotografia de largada mostra, que, em boa parte das pistas, os concorrentes precisarão mostrar forças e fôlego durante o percurso. Mas….alguns estão meio fora de forma.

O páreo está embolado, sem uma sinalização clara quem irá cruzar em boa posição a linha de chegada do primeiro turno, no dia 6 de outubro.

Ela vem

Quem estará hoje em Cuiabá é a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, para fortalecer a campanha eleitoral do petista Ludio Cabral na disputa do Palácio Alencastro.

Segundo o deputado estadual e presidente do Diretório Regional em Mato Grosso do Partido dos Trabalhadores (PT), Valdir Barranco;será um encontro para fortalecer nossas lutas e alinhar estratégias. O evento será as 14 horas no Mato Grosso Palace Hotel.

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Ele vem

Após alinhar Pablo Marçal e Jair Bolsonaro na disputa da Prefeitura do Estado de São Paulo, um dos principais nomes da direita no país, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG), vem também a Cuiabá para reforçar a campanha eleitoral do deputado federal pelo Partido Liberal (PL), Abílio Brunini, com adesivaço no Comitê 22, na Miguel Sutil, a partir das 14 horas.

Qual será o resultado das visitas?

Poderá ser percebida nas próximas pesquisas eleitorais qualitativas que estarão em campo nos próximos dias.

Até o momento Ludio e Abílio travam uma briga pelo segundo lugar no pleito eleitoral 2024. Já o unista Edu Botelho, por enquanto, está reinando na primeira colocação. Não se esquecendo que o teto do unista está na casa dos 37%, não é muito confortável. E todo cuidado ainda é muito pouco.

Segundo turno o jogo é zerado. Começa tudo de novo, aí…, quem pode mais chora menos. O emedebista Domingos Kennedy, precisa urgentemente em 37 dias massificar o seu nome junto ao eleitorado cuiabano. Vai ter que ter rodinha no pé.

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Segunda semana de campanha

No começo, era um sonho: o de ser eleito para liderar um grupo, acenar para o povo e participar de uma administração que, por quatro anos, mudasse a face de Cuiabá um município desigual.

Mas…, aos poucos, a realidade se impôs. E o jeito foi desistir da ideia de se tornar uma liderança para alcançar a planície da política e da sociedade.

Ou seja, para alguns candidatos que queriam se eleger para a Câmara Municipal de Cuiabá, este ano a corrida eleitoral já acabou, seja por motivos próprios, de processos ou partidários. As candidaturas ficaram pelo caminho passados 14 dias da campanha eleitoral.

Para finalizar, pega a visão: tem pesquisa do MT Dados que já está sendo divulgado. E de acordo com as pesquisas, o deputado estadual e candidato pelo União Brasil, Eduardo Botelho segue liderando as pesquisas. Seguido de Abilio Brunini do Partido Liberal (PL), Ludio Cabral (PT), e Domingos Kennidy do MDB.

Segue o fluxo!

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Política

Jayme afirma existir uma “Verdadeira Quadrilha” instalada no Palácio Paiaguás

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A derrota de Jayme Campos na Convenção do União Brasil (UB) alterou o cenário de sua atuação política em Mato Grosso e aproximou o Senador de Wellington Fagundes, pré-candidato ao Governo do Estado pelo Partido Liberal (PL). O movimento ganhou maior dimensão depois de o senador perder, por 30 votos a 19, a disputa interna que definiria a posição da legenda na eleição estadual. Com a vitória da tese favorável ao apoio ao Republicanos, Otaviano Pivetta, o União Brasil (UB) passou a integrar o grupo político do governador, enquanto Jayme Campos intensificou as críticas aos principais nomes dessa articulação.

A disputa ocorreu dentro do próprio União Brasil (UB), partido pelo qual Jayme Campos pretendia concorrer ao Governo de Mato Grosso. Durante a fase de mobilização dos convencionais, o senador afirmava possuir maioria suficiente para assegurar a candidatura e chegou a declarar que contava com 35 dos 50 votos. O resultado da convenção, entretanto, contrariou sua expectativa e consolidou a decisão de apoiar Otaviano Pivetta, impondo ao senador uma derrota política dentro da legenda.

O desfecho provocou forte reação de Jayme Campos, que classificou o processo interno como “desigual e desonesto” e afirmou ter enfrentado um “rolo compressor”. Na avaliação apresentada pelo próprio senador, a possibilidade de disputar a eleição seria suficiente para levá-lo à vitória. As declarações expuseram a dimensão da insatisfação com o resultado e marcaram uma mudança significativa em sua relação com o grupo que prevaleceu na convenção.

Nesse novo contexto, a aproximação com Wellington Fagundes passou a adquirir relevância política. A presença de Jayme Campos ao lado do candidato do PL deixou de representar apenas uma agenda circunstancial e passou a sinalizar uma aproximação com um grupo situado fora da aliança que venceu a disputa interna do União Brasil (UB).

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O movimento também ampliou a visibilidade das críticas feitas pelo senador unista ao atual grupo político que comanda o Estado de Mato Grosso.

Durante evento realizado na sede do PL para o anúncio do candidato a vice na chapa de Wellington Fagundes, Jayme Campos elevou o tom contra a administração estadual. Em seu discurso, o senador afirmou que Mato Grosso precisa mudar esse estado de coisas e fez acusações relacionadas à aplicação e ao suposto desvio de recursos públicos. As declarações foram apresentadas como uma defesa de mudança política e administrativa por meio do processo eleitoral.

Ao direcionar suas críticas ao governo estadual, Jayme Campos mirou especialmente o ex-governador Mauro Mendes e o governador Otaviano Pivetta. O senador passou a questionar a condução da administração e a defender uma alternativa política para o Estado.

A posição adotada representa uma ruptura de fato com o projeto eleitoral que saiu vitorioso na convenção do União Brasil e reforça sua aproximação com a candidatura de Wellington.

Em uma das declarações mais contundentes, Jayme afirmou existir uma verdadeira quadrilha instalada no Palácio Paiaguás, sede do Governo de Mato Grosso. A acusação, feita publicamente durante o evento político, foi acompanhada de uma cobrança para que órgãos de controle investiguem possíveis irregularidades na administração estadual. Por se tratar de uma acusação grave, sua eventual comprovação depende de apuração formal e da apresentação de provas pelas instituições competentes.

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O senador também afirmou ter acionado publicamente órgãos responsáveis pela fiscalização e pelo controle da administração pública. Entre as instituições mencionadas por Jayme Campos estão a Controladoria-Geral da União, os Ministérios Públicos Federal e Estadual e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o parlamentar mato-grossense, essas instituições deveriam analisar possíveis irregularidades e adotar as providências cabíveis caso sejam identificadas condutas incompatíveis com a legislação.

A manifestação ocorreu em um momento de reorganização das forças políticas de Mato Grosso para a próxima disputa estadual.

De um lado, o União Brasil consolidou sua aproximação com Otaviano Pivetta; de outro, Jayme Campos passou a ocupar espaço ao lado de Wellington Fagundes.

A mudança evidencia os efeitos políticos da convenção partidária e acrescenta uma nova variável à formação das alianças que deverão disputar o comando do Estado.

Ao final do discurso, Jayme Campos confirmou publicamente seu apoio à candidatura de Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso e convocou aliados a participarem do novo projeto eleitoral.

Vamos caminhar juntos com Wellington Fagundes”, declarou o senador.

A afirmação encerra, neste momento, um processo de afastamento do grupo vencedor da convenção e consolida sua aproximação com a candidatura do PL, em um cenário no qual as alianças e os posicionamentos deverão continuar sendo definidos até o período eleitoral.

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