Search
Close this search box.

DEU NA VEJA: SONDAGEM ELEITORAL NO MATO GROSSO

Nova pesquisa mostra Otaviano Pivetta com chance de vitória no primeiro turno

Publicados

em

Liderança consolidada. O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), desponta como o principal favorito na disputa pelo Palácio Paiaguás, com possibilidades reais de liquidar o pleito no primeiro turno das eleições estaduais. A constatação decorre do mais recente levantamento estatístico elaborado pelo instituto Paraná Pesquisas, tornando pública a fotografia do cenário político no estado.

Divulgação nesta quarta-feira, 30 de setembro de 2026. A apresentação dos dados operou-se durante o transcorrer do expediente do meio da semana, trazendo atualizações substanciais sobre os movimentos da intenção do eleitorado mato-grossense a poucos dias do pleito oficial.Eleitorado do estado de Mato Grosso. A amostragem abrangeu cidadãos aptos a votar em diversas regiões do território estadual, contemplando múltiplos estratos socioeconômicos do eleitorado regional para garantir rigor estatístico.

Ampliação da vantagem eleitoral frente aos concorrentes. A relevância das métricas apresentadas reside no crescimento expressivo do candidato do Republicanos sobre seus opositores diretos desde o mês de agosto, movimento que consolida uma dianteira isolada e confortável na busca pela chefia do Executivo Estadual.

Preferência expressa nas intenções de voto estimuladas. O resultado decorre do trabalho de consulta direta e do processamento dos dados coletados em campo pelo instituto de pesquisa, revelando a trajetória ascendente da candidatura situacionista na avaliação do eleitor.

Leia Também:  Pagamento do Simples Nacional é adiado para 26 de fevereiro

No cenário principal de primeiro turno para o governo, Otaviano Pivetta ostenta 46,4% das intenções de voto. Na segunda colocação figura o senador Wellington Fagundes (PL), registrando 27,1% da preferência, seguido por Doutora Natasha (PSD), com 15,5%. Aparecem no levantamento Rafaell Milas (Missão) e Sargento Laudicério (Agir), ambos com 0,4%, e Mauricio Coelho (Mobiliza), com 0,1%. Eleitores que declaram voto nulo, branco ou nenhum somam 5,2%, enquanto 4,7% afirmam não saber ou não opinaram.

Na simulação de eventual segundo turno, o candidato do Republicanos mantém expressiva vantagem, atingindo 53,1% das opções dos eleitores frente a 34,6% atribuídos a Wellington Fagundes. Nesse contexto específico de disputa direta entre as duas forças políticas principais, os votos brancos, nulos ou indecisos representam 8,1%, ao passo que 4,1% do eleitorado consultado não soube ou preferiu não responder.

Na corrida para o Senado Federal, o ex-governador Mauro Mendes (União) lidera isoladamente com 54,9% dos votos. Em seguida, configurando empate técnico na margem de erro, aparecem Janaína Riva (MDB), com 33,3%, e Zé Medeiros (PL), com 29,3%.

Leia Também:  Professores Interpretes denunciam omissão, negligência, irresponsabilidade e irregularidades no Processo Seletivo

A lista prossegue com Carlos Fávaro (PSD) registrando 18%, Pedro Taques (PSB) com 14,1%, Galvan (Avante) com 4,3%, Coronel Darwin (Democrata) com 3,3%, Professor Nelson Ferreira (Agir) com 2,4%, Margareth Buzetti (PP) com 0,4% e Beny Godoy (Agir) com 0,1%.

Votos brancos, nulos ou em nenhum somam 4,6%, e 4% não opinaram, destacando-se que a soma ultrapassa 100% em razão da possibilidade de duas escolhas pelo eleitor.

A amostragem abrangeu 1.352 eleitores mato-grossenses consultados pessoalmente entre os dias 27 e 29 de setembro. O levantamento estatístico trabalha com nível de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa eleitoral encontra-se oficialmente protocolada na Justiça Eleitoral sob o registro MT-02094/2026. A homologação cumpre integralmente os requisitos legais de transparência impostos pela legislação vigente no país, assegurando a legitimidade pública das informações coletadas.

Propaganda

Política

Bastidores, impasses e a “Nova Correlação de Forças” pela presidência da Casa de Leis

Publicados

em

O quê aconteceu?

A disputa pelo comando da Câmara Municipal de Cuiabá para o biênio 2027/2028 sofreu uma reviravolta decisiva após a atual presidente, vereadora Paula Calil (PL), desistir oficialmente de tentar a reeleição. Diante dos severos desgastes políticos provocados pelas articulações internas para alterar o Regimento Interno da Casa de Leis, a parlamentar liberal retirou sua pré-candidatura e declarou apoio ao colega Dilemário Alencar (UB). A desistência selou a reconfiguração das alianças políticas no Parlamento municipal e acelerou as negociações diretas entre as bancadas partidárias a poucos dias do pleito oficial.

Quem são os envolvidos?

O cenário atual coloca em lados opostos o vereador Dilemário Alencar (UB) e o vereador Ilde Taques (Podemos), os dois principais articuladores do pleito.

O grupo encabeçado por Dilemário conta com a presença confirmada da própria Paula Calil (PL) e do candidato a vice-presidente, Mário Nadaf (PV), além de contar com a adesão formal de outros onze parlamentares: Marcus Brito Júnior (PV), Cezinha Nascimento (União), Marcrean Santos (MDB), Demilson Nogueira (PP), Samantha Íris (PL), Antônio Lemes de Paula (PSD), Kássio Coelho (Podemos), Rafael Ranalli (PL), Tenente-Coronel Dias (Cidadania) e Wilson Kero Kero.

Em contrapartida, Ilde Taques lidera a chapa adversária, que tem angariado apoios estratégicos, incluindo o da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade).

Quando os fatos ocorreram?

O momento decisivo da transição ocorreu durante uma reunião realizada na noite de terça-feira (29), data na qual o projeto de resolução que permitiria a reeleição da atual presidente acabou não sendo pautado na sessão ordinária. O movimento político ocorre num período de intensa fervura nos bastidores parlamentares, culminando no agendamento da votação oficial da nova Mesa Diretora para a próxima terça-feira, dia 6 de outubro, data em que os parlamentares do município definirão formalmente a nova gestão diretiva da Casa de Leis.

Leia Também:  Proposta do Fórum Sindical é rejeitada pelo Governo; Deputada diz que a luta por diretos continua

Onde ocorreu a negociação?

Todas as articulações estratégicas e os desdobramentos operacionais se concentraram no âmbito da Câmara Municipal de Cuiabá. Os encontros decisivos entre os treze legisladores da base governista ocorreram em reuniões de bastidores no próprio Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede oficial do Poder Legislativo Municipal, ambiente que se transformou em palco central de reuniões reservadas, análises jurídicas preliminares e alinhamentos de bancadas ao longo de toda a semana.

Por que a reeleição foi descartada?

A inviabilidade da candidatura de Paula Calil decorreu prioritariamente da falta de garantia quanto ao quórum mínimo necessário para aprovar a mudança regimental na Casa de Leis. Embora o procurador-geral da Câmara Municipal, Eustáquio Inácio de Noronha Neto, tivesse respaldado parecer embasado em decisão judicial que autorizava a apreciação da matéria por maioria simples (14 votos), dispensando o quórum de dois terços, o grupo constatou que não possuía a segurança matemática de votos suficientes para pautar e aprovar a proposta sem correr riscos de uma derrota em plenário.

Como o grupo de sustentação reagiu?

Diante da constatação do impasse jurídico-político, o bloco governista aplicou um acordo preexistente que estipulava a transferência do apoio integral ao vereador Dilemário Alencar caso a alteração do Regimento Interno não fosse viabilizada a tempo. A aliança entre as lideranças remonta a tratativas iniciadas no mês de julho, período no qual o parlamentar do União Brasil havia chegado a anunciar rompimento temporário, mas decidiu retornar ao grupo principal assim que a presidente assumiu a impossibilidade de manter sua postulação.

Como se organizam as forças para a eleição?

Atualmente, o grupo político liderado por Dilemário Alencar contabiliza 13 votos consolidados na ata do bloco e busca intensamente recrutar ao menos mais um parlamentar para atingir o quórum mínimo de 14 votos indispensáveis à vitória nas urnas. O alinhamento estrutural prevê Mário Nadaf (PV) na composição da vice-presidência, dependendo da eficiência do corpo a corpo que os articuladores realizarão junto aos vereadores indeferidos ou pertencentes a legendas neutras ao longo dos próximos dias antecedentes ao sufrágio.

Leia Também:  Como escolher um vice ideal de modo que alavanque a sua campanha

Quem faz oposição ao bloco da situação?

Na outra ponta da disputa parlamentar, o vereador Ilde Taques (Podemos) sustenta publicamente que já atingiu a marca de 15 apoiadores declarados para a composição de sua chapa. A candidatura de Taques ganhou peso político com o desembarque definitivo da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que abandonou o antigo grupo de Dilemário e formalizou adesão ao bloco de oposição, fortalecendo sensivelmente as pretensões do grupo do Podemos para assumir a governança do Palácio Legislativo cuiabano.

Qual foi a razão da recente divisão parlamentar?

A dissidência da vereadora Baixinha Giraldelli foi motivada, segundo suas próprias declarações públicas, pelo acúmulo de desgastes internos, falta de diálogo transparente e descumprimento sistemático de compromissos acordados durante as rodadas anteriores de negociação. A parlamentar assegurou que sua transição para o grupo de Ilde Taques é em caráter definitivo e irreversível, ressaltando a independência de seu mandato frente às pressões exercidas pela cúpula do antigo bloco partidário.

O que esperar do desfecho do pleito?

A definição do comando da Câmara Municipal de Cuiabá promete ser marcada por extrema polarização até os últimos minutos do processo eleitoral agendado para o dia 6 de outubro. Enquanto Ilde Taques busca blindar e confirmar a contabilidade dos 15 votos declarados em favor de seu projeto, a chapa de Dilemário Alencar atua nas margens regimentais para virar ao menos um posicionamento em plenário, evidenciando que o controle da Mesa Diretora do próximo biênio dependerá diretamente da firmeza dos acordos firmados no ambiente parlamentar.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA