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QUEM QUER PAGAR DIVIDA DE CAMPANHA

O que acontece entre Emanuel e MDB? Até parece esquema “Piramidal”

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O que acontece entre Emanuel Pinheiro e o MDB? Interlocutores afirmam que o MDB, fale as mesmas coisas que Carlos Bezerra fala “se você sai desse patrão eles te capam. É mais ou menos um esquema piramidal onde você é quem se virá e faz tudo“, disse um interlocutor emedebista.

A crise se instalou de vez no Palácio Alencastro no sétimo andar. As divergências entre os políticos, militantes, simpatizantes estão atingindo os aliados da última eleição.

A transição de status dentro do MDB

A candidatura de Emanuel Pinheiro na sigla era aceita por quase todos os militantes, mas, durante a campanha a insatisfação apareceu.

A deputada estadual do MDB, Janaína Greyce Riva resolveu apoiar a candidatura de Roberto França (Patriotas). Aí sim, as divergências dentro da sigla aumentaram a mulher maravilha entrou na briga pelo diretório municipal de Cuiabá. Janaína foi para cima de Nenel Pinheiro que perdeu a postura e a chamou de “vaquinha de presépio”, juntamente com os seus colegas na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Emanuel Pinheiro errou ao bater de frente com Janaína Riva, o alcaide cuiabano parece que não tem conhecimento do “arsenal de armas da mulher maravilha.

Janaína Riva publicou na última terça-feira nas redes sociais, a causa dos ataques do Emanuel Pinheiro, já que em 2016 o apoiou a Prefeitura de Cuiabá, em 2020 não tinha como apoiar uma pessoa que foi filmada roubando. E tenham certeza que esses ataques e a pressão vem aumentando para que eu me curve diante do “Grande Líder Paletó“”.

A mulher maravilha, ou melhor, a deputada estadual, Janaína Greyce Riva disse que se a Executiva do MDB tiver que escolher, quem sairá do partido, será o atual Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses Emanuel Pinheiro. Para a mulher maravilha, o prefeito cuiabano compromete o projeto partidário para 2022 que esta bem ai pertinho.

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PS: entendeu o recado do vice-presidente do MDB em Mato Grosso? Não?

Então vamos ao recado aos militantes emedebistas: aos prefeitos e vereadores, que temem que Emanuel Pinheiro permaneça no partido, Nenel Pinheiro está de saída da sigla emedebista.

Quer saber o motivo, além dos fatos narrados pelo Blog do Valdemir? Se você pensou nela, a mulher maravilha, acertou bem no alvo.

Emanuel Pinheiro não conhece o laço mágico de Hestia, forjado por Hefesto a partir da Coroa de Gaia. Esta arma permite extrair a verdade de quem estiver envolvido e nem mesmo políticos poderosos escapam do poder do laço mágico.

Porém muito cuidado: a arma pode recuperar memórias e restaurar a sanidade mental, é impossível resistir aos seus efeitos.

Segundou então voltou: “tiro a Emanuel”

A campanha de reeleição do prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro, apresentou o maior “negativo”, considerando os dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ou seja, gastaram mais do que arrecadaram durante a campanha eleitoral para Prefeito de Cuiabá. O salto negativo é de R$ 4 milhões de reais. Em nota, a assessoria jurídica do prefeito Emanuel Pinheiro informou que as dívidas serão assumidas pelo Partido Verde (PV).

Como assim? Ele não é do MDB?

Em caso de débito remanescente, ele será assumido pelas siglas que integram a coligação: MDB, PMB, PTC, Solidariedade, PV, Republicanos, PL, PSDB, MDB, PTB, PP, PC do B“, diz na nota encaminhada da equipe do prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro.

Demonstrando o quanto sua relação com o MDB está estremecida, Emanuel Pinheiro confirmou que o Partido Verde (PV), partido do vice José Roberto Stopa, assumiu a dívida de campanha na ordem de R$ 2,6 milhões.

Na Câmara Federal o MDB conta com dois parlamentares, Carlos Gomes Bezerra presidente estadual da sigla em Mato Grosso, e Juarez Costa, são eles que tem acesso dos recursos do Fundo Partidário ao Diretório Estadual, mas deixou a dívida para o Partido Verde pagar.

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O Partido Verde não tem nenhum representante federal, agora vai depender dos recursos do Diretório Nacional para quitar o débito assumido de campanha de Emanuel Pinheiro.

Com objetivo em vencer a eleição municipal, Emanuel Pinheiro não media esforços para se manter a frente do Palácio Alencastro por mais quatro anos. No dia 15 de novembro 2020 a despesa estava no montante de R$ 4.728,489,62.

No primeiro turno o grupo político de Emanuel Pinheiro arrecadou R$ 1.430.802,05 em doações o que resultou em um débito de R$ 3.297,687,57.

No segundo turno sua despesa subiu para R$ 5.326,575,13, enquanto sua receita se elevou em R$ 355.078 passando para R$ 1.785,880,05.

Em um levantamento realizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostrou que 314 prefeitos eleitos gastaram mais do que arrecadaram durante a campanha. O saldo negativo soma R$ 16,7 milhões. E o Prefeito de Cuiabá integra esta lista de devedores de campanha.

O MDB, partido com maior número de prefeitos, lidera e é o cabeça de chapa, está na lista de candidatos eleitos com saldo negativo nas contas (44). Na sequência, aparecem PP (42), PSDB (38) e PSD (30).

O que diz a Direção Nacional do MDB? A Executiva Nacional diz que os diretórios regionais são os responsáveis, no momento, por equacionar as contas do candidato. A Executiva Estadual não tomou conhecimento, a dívida é do candidato, alega a sigla.

Alega a sigla ou aqueles que estão em pé de guerra?

Segundou, e para fechar o “balaio”, vamos com Nenel Pinheiro. Com uma trajetória neste segundo mandato pautado por polêmicas, falta de tato político, o nobre alcaide cuiabano, precisara aprimorar o seu equilíbrio emocional. Quem avisa amigo é, o que está esperando “pega” a dica Nenel Emanuel.

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Política

TRE/MT mantém mandato em Várzea Grande e consolida jurisprudência sobre limites processuais

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A Justiça Eleitoral no Estado de Mato Grosso rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração que visavam à cassação do mandato da Prefeita de Várzea Grande, Flávia Petersen Moretti de Araujo, mais conhecida como Flávia Moretti (PL). O veredicto, proferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TRE/MT), ratificou a improcedência das acusações formuladas pelas agremiações adversárias. A decisão unânime do colegiado acompanhou integralmente o parecer lavrado pela Procuradoria Regional Eleitoral (PGE), consolidando a permanência da chefe do Poder Executivo Municipal no cargo para o qual fora democraticamente eleita.

Os partidos Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e União Brasil (UB) figuraram como os autores da peça recursal que pretendia reverter a higidez do pleito majoritário. As agremiações partidárias locais, que compunham a oposição à atual administração no município, uniram esforços jurídicos para tentar desestabilizar a governabilidade da mandatária. A investida judicial demonstrou o acirramento das forças políticas na região, que buscaram nas instâncias tribunais a modificação do resultado soberano que decorreu diretamente das urnas.

A representação fundamentava-se em graves alegações de abuso de poder econômico, uso indevido de meios de comunicação social, propagação intencional de notícias falsas e captação ilícita de sufrágio, popularmente denominada caixa dois. O bloco oposicionista sustentava que o equilíbrio da disputa eleitoral restara severamente comprometido por condutas vedadas pela legislação vigente. Tais práticas, segundo a tese apresentada pelos demandantes, teriam influenciado o eleitorado de forma fraudulenta, justificando a aplicação da sanção máxima de perda do diploma.

A sessão extraordinária de julgamento ocorreu na última segunda-feira, dia 6 de julho de 2026, nas dependências do Tribunal Regional Eleitoral, em Cuiabá. O plenário da corte serviu de cenário para debates jurídicos complexos que atraíram a atenção de juristas, jornalistas e analistas políticos de todo o estado. A tempestividade do pronunciamento judicial evidenciou o compromisso do órgão com a celeridade processual, especialmente em matérias que envolvem a estabilidade institucional de importantes municípios mato-grossenses.

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O juiz Raphael Arantes, relator designado para o processo, conduziu o voto condutor que norteou o posicionamento definitivo adotado pela Corte Eleitoral. Em sua manifestação detalhada, o magistrado asseverou expressamente que o recurso interposto pelas siglas subestimava a natureza jurídica dos embargos, os quais possuem contornos estritos.

O julgador enfatizou que a via eleita pelos recorrentes buscava, de maneira inadequada, a rediscussão do mérito da causa, finalidade que se mostra inteiramente vedada pelo ordenamento processual civil brasileiro.

A motivação central da rejeição residiu na absoluta ausência de omissão, contradição ou obscuridade no acórdão originário, requisitos indispensáveis para o acolhimento de embargos aclaratórios. O relator expôs detalhadamente que todas as teses defensivas e acusatórias foram exaustivamente analisadas por ocasião do julgamento primevo. A fundamentação abrangeu metodologias complexas, tais como a teoria do mosaico, a análise minuciosa da prestação de contas e o exame de representações autônomas, demonstrando a completude da prestação jurisdicional oferecida.

Os litigantes valeram-se da inserção de um fato superveniente que consistia em um registro audiovisual amplamente divulgado nas plataformas digitais da internet. O vídeo em questão exibia o cônjuge da prefeita, Carlos Alberto de Araújo, efetuando a contagem de expressivas quantias de cédulas monetárias em espécie.

A oposição pretendia converter o aludido material na prova incontestável que atestaria o alegado abuso financeiro, inserindo o elemento fático tardiamente no bojo dos autos com o intuito de impressionar o colegiado.

A prefeita várzea-grandense, Flávia Moretti manifestou-se publicamente em defesa de seu consorte, sustentando veementemente que as imagens veiculadas encontravam-se totalmente descontextualizadas e referiam-se a período pretérito à campanha. Como desdobramento político do episódio, o esposo da chefe do Executivo Municipal, que havia sido nomeado para exercer o cargo de secretário municipal de Assuntos Estratégicos, acabou sendo sumariamente exonerado das suas funções públicas. A medida administrativa visou resguardar a moralidade e a impessoalidade da gestão perante a opinião pública e os órgãos de controle.

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O desfecho do julgamento ocorreu mediante a constatação técnica de que os elementos trazidos à baila careciam de nexo causal direto com o processo eleitoral em julgamento. O Tribunal Pleno reconheceu que, embora o vídeo contivesse imagens impactantes, a peça jurídica carecia de lastro probatório robusto apto a vincular os valores à campanha eleitoral da candidata vitoriosa.

Dessa forma, a aplicação rigorosa do princípio do livre convencimento motivado impediu que suposições políticas sobrepujassem as garantias fundamentais do devido processo legal.

A despeito da manutenção do mandato da prefeita, o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TRE/MT) manteve a determinação formal para que o Ministério Público Eleitoral (MPE) investigue autonomamente a origem e o destino do numerário exibido. Essa providência fiscalizatória visa apurar eventuais ilícitos civis ou criminais na esfera competente, sem interferir na estabilidade do mandato conferido pelo voto popular.

O cenário político em Várzea Grande pacifica-se temporariamente na esfera judicial, restando às forças políticas a observância das balizas fixadas pela magistratura eleitoral contemporânea.

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