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INIMIGO MEU

Na política a melhor resposta pra um ataque mal feito é um silêncio calculado

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Não é de hoje que o “Guri Refestelado da Guarita”, vem com sua Monark Barra Forte, gritando para todo mundo ouvir, que muitas águas ainda têm para correr por debaixo das pontes em todo o meu ESTADÃO DE MATO GROSSO.

Além disso, o “Capitão Jaymão“, seria o primeiro a entrar no campo de batalha e agora os demais pegam carona no seu jatinho particular, no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, que fica em Vadjú, de outro lado da ponte, no município de Várzea Grande, a vizinha de Cuiabá, para expressar o sentimento que se passa, após as Convenções Partidárias.

É caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, a campanha começou, vai se acostumando, afinal, você já percebeu que a política deixou de produzir adversários e passou a fabricar inimigos.

Na política, o adversário é alguém que pensa diferente, apresenta outro projeto, disputa votos e tenta chegar ao poder. Ainda assim, seu direito de existir, vencer uma eleição e governar deve ser reconhecido.

O inimigo é outra coisa. Ele não precisa ser apenas derrotado nas urnas. Precisa ser destruído moralmente, desmoralizado publicamente e, se possível eliminado da vida política.

Essa lógica ajuda a explicar por que tantos debates abandonaram as propostas e passaram a girar em torno de ataques pessoais, acusações e campanha de destruições de reputações.

A razão é bastante simples. A emoção mobiliza mais do que a razão.

É muito mais fácil provocar indignação com uma denúncia, um apelido ou um vídeo recortado do que convencer o eleitor por meio de uma discussão séria sobre Saúde, Educação, Segurança Pública ou Economia.

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A política emocional exige menos explicação e produz reações mais rápidas.

É “Pequeno Gafanhoto”, na minha LINDA”, “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, essa dinâmica ganha um ingrediente histórico. A política por aqui, sempre foi marcada por lideranças fortes, grupos familiares e disputas que atravessam gerações.

Em muitos momentos, a crítica deixa de ser administrativa ou ideológica e passa a atingir a vida pessoal, a família e a honra dos envolvidos.

O problema é que essa estratégia cobra um preço elevado. Quem transforma todo adversário em inimigo queima pontes que poderão fazer falta mais adiante.

O “Guri Refestelado da Guarita”, quer saber: os ataques pessoais partem mais dos grupos políticos tradicionais ou das lideranças que se apresentam como representantes do novo?

Talvez a resposta revela que, quando o assunto é destruir adversário, a “VELHA” e a “NOVA POLÍTICA” se parecem muito mais do que gostariam de admitir.

Estratégia dos adversários

Se liga: na política a melhor resposta pra um ataque mal feito é um silêncio bem calculado.

Na política responder e reagir sempre é peça de estratégia dos adversários nas eleições.

Vamos desenhar e analisar a pedido do “pequeno gafanhoto”.

– Um dos erros mais comuns na política é acreditar que toda crítica merece resposta. Não merece. E pior: algumas críticas só existem porque adversários quer exatamente isso. Sua atenção. Sua reação. Seu tempo.

– Em política, responder também é dar importância. E toda que vocês responderam, ajuda a divulgar o ataque para pessoas que sequer tinha visto aquilo.

– Ataque forte precisa resposta forte. Ataque relevante precisa de estratégia, mas ataque mal feito muitas vezes precisa apenas de silêncio.

Porque algumas narrativas morrem de fome a quando ninguém as alimenta.

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Como saber se vale responder?

1 – O ataque está chegando ao eleitor ou só a bolha política?
2 – O ataque está mudando opinião ou apenas gerando barulho?
3 – A resposta ajuda sua campanha ou ajuda a divulgação do ataque?
4 – O eleitor espera uma resposta ou só o adversário quer uma reação?

Se liga! Nem toda batalha merece ser lutada. Político inteligente não responde tudo. Escolhe o que responder.

Porque campanha eleitoral é disputa de votos, não disputa de “EGO”.

O “Guri Refestelado da Guarita” diz: na política, quem reage a tudo acaba trabalhando para o adversário sem perceber.

Pegou a dica ou quer que desenhe?

Para finalizar, o Boteco da Alameda informaaa: política não precisa ser um campo de batalha o tempo todo. Dá para pensar diferente, conversar com respeito e, principalmente, encontrar soluções para quem mais precisa.

É nisso que o Boteco da Alameda acredita e assim que caminha, porque a população espera resultados não confusão!

Segue o fluxo!

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Política

“Ele é um negociador voraz de emendas. Essa é a profissão dele”

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A disputa pelo Palácio Paiaguás atingiu um ponto de inflexão decisivo nesta sexta-feira (14), quando a corrida ao Governo de Mato Grosso se transformou em um cenário de confronto direto. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição, rompeu a postura de moderação mantida até então e desferiu duras acusações contra seu principal adversário na disputa estadual, o senador Wellington Fagundes (PL).

O acirramento entre os concorrentes ocorreu no Palácio Paiaguás, durante uma coletiva de imprensa promovida pela manhã para tratar do balanço e do andamento de obras públicas estaduais. Ao ser questionado sobre as críticas recentes do grupo adverso, Pivetta rejeitou comparações com o oponente e elevou a temperatura política ao rebater publicamente os ataques promovidos pela chapa liderada pelo parlamentar liberal.

A razão para o acirramento do tom decorre do realinhamento de forças políticas locais e da redução da margem que separava os candidatos nas pesquisas de intenção de voto. A formação de um bloco oposicionista liderado por Fagundes que passou a arregimentar dissidentes do grupo governista, como o senador Jayme Campos (UB), motivou a reação enérgica do chefe do Executivo mato-grossense para defender seu legado e conter a perda de espaço político.

A fim de marcar contraste em relação ao rival, Otaviano Pivetta fundamentou sua retórica na diferenciação das trajetórias profissionais, destacando sua origem na iniciativa privada e na produção agrícola desde os 15 anos de idade. O governador argumentou que construiu patrimônio e experiência administrativa antes de ingressar na vida pública, enquanto acusou o senador de ter moldado sua carreira estritamente no âmbito legislativo e na dependência de recursos estatais.

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Ao aprofundar as críticas, o candidato do Republicanos associou diretamente a atuação do parlamentar às gestões federais dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT). Conforme declarou o gestor estadual, o senador liberal manteve forte influência sobre a distribuição do orçamento federal em Mato Grosso durante os governos petistas, posicionando-se estrategicamente na articulação política e na liberação de emendas no Congresso Nacional.

A ofensiva política alcançou maior densidade quando Pivetta fez menções a investigações e delações premiadas passadas relativas à corrupção no estado, prometendo devassar o histórico de liberação de verbas. O governador assegurou que sua equipe de campanha trará a público levantamentos detalhados sobre a destinação e a aplicação das Emendas Parlamentares intermediadas pelo rival ao longo dos sucessivos mandatos no Poder Legislativo Federal.

Para questionar a eficiência do senador na destinação de verbas públicas, o governador projetou o impacto financeiro dos aportes e sustentou que o valor de R$ 1,5 bilhão alocado por Fagundes nos últimos 12 anos seria suficiente para construir quatro unidades hospitalares equivalentes ao Hospital Central. O chefe do Executivo desafiou o opositor a demonstrar obras estruturantes de grande porte resultantes das verbas indicadas por seu gabinete.

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No momento de maior tensão do pronunciamento, Otaviano Pivetta classificou o oponente como um gestor focado na negociação de verbas orçamentárias e anunciou que o tema será a diretriz central do confronto eleitoral. Ao definir a prática parlamentar do adversário como a de um “negociador voraz de emendas”, o governador sinalizou que a apuração sobre o uso do orçamento público balizará o debate político nos programas de rádio e televisão.

Com base na sua experiência como ex-prefeito do município de Lucas do Rio Verde e gestor do Poder Executivo, Pivetta afirmou categoricamente que considera inaceitável a equiparação entre as duas trajetórias. O governador ressaltou que sua gestão ostenta resultados administrativos práticos, ao passo que o oponente acumulou dez mandatos no Congresso Nacional sem deixar como legado leis de relevante impacto social para a população.

A mudança de postura indica uma reestruturação tática na campanha do atual governador, que passa a adotar uma linha ofensiva nos campos político, administrativo e pessoal contra a candidatura do PL. As declarações proferidas na coletiva referem-se a avaliações do próprio gestor e não foram acompanhadas de documentos comprobatórios imediatos; o espaço segue aberto para que o senador Wellington Fagundes apresente seu contraditório.

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