Search
Close this search box.

PEÇAS MUDANDO DE LUGAR

Reorganizando o tabuleiro político em Mato Grosso

Publicados

em

Vamos reorganizar o tabuleiro de cima para baixo. Porém…, algumas peças mudam de lugar. Adversários pertencem ao mesmo grupo e lideranças ampliam sua escala de atuação.

Segundo os cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Alameda, é bom ressaltar que, após a bagunça no tabuleiro político no meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, a reconstrução será com as peças que já estavam em movimento.

Segue o fluxo!

Antes da campanha

Os ciclos políticos mostram por que uma eleição começa antes da campanha. Em Mato Grosso, o mesmo núcleo político venceu ao menos três eleições consecutivas (menos o núcleo de Zé Pedro Taques), para o Palácio Paiaguás.

São os ciclos considerados duradouros. O grupo atualmente no “PODER” chegou ao Executivo Estadual em 2018, e em 2026, completou três vitórias consecutivas.

Duração, porém, não significa imobilidade. Um ciclo pode permanecer coeso, reorganizar -se ou fragmentar-se.

Se liga, internautas do Blog do Valdemir: a apuração dos votos das eleições de 2026 redesenhou um novo mapa de forças políticas na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon.

Alguns partidos ampliaram significativamente sua presença na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e Câmara dos Deputados. Esse novo cenário reforça a consolidação de uma nova frente de oposição liderada pelo libera, o Senador Wellton Fagundes e seus aliados.

Leia Também:  OAB-MT repudia críticas de Juiz sobre advocacia norte mato-grossense

A formação de um bloco envolvendo, o MDB da então deputada estadual “Mulher Maravilha”, o grupo também precisa atrair o “Capitão Jaymão Campos” e bases da Federação PRD/Solidariedade, redefinindo o peso político regional e o equilíbrio de forças locais frente ao grupo no “PODER”.

Nota de rodapé: as eleições de 2026 encerra capítulos importantes da política de Mato Grosso. “Homem de Ferro” saí do Palácio Paiaguás, mas o projeto político construído sob sua liderança permanece no Governo do Estado sob o comando do Republicanos, Otaviano Olavo Pivetta, e amplia sua presença em Brasília.

E, agora?

Enquanto o grupo de Mauro Mendes ampliou sua presença institucional, as mesmas urnas interromperam ciclo de duas famílias que atravessaram décadas ocupando cargos eletivos em Mato Grosso: Campos e Riva.

O resultado deixa o grupo construído em torno do “Homem de Ferro“ em posições estratégicas.

Otaviano Pivetta permanece a frente do Executivo Estadual, o “Homem de Ferro” chega a Casa Alta, e sua esposa Virgínia Mendes na Câmara dos Deputados, em fevereiro de 2027.

Leia Também:  Defensor pede à Justiça que diretor do Adauto Botelho seja preso, caso se negue a internar doente mental

Na prática, o “Homem de Ferro” deixou de comandar diretamente a máquina estadual, mas não perdeu espaço de “PODER”. E para a maioria, o “Homem de Ferro”, até o momento, saiu vitorioso nesta eleição de 2026.

O Boteco vai falar

Campanha eleitoral deste ano, em Mato Grosso foi marcada do início ao fim por “traições partidárias”. O que parecia, inicialmente, um embate do “PODER” pelo “PODER” dentro dos partidos, se tornou um “Show de Horrores” e de “Quebra de Confiança”.

Cada um, seja de direita, centro ou esquerda, buscou apenas a sua “Acomodação”, visando “Conveniência Política”.

Exemplo: Temos o senador Wellton Fagundes (PL), que no pleito eleitoral, brincou de ser candidato a governador, ficou de gracejo e papagaiada o tempo todo, não levou a sério sua candidatura e levou seus aliados a derrota como foi o caso da “Mulher Maravilha”, Júlio Campos, Edu Botelho e Eliseu Nascimento.

O salto do sapato alto quebrou!

Propaganda

Política

Nova Mesa Diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá para o Biênio 2027/2028

Publicados

em

A Câmara Municipal de Cuiabá definiu, nesta terça-feira, sua nova composição de comando para o Biênio 2027/2028. O vereador Ilde Taques (Podemos) foi eleito presidente da Casa de Leis com os 27 votos dos parlamentares presentes, alcançando unanimidade em um processo eleitoral marcado pela ausência de disputa e pela consolidação de um amplo bloco de apoio político.

A eleição respondeu à principal questão do processo legislativo: quem comandará o Poder Legislativo Municipal nos próximos dois anos. Além da escolha de Ilde Taques para a Presidência, a nova Mesa Diretora será composta por Eduardo Magalhães como primeiro vice-presidente, Maria Avallone como segunda vice-presidente, Adevair Cabral como primeiro-secretário e Michelly Alencar como segunda-secretária.

O pleito ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, sede oficial do Parlamento da Capital Mato-grossense. O resultado reafirma a força das articulações políticas construídas ao longo dos últimos meses e estabelece uma nova configuração administrativa para conduzir os trabalhos legislativos até o encerramento do Biênio.

A votação foi realizada sem concorrência, uma vez que apenas a chapa liderada por Ilde Taques foi registrada dentro do prazo regimental. Dessa forma, o parlamentar chegou à eleição em condições favoráveis, reunindo previamente a maioria necessária para assegurar a vitória e evitar o surgimento de candidaturas adversárias.

Leia Também:  Acordo coletivo define reajuste salarial para trabalhadores da construção civil

A definição do novo presidente ocorreu após um período de intensas negociações políticas envolvendo diferentes grupos representados na Câmara Municipal. Nos meses anteriores à eleição, lideranças parlamentares realizaram diversas articulações com o objetivo de formar blocos e consolidar apoios em torno dos nomes colocados para a disputa da Mesa Diretora.

A unanimidade alcançada por Ilde Taques foi resultado direto da convergência construída entre os vereadores. Nenhum parlamentar se manifestou contrariamente à candidatura vencedora, demonstrando um cenário de consenso político pouco comum em eleições internas do Legislativo e evidenciando a capacidade de articulação do grupo que sustentou sua candidatura.

O processo sucessório também foi influenciado pela impossibilidade de recondução da então presidente Paula Calil (PL). A permanência da parlamentar no cargo dependia de alterações no Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, medida que não avançou. Com isso, o cenário político passou a favorecer a construção de uma nova alternativa para a Presidência da Casa de Leis.

Paralelamente, o grupo político ligado ao prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) avaliou diferentes estratégias para a eleição. Na segunda-feira (5), o chefe do Executivo Municipal reuniu vereadores alinhados à sua base e optou por liberar os aliados para que decidissem individualmente seus votos.

Leia Também:  Operação do Ministério Público investiga "Esquema de Fraudes de R$ 5,7 milhões" e bloqueia bens de ex-prefeito

A decisão ocorreu após a constatação de que não havia apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva contra Ilde Taques.

Antes da sessão decisiva, Ilde Taques já anunciava o apoio de pelo menos 15 vereadores entre os 27 integrantes do Parlamento Municipal. Durante as articulações realizadas nos meses anteriores, a adesão da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que deixou de apoiar Dilemário Alencar (UB), contribuiu significativamente para fortalecer o bloco político que sustentou a candidatura vencedora.

O reconhecimento da vitória tornou-se público ainda na véspera da eleição, quando o prefeito Abilio Brunini declarou que a escolha de Ilde Taques era praticamente inevitável.

“O Ilde é o próximo presidente da Câmara Municipal. Isso não tem dúvida, isso é certo”, afirmou.

Após a definição do resultado, o prefeito ressaltou que manterá o diálogo institucional com o novo presidente, reforçando a importância da harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo para a condução das pautas de interesse da população cuiabana.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA