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UMA QUINTA VIA NA ELEIÇÃO

Nome de vice é narrativa em candidaturas ao Governo à prova

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Para ter vice tem que ter candidato confirmado ao Governo do Estado.

Até onde os contextos históricos apresentam, as incertezas não teriam marcado tanto as questões políticas em Mato Grosso, desde o período do Arraial da Forquilha, mas hoje ainda se fala em quatro pré-candidaturas ao Governo do meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, para as eleições de outubro de 2026, envolvendo os nomes de peso como a dos Senadores, Jayme Campos (UB), e Wellington Fagundes (PL), passando pelo Governador do Estado, Otaviano Pivetta do partido Republicanos, e a médica Natasha Slhessarenko do PSD.

A médica representa de forma declarada a ala dos partidos de esquerda na região, uma situação complicada para quem pretende disputar a eleição com objetivo de ganhar, porque os resultados das últimas eleições, apontaram dados que giram em torno de 30% do eleitorado, condição que não garante uma vitória no primeiro turno.

Por outro lado, aparece uma verdadeira lenda na política regional, com mais de 40 anos de participação política, representando a geração dos Campos no “PODER”, o Senador da República, Jayme Campos, que de tanto fazer, parece que criou um estigma com eleitorado, segundo os dados das últimas pesquisas apresentadas para população, com forte tendência e crescimento de rejeição.

Para o Aracuã do Pantanal, já podia pedir um lambadão no Fantástico, “ninguém gosta mais de mim”, já que teria ultrapassado a marca de três vezes consecutivas, como o mais rejeitado pelo eleitorado”.

De acordo com informações de especialistas da política, repassadas ao “Aracuã do Pantanal”, os dados de opinião popular apresentados hoje, não são surpresas, pelo contrário, são reflexos dos resultados das eleições de 2024, quando o grupo Campos de Política, teria amargado graves derrotas nos seus principais “ninhos” eleitorais, inclusive dentro de sua própria casa, Várzea Grande, sem falar de Cuiabá, o que teria ligado o sinal vermelho, para quem estava desde aquela época, planejando uma candidatura ao Governo do Estado.

O golpe está aí, caí, quem quer… Pelo que tudo indica, o povo aprendeu, não quer mais…

Seguindo no mesmo contexto de uma longa vida pública, porém, com algumas particularidades, o também senador, Wellington Fagundes, que hora se coloca na esquerda, depois na direita, passeando até pelo centro, recebendo a alcunha de “melancia” por uns, e de “camaleão” por outros, independente de sua trajetória, ou sigla partidária no momento, o Wellington tem sua história política em Mato Grosso, seja como deputado federal ou senador, são longas décadas na política, no Legislativo tem vasta experiência, já no Executivo…, bom…, ninguém pode falar nada dele, já que as três vezes que disputou a Prefeitura de Rondonópolis, ficou barrado no baile, o povo disse não, e preferiu eleger seus adversários.

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Para o “Aracuã do Pantanal”, os fatos comprovam que não se pode falar, muito menos avaliar, uma pessoa que nunca exerceu um mandato do Executivo, desta forma, entregar o “Gigante Mato Grosso” nas mãos de uma pessoa sem experiência, seria a mesma coisa que entrar em um avião Airbus 380, com um piloto de teco-teco, ou deitar em uma mesa de cirurgia, com um médico recém formado, quem vai ser o corajoso?

Os dois senadores possuem no momento algumas particularidades, como condições financeiras, crises, racha, instabilidade, inviabilidade na base partidária, quem não sabe que o PL está no modo polvo, com vários tentáculos, e o União, unido é só o nome mesmo”.

Em uma condição que era para estar em outra situação, aparece o governador Otaviano Pivetta, que nos últimos dias vem demonstrando várias mudanças, desde os sorrisos constantes, roupas mais populares, falas menos incisivas, ações prioritárias estrategicamente pontuadas e demarcadas, nota-se que o marketing está sendo feito na sua mais pura essência, apresentado para o mercado consumidor, o que atende suas necessidades e prioridades.

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Diante de tanta mudança e evolução política, passados quase um mês desde a sua posse, e ações como governador do meu “QUERIDO”, “LINDO” e MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso, resta saber quais são os primeiros parâmetros delineados pelo eleitorado, estável, negativo ou positivo, só assim as novas ações na corrida eleitoral deverão surgir, mas há quem diga que tudo está seguindo conforme esperado.

Os dados negativos das últimas pesquisas divulgadas, envolvendo o nome do governador, teria ligado o sinal de alerta, causando tanta reformulação, que devem sobressair o desgaste cansado da máquina, como também, as questões particulares de Pivetta”.

Segundo informações de fontes ligadas aos corredores palacianos da corrida eleitoral, repassas ao “Aracuã do Pantanal”, a quinta via está pronta, organizada, abençoada até pelo “Dourado” do Rio de Mato Grosso, praticamente sem rejeição, com grupo político e social devidamente estabelecido, só está aguardado o dia e hora certa, para declarar:eu sou candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso, vamos, juntos podemos muito mais”.

Conforme os fatos que demarcam a tendência de uma predefinição, com os nomes dos candidatos ao governo, já que na política tudo pode mudar, assim como as nuvens de chuvas, as narrativas sobre vice pra lá, de cá, e daqui, mais parecem narrativas de gente querendo pegar uma carona, rumo a uma festa, que nem sabe onde fica.

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Política

Com afunilamento de candidatos e crescimento do eleitorado, projeção de votos para a Assembleia Legislativa aumenta

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A reconfiguração do cenário eleitoral em Mato Grosso aponta para uma disputa significativamente mais acirrada pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) no pleito estadual. A diminuição na oferta de nomes ao Poder Legislativo e a expansão do corpo votante alteraram diretamente o cálculo da representação proporcional local.

O número total de postulantes ao cargo de deputado estadual registrou uma retração de 28% no comparativo com os últimos quatro anos. As atas das Convenções Partidárias oficializaram 217 candidaturas até o momento, ante 296 nomes homologados no processo eleitoral de 2022.

A expressiva redução quantitativa de postulantes ocorreu ao longo do período reservado às Convenções Partidárias e ao registro preliminar de chapas. As Agremiações e Federações políticas formalizaram essa diminuição no quadro de concorrentes perante a Justiça Eleitoral.

O fenômeno abrange todo o território de Mato Grosso, impactando diretamente o cálculo proporcional e a distribuição de cadeiras nas diversas regiões do estado. A oscilação atinge os quadros de todas as correntes partidárias que registraram chapas no Tribunal Regional.

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Duas dinâmicas simultâneas fundamentam essa mudança no cenário: o enxugamento de candidaturas homologadas e o crescimento demográfico do eleitorado. A soma de menor concorrência interna com o aumento do contingente de votantes reorganiza de maneira direta a competitividade da disputa.

Com 79 concorrentes a menos no pleito atual, a média teórica de sufrágios por candidato sofre uma elevação substancial. A redistribuição da preferência dos eleitores entre um grupo menor de postulantes inflaciona o desempenho individual necessário para obter êxito nas urnas.

O volume total de votos válidos deve atingir a marca de 1,8 milhão no pleito vigente, impulsionado pelo crescimento de 6,8% do eleitorado mato-grossense. Na eleição geral anterior, o estado contabilizou 1.746.681 votos válidos, desconsiderados os computados em branco e os nulos.

Em razão dessas oscilações quantitativas, a estimativa para o quociente eleitoral situa-se em aproximadamente 77 mil votos por vaga para cada partido ou Federação Partidária. Essa linha de corte fixa o patamar mínimo indispensável para que as legendas conquistem cadeiras no parlamento.

As projeções e dados que fundamentam a reestruturação da disputa proporcional podem ser acompanhados e checados detalhadamente na página do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE/MT).

A evolução dos registros de chapas, o quantitativo do eleitorado apto e as diretrizes do pleito permanecem disponíveis para consulta pública no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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