"TRADE-OFFS" PODEM ARRUINAR UMA CANDIDATURA
Medeiros, se liga: piada pode custar uma eleição; onde está o dinheiro da campanha?
As eleições na minha “QUERIDA”, “LINDA”, “MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon, estão chegando. O tempo está correndo. A campanha está fria, mas o dinheiro está onde? Quem está movimentando?
As eleições de 2026 assustam porque não ocorrem em uma bolha e, fatos inesperados surgem todos os dias.
Senão vejamos e acompanhamos a dupla bolsonaristas: o então deputado federal Zé Medeiros e candidato à Casa Alta e o senador Wellton Fagundes, que é candidato ao Palácio Paiaguás.
Zé Medeiros
Soltou uma piada mal calculada em uma campanha eleitoral que pode, de fato, custar a vitória. Embora o Supremo Tribunal Federal (STF) garanta o direito ao humor, a sátira e a paródia política durante o período eleitoral.
Uso de piadas envolve riscos estratégicos severos e “trade-offs” importantes que podem arruinar uma candidatura.
“Você sabe que meu eleitor é aquele eleitor que ora por alienígena e bebe detergente…“.
Se liga uma piada pode custar uma eleição.
E tem mais: metade dos mato-grossenses se informa pelas redes sociais.
Ou seja, o que você compartilha tem peso. Se você está na internet, já está jogando.
E a sua influência pode decidir muita coisa.
Wellton Fagundes
Rapaz! Cenário atual é de extremo perigo, incerteza e traição iminente. É a pista está salgada, a rua tá escura e a noite tá sombria, nesta reta final para o candidato bolsonarista Wellton Fagundes.
O candidato do Partido Liberal (PL) interessado em sentar na cadeira numero 1do Palácio Paiaguás, está se afundando em uma crise criado por seus líderes partidários e quem não quer afundar junto, já está clamando por uma mudança.
Uma coisa ficou clara depois do dia 23, quarta-feira, em que a equipe do candidato a Presidente Flávio Bolsonaro, tentou barrar a gravação de vídeo de Wellton Fagundes. Mas depois de muita insistência Flávio Bolsonaro acabou cedendo.
O fato de Wellton Fagundes ser Senador até 2030 pesou na decisão. O episódio mostra a falta de sintonia de Fagundes com a família Bolsonaro, principalmente, após a coligação do Partido Liberal (PL) com o MDB na minha “QUERIDA”, “LINDA”, “MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon.
O Boteco vai falar
As eleições de 2026 apresenta uma contradição que merece atenção. Há candidatos, recursos, equipes e uma disputa acirrada pelo poder, mas, nas ruas, parte das campanhas parece funcionar em marcha lenta.
A pergunta inevitável é: estão economizando para quê?
É legítimo que candidatos administram seus recursos e concentram investimentos na reta final. O problema começa quando essa aparentemente economia alimenta uma velha desconfiança da política na Terra de Rondon, a possibilidade de que dinheiro e estrutura sejam despejados justamente nos últimos dias, quando aumenta a pressão pela conquista do voto.
Isso não autoriza afirmar que candidatos estejam guardando recursos para financiar boca de urna.
Sem provas seria irresponsável transformar suspeita em acusação. Mas também seria ingenuidade jornalística ignorar o questionamento que surge diante de campanhas discretas que podem, de uma hora para outra, ganhar enorme presença nas ruas.
E há uma crítica ainda mais importante. Candidatos que só aparecem quando a eleição chega está fazendo campanha, mas será que construiu representação?
Confiança não deveria ser produto de 30 dias de propaganda, muito menos de uma operação de última hora.
Quem pretende representar melhor milhares de pessoas precisa ser conhecido pelo trabalho, pelas posições e pela presença anterior ao período eleitoral.
Dinheiro pode colocar bandeiras nas ruas, pode pagar publicidade, produzir vídeos e ampliar uma estrutura de campanha. O que o dinheiro não deveria comprar é voto.
Boca de Urna no dia da eleição é crime eleitoral. Compra de votos também é crime. Por isso, fiscalização e atenção da sociedade torna-se ainda mais importante quando a disputa na reta final.
Talvez a campanha “fria” de 2026 esteja apenas revelando uma nova estratégia eleitoral. Talvez estejamos diante de campanhas mais econômicas e digitais.
Mas, se nas últimas semanas surgir uma explosão repentina de dinheiro, material e estrutura nas ruas, caberá uma pergunta simples: de onde veio, para onde foi e como esse dinheiro está sendo utilizado?
Fiscalizar não é acusar!
Nota de rodapé: quer uma boa notícia internautas do Blog do Valdemir? Dá para virar esse jogo.
O Boteco da Alameda tá aqui pra isso: transformar o jeito como Mato Grosso se informa, com conteúdo descomplicados e você junto, a gente pode ir ainda mais longe.
Segue o fluxo!
Política
Flávia Moretti desafia crise no PL, mantém filiação e consolida apoio a Pivetta
A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou nesta quinta-feira (24) que não pretende deixar voluntariamente o Partido Liberal (PL), apesar do conflito com a direção estadual da legenda provocado por seu apoio à candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição em Mato Grosso. Durante um ato político da campanha do republicano, a Prefeita da Cidade Industrial declarou que permanecerá filiada ao PL e que somente deixará a sigla caso seja expulsa. A manifestação ocorreu em meio ao avanço de sua aproximação pública com Pivetta.
A posição de Flávia Moretti ocorre após ela contrariar a orientação política de seu próprio partido e declarar apoio a Pivetta na disputa pelo Governo de Mato Grosso. O PL lançou o Senador Wellington Fagundes como candidato ao Palácio Paiaguás, o que colocou a prefeita várzea-grandense em uma situação de divergência com a direção estadual da legenda. O episódio ampliou o debate sobre a permanência de lideranças municipais do partido que decidiram apoiar uma candidatura adversária.
Apesar do desgaste partidário, Flávia voltou a demonstrar publicamente sua proximidade com Pivetta durante o evento realizado em Cuiabá. A prefeita participou da mobilização eleitoral e foi registrada dançando ao som do jingle “Bora Pivetar”, gesto que reforçou visualmente seu alinhamento com a campanha do governador. A participação ocorreu mesmo com sua permanência formal no PL e com Wellington Fagundes concorrendo ao Governo pelo mesmo partido.
Questionado sobre a situação partidária da prefeita, Pivetta evitou tratar de um eventual convite para que ela se filie ao Republicanos. O governador destacou a relação administrativa entre o Estado e o Município de Várzea Grande e afirmou, segundo relatos publicados sobre o episódio, que Flávia não precisaria discutir uma eventual mudança partidária neste momento. A declaração deslocou o foco da disputa interna do PL para a parceria entre as duas administrações.
A aproximação entre Flávia e Pivetta também está relacionada a demandas consideradas prioritárias para Várzea Grande. Entre elas está o abastecimento de água, tema que passou a integrar uma atuação conjunta entre o Governo de Mato Grosso e a Prefeitura Municipal. A própria prefeita já havia associado seu apoio político ao governador ao auxílio recebido pelo município para enfrentar problemas estruturais, especialmente aqueles relacionados ao fornecimento de água.
A crise entre Flávia e o PL Estadual não começou com o ato desta quinta-feira. Nos dias anteriores, a prefeita havia admitido que recebeu convites de diferentes partidos, inclusive do Republicanos, mas também afirmou que sua eventual saída da legenda ainda estava em avaliação. A mudança de postura apresentada agora indica que, ao menos neste momento, sua intenção é permanecer formalmente no PL, mesmo mantendo o apoio eleitoral a Pivetta.
O conflito ganhou dimensão maior depois que a Direção Estadual do PL anunciou procedimentos internos para analisar a situação de prefeitos que declararam apoio a Pivetta. Flávia está entre os gestores que passaram a integrar o grupo de prefeitos ligados ao PL que apoiam o governador, ao lado de outros administradores municipais que também se afastaram da orientação eleitoral da legenda. A possibilidade de medidas disciplinares passou, desde então, a fazer parte da discussão política.

A situação também evidencia uma divergência entre a orientação partidária e as prioridades defendidas por algumas administrações municipais. Enquanto a direção do PL sustenta a candidatura de Wellington Fagundes ao Governo, prefeitos filiados à legenda têm manifestado apoio a Pivetta, justificando suas escolhas, em diferentes momentos, por questões relacionadas às necessidades de seus municípios. Wellington, por sua vez, afirmou anteriormente não defender a expulsão de prefeitos que optaram por apoiar o adversário.
No caso específico de Várzea Grande, a questão do abastecimento de água ganhou peso na aproximação entre a Prefeitura e o Governo do Estado. A cooperação administrativa passou a ser apresentada como um dos elementos que explicam a posição política de Flávia. Em paralelo, a disputa eleitoral transformou a relação institucional entre Estado e Município em um dos pontos de destaque do embate político que envolve Pivetta, Wellington e diferentes lideranças do PL em Mato Grosso.
Com a declaração desta quinta-feira, Flávia Moretti mantém, portanto, uma posição política definida em favor de Otaviano Pivetta, mas continua oficialmente filiada ao PL. A prefeita não anunciou desfiliação e afirmou que não pretende deixar a legenda por iniciativa própria. O cenário mantém aberta a possibilidade de novos desdobramentos entre a gestora, a direção estadual do partido e o grupo político do governador, enquanto a campanha eleitoral avança em Mato Grosso.
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