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OS NUMEROS DA PESQUISA

Pesquisa mostra França na liderança, seguido de Abílio e Pinheiro

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Nesta eleição municipal de 2020, os candidatos dos mais variados partidos disputam a cadeira da Prefeitura Municipal de Cuiabá.

Se há uma corrida de Institutos de Pesquisa e empresas para medir a vontade do eleitor, o quanto o próprio brasileiro leva em conta essas métricas na hora de encarar a urna?

Em Mato Grosso, 2.317.102 eleitores estão aptos a votar nas eleições municipais deste ano, que ocorrerá no dia 15 de novembro. Esse eleitorado está distribuído em 141 municípios mato-grossenses. O maior colégio eleitoral está em Cuiabá que possui 378.097 eleitores, seguido por Várzea Grande com 160.409, enquanto o menor colégio do Estado e ainda do Brasil está em Araguainha, que conta com 1.001 eleitores.

A onda está crescendo amigos. E todos vocês são fundamentais nesse processo. E surgem as primeiras informações sobre o posicionamentos dos candidatos e suas aprovações junto a população cuiabana.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Avaliar no período de 30 de setembro a 03 de outubro e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Nº MT-02634/2020, mostra os números de aprovação dos candidatos pela população cuiabana para assumir a cadeira numero 1 da Prefeitura de Cuiabá em 2021.

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De acordo com a pesquisa do Instituto Avaliar divulgada nesta segunda-feira (05),m o candidato do Partido Patriota, Roberto França Auad aparece na frente da corrida eleitoral para a Prefeitura de Cuiabá com 20,3% das intenções de voto.

Roberto França segundo a pesquisa vem liderando apertado, mas sendo seguido de perto, e estatisticamente empatado, com o atual Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro do MDB, e o vereador do Partido Podemos, Abílio Jacques Brunini Moumer , o “Abílio Junior”.

Pesquisa Estimulada

O Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro aparece com 16,1%, o vereador Abílio Junior empatado tecnicamente com Pinheiro com 15,6%, uma diferença de apenas 0,5%.

Já a suplente de deputado federal, Gisela Simona Viana de Souza, do Partido Republicano da Ordem Social (PROS) vem logo em seguida com 7,8%. O candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Julier Sebastião da Silva, com 1,8%; do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Gilberto Lopes Filho, com 0,6%; do Partido Social Liberal (PSL), Aécio Rodrigues, com 0,4%; e Paulo Henrique Grando, do Partido Novo, com 0,1%.

Segundo o Instituto Avaliar, a margem de erro é de 3,46 pontos percentuais para mais ou para menos. E o nível de confiança é de 95%.

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Na pesquisa Estimulada, os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor. Ela apontou também que 24,2% dos eleitores disseram que votariam em branco/nulo/nenhum; e 13,1% dos entrevistados disseram que não sabiam em quem votar ou não quiseram opinar.

Foram entrevistados 830 eleitores em Cuiabá. As entrevistas foram feitas pessoalmente por pesquisadores capacitados e seguindo os protocolos sanitários da “Covid-19”.

Pesquisa Espontânea

Roberto França também lidera na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta a lista dos candidatos. Nessa modalidade, Roberto França aparece com 10,3% das intenções de voto; o vereador Abílio Junior com 9,6%; Emanuel Pinheiro aparece com 8,3%; e Gisela Simona com 3,6%.

Logo na sequência estão:

– Aécio Rodrigues – 0,3%,
– Gilberto Lopes Filho – 0,3%,
– Julier Sebastião – 0,2%,
– Paulo Henrique Grando – 0,1%,
– outros – 1,6%,
– nenhum / branco / nulo – 28,2%
– não sabe / não opinou – 37,5%. – (com PNB Online)

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Política

Indecisos entram no centro da disputa pelo Governo de Mato Grosso na reta final das eleições

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Na reta final da campanha eleitoral em Mato Grosso, a conquista dos eleitores que ainda não definiram o voto passou a ocupar posição estratégica nas campanhas ao Governo do Estado. Levantamentos divulgados ao longo de setembro mostram uma disputa marcada por oscilações entre os principais candidatos e por uma parcela do eleitorado que ainda não declarou preferência. Pesquisa AtlasIntel divulgada em 11 de setembro apontou Wellington Fagundes (PL) com 34,4%, Otaviano Pivetta (Republicanos) com 30,8% e Natasha Slhessarenko (PSD) com 23,2%, enquanto 4,3% disseram não saber em quem votar.

O que está em jogo, portanto, não se resume à disputa entre nomes já conhecidos do eleitorado. A última semana antes do primeiro turno representa uma etapa decisiva para a apresentação de propostas, a consolidação de alianças e a tentativa de conquistar os votos ainda disponíveis. Em Mato Grosso, a votação ocorrerá em 4 de outubro, das 7h às 16h no horário local, quando os eleitores escolherão presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.

O cenário eleitoral também revela que a corrida pelo Palácio Paiaguás permanece sujeita a mudanças até o encerramento da campanha. Levantamento Real Time Big Data divulgado em 3 de setembro registrou Wellington Fagundes com 34% das intenções de voto, seguido por Otaviano Pivetta, com 27%, e Natasha Slhessarenko, com 13%. Na mesma pesquisa, 11% dos entrevistados não souberam ou não responderam, enquanto 10% declararam voto em branco ou nulo.

Otaviano Pivetta, que assumiu definitivamente o Governo de Mato Grosso após a renúncia de Mauro Mendes, disputa agora a reeleição e apresenta sua administração como continuidade de uma gestão que teve como marcas a organização fiscal e investimentos em infraestrutura. O atual governador também procura associar sua candidatura a obras e projetos realizados nos últimos anos. A avaliação de sua administração, entretanto, convive com cobranças de diferentes setores, especialmente em áreas como servidores públicos, previdência e educação.

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Entre as questões que permanecem no debate político estadual estão as reivindicações relacionadas à Revisão Geral Anual (RGA) e à contribuição previdenciária de servidores aposentados e pensionistas. A alíquota de 14% foi instituída no âmbito da reforma previdenciária estadual de 2020 e continua sendo objeto de discussão política. No campo educacional, os indicadores de desempenho e os investimentos convivem com críticas de profissionais e entidades representativas, tornando a área um dos temas relevantes para a avaliação das propostas apresentadas aos eleitores.

Wellington Fagundes, por sua vez, chega à fase final da campanha sustentado por uma longa trajetória política. Senador desde 2015 e ex-deputado federal por seis mandatos, o candidato do PL procura transformar sua experiência em Brasília em argumento eleitoral para defender sua capacidade de articulação política e administrativa. Sua candidatura também está vinculada ao campo político bolsonarista, elemento que ocupa espaço importante no debate eleitoral de Mato Grosso e influencia a formação de alianças e estratégias de campanha.

Natasha Slhessarenko representa outra vertente da disputa. Médica e professora, a candidata do PSD procura ampliar seu espaço eleitoral em uma corrida marcada pela presença de políticos com trajetórias consolidadas. Sua candidatura também coloca em evidência a possibilidade de Mato Grosso eleger, pela primeira vez, uma mulher para o Governo do Estado. A campanha, contudo, enfrenta o desafio de transformar reconhecimento público e propostas na área da saúde em votos suficientes para avançar na disputa.

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As pesquisas mais recentes mostram justamente a volatilidade do cenário. Enquanto o levantamento Real Time Big Data de setembro registrou Fagundes à frente de Pivetta, o agregador Inteligov/EXAME apontou, em atualização divulgada em 20 de setembro, 29,59% para Pivetta e 29,48% para Fagundes, diferença de apenas 0,11 ponto percentual. Já uma pesquisa Veritá divulgada em 28 de setembro registrou Pivetta com 39,1% das intenções no cenário estimulado, Fagundes com 32,3% e Natasha com 15%. As diferenças entre os levantamentos refletem metodologias, períodos de coleta e amostras distintas e não permitem tratar nenhuma pesquisa isoladamente como resultado definitivo.

É nesse ambiente que os últimos dias de campanha ganham importância. Candidatos e equipes eleitorais precisam disputar não apenas os eleitores que já demonstram preferência, mas também aqueles que ainda podem modificar sua escolha diante de propostas, debates, alianças, discursos e avaliações sobre o desempenho dos governos. Para o eleitor, o período final oferece a oportunidade de comparar programas, trajetórias, prioridades administrativas e compromissos apresentados publicamente antes de registrar o voto na urna eletrônica.

A decisão, enfim, estará nas mãos do eleitorado mato-grossense no próximo domingo, 4 de outubro. Além do governador e do vice-governador, serão escolhidos dois senadores, deputados federais, deputados estaduais e os representantes para a Presidência da República. São seis escolhas em uma mesma jornada eleitoral, cada uma com consequências distintas para a administração pública e para a representação política. Em uma disputa marcada por diferentes projetos e por pesquisas que apresentam retratos distintos do momento eleitoral, caberá a cada cidadão avaliar as informações disponíveis e decidir, de forma livre e consciente, os nomes que deseja levar às urnas.

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