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Política

Partidos políticos travam duras batalhas nos bastidores para agregar aliados; Sachetti não acompanha Mauro

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“Guerreiros vitoriosos vencem antes de ir a guerra” Sun Tzu (544 a.c. – 496 a.c.)

Em Mato Grosso de 2018, as campanhas politicas não tomara decisões baseadas em livros como “A Arte da Guerra”, escrito por Sun Tzu. Mas para quem pretende se eleger governador de Mato Grosso, é crucial chegar ao começo da propaganda eleitoral em 31 de agosto, com o apoio do maior numero possível de partidos.

Nos próximos 9 dias, reta final do prazo para definir coligações, os pré-candidatos a Governo do Estado, travam uma disputa nos bastidores para agregar em suas chapas mais partidos a, consequentemente, ter mais tempo na propaganda de radio e TV.

O ex-prefeito de Cuiabá, o empresário Mauro Mendes Ferreira, o “Homem de Ferro” do Partido Democrata (DEM), o Senador do Partido da Republica (PR), e pré-candidato, Wellington Antônio Fagundes, e o governador e também pré-candidato a reeleição, Jose Pedro Gonçalves Taques do PSDB, estão travando um jogo duro. Em disputa, as alianças partidárias que, na verdade significa muito mais além do que ter apoio politico, tempo de TV, tem ainda verba do Fundo Eleitoral, palanque nos municípios e um exercito de cabos eleitorais.

Por enquanto, ha muitas siglas sendo disputadas por mais de um concorrente. As definições terão que ocorrer ate dia 5 de agosto, quando termina o prazo das convenções partidárias.

Confira como estão as negociações dos três pré-candidatos a governador para ter mais partidos em sua chapa:

Jose Pedro Gonçalves Taques – PSDB

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Nesta quarta-feira, nada de relevância, somente a preocupação em definir o vice ou a vice, na chapa do tucano.

Wellington Fagundes – PR

Precisa fechar aliança para não ser “nanico” na propaganda de radio e TV, vive o drama de ter pouca visibilidade.

Entretanto nesta quarta, manteve reunião com deputado federal do Partido Republicano Brasileiro (PRB), Adilton Sachetti, que decidiu que não acompanha Mauro Mendes do Democrata.

Adilton Sachetti e Mauro Mendes

Após horas de reunião entre Mauro Mendes e Adilton Sachetti na manha desta quinta-feira em seu escritório no Edifico Top Tower, na Avenida do CPA, ficou decido pelo grupo de Sachetti, que ele não vai caminhar com Mauro Mendes.

Na reunião, Mauro Mendes confirmou ao federal que dentro do grupo politico, não teria espaço para Sachetti como candidato ao Senado da Republica, não tinha como adequar Sachetti no grupo de apoio a sua candidatura ao Governo do Estado.

“Nós sentamos com Mauro Mendes hoje pela manhã em meu escritório e decidimos que não vamos estar junto com ele nesta eleição. Ele foi muito sincero comigo, e disse que não tinha como me adequar no seu grupo e por isso vamos buscar espaço em outro caminho”.

Adilton disse que poderá agora tentar uma candidatura avulsa ou ate mesmo fazer uma composição com o pré-candidato ao Governo do Estado, Wellington Fagundes do Partido da Republica. Uma reunião ainda esta pré-agendada com o Republicano nesta quinta-feira.

Em entrevista a Rádio Capital FM, o parlamentar disse “também que tem duas possibilidades. Tenho conversado com o grupo do Wellington, que graças a Deus nunca me fechou as portas. Tenho também a possibilidade de uma candidatura avulsa, que é possível, já tivemos em outros pleitos outros candidatos avulsos, então existem duas possibilidades para eu disputar”.

Um dos pedidos de Sachetti no acordo politico seria ele ter o apoio dos para que ele dispute, em 2022, a única vaga disponível de Senado da Republica. Já se a opção escolhida pelo deputado for tentar a reeleição, ele teria apoio do bloco no pleito de 2020, quando tentaria ser eleito prefeito de Rondonópolis. E isso não aconteceu.

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Sachetti também recebeu o convite de Taques para concorrer como pré-candidato a vice-governador na chapa.

“Porém fui um crítico à sua gestão e percebi que este não seria o melhor caminho. Admiro a pessoa do governador, porém em sua gestão houve falhas administrativas”.

Mauro Mendes – DEM

Quieto, vai fechando alianças e aumentando o tempo de Radio e TV. Oficialmente não fechou nenhum apoio.

Porem, os Democratas falam que já fecharam alianças com o MDB, PSD, PSL, mas somente o primeiro tem demostrado interesse numa composição.

Nota da redação:

Estamos diante do fim de um ciclo na politica mato-grossense: PSDB, MDB e PP (leia-se Blairo Maggi)?

Enquanto isso:

O calendário traçado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para as eleições 2018, determina que as legendas realizem suas convenções partidárias no período entre a sexta feira passada, 20, e 5 de agosto.

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Política

Nova Mesa Diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá para o Biênio 2027/2028

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A Câmara Municipal de Cuiabá definiu, nesta terça-feira, sua nova composição de comando para o Biênio 2027/2028. O vereador Ilde Taques (Podemos) foi eleito presidente da Casa de Leis com os 27 votos dos parlamentares presentes, alcançando unanimidade em um processo eleitoral marcado pela ausência de disputa e pela consolidação de um amplo bloco de apoio político.

A eleição respondeu à principal questão do processo legislativo: quem comandará o Poder Legislativo Municipal nos próximos dois anos. Além da escolha de Ilde Taques para a Presidência, a nova Mesa Diretora será composta por Eduardo Magalhães como primeiro vice-presidente, Maria Avallone como segunda vice-presidente, Adevair Cabral como primeiro-secretário e Michelly Alencar como segunda-secretária.

O pleito ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, sede oficial do Parlamento da Capital Mato-grossense. O resultado reafirma a força das articulações políticas construídas ao longo dos últimos meses e estabelece uma nova configuração administrativa para conduzir os trabalhos legislativos até o encerramento do Biênio.

A votação foi realizada sem concorrência, uma vez que apenas a chapa liderada por Ilde Taques foi registrada dentro do prazo regimental. Dessa forma, o parlamentar chegou à eleição em condições favoráveis, reunindo previamente a maioria necessária para assegurar a vitória e evitar o surgimento de candidaturas adversárias.

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A definição do novo presidente ocorreu após um período de intensas negociações políticas envolvendo diferentes grupos representados na Câmara Municipal. Nos meses anteriores à eleição, lideranças parlamentares realizaram diversas articulações com o objetivo de formar blocos e consolidar apoios em torno dos nomes colocados para a disputa da Mesa Diretora.

A unanimidade alcançada por Ilde Taques foi resultado direto da convergência construída entre os vereadores. Nenhum parlamentar se manifestou contrariamente à candidatura vencedora, demonstrando um cenário de consenso político pouco comum em eleições internas do Legislativo e evidenciando a capacidade de articulação do grupo que sustentou sua candidatura.

O processo sucessório também foi influenciado pela impossibilidade de recondução da então presidente Paula Calil (PL). A permanência da parlamentar no cargo dependia de alterações no Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, medida que não avançou. Com isso, o cenário político passou a favorecer a construção de uma nova alternativa para a Presidência da Casa de Leis.

Paralelamente, o grupo político ligado ao prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) avaliou diferentes estratégias para a eleição. Na segunda-feira (5), o chefe do Executivo Municipal reuniu vereadores alinhados à sua base e optou por liberar os aliados para que decidissem individualmente seus votos.

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A decisão ocorreu após a constatação de que não havia apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva contra Ilde Taques.

Antes da sessão decisiva, Ilde Taques já anunciava o apoio de pelo menos 15 vereadores entre os 27 integrantes do Parlamento Municipal. Durante as articulações realizadas nos meses anteriores, a adesão da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que deixou de apoiar Dilemário Alencar (UB), contribuiu significativamente para fortalecer o bloco político que sustentou a candidatura vencedora.

O reconhecimento da vitória tornou-se público ainda na véspera da eleição, quando o prefeito Abilio Brunini declarou que a escolha de Ilde Taques era praticamente inevitável.

“O Ilde é o próximo presidente da Câmara Municipal. Isso não tem dúvida, isso é certo”, afirmou.

Após a definição do resultado, o prefeito ressaltou que manterá o diálogo institucional com o novo presidente, reforçando a importância da harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo para a condução das pautas de interesse da população cuiabana.

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