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OAB de Mato Grosso repudia ataque de Selma Arruda

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Assim como a Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam) ter repudiado declaração dada pela Senadora do Partido Social Liberal (PSL), Selma Rosane Santos Arruda (PSL), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) também divulgou uma nota dizendo que a Senadora mato-grossense foi infeliz em sua declaração, atacando a advocacia e o Poder Judiciário.

Selma Arruda usou a tribuna para defender promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), acusados de fazer interceptações telefônicas sem autorização judicial e afirmou também que a OAB do Mato Grosso tem fomentando uma inversão de valores e “faz questão de compor o circo” contra aLava Jato.

Na nota, a OAB de Mato Grosso diz que é inadmissível que atos de desespero que ousam ignorar a própria origem de seus declarantes coloquem em dúvida o histórico judicial, institucional e social de luta da OAB em defesa da sociedade e do Estado Democrático de Direito.

A OAB de Mato Grosso em sua nota reafirma ainda que mantém seu papel assegurado pela Constituição Federal e reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de, na qualidade de representante da sociedade civil organizada, zelar pelo Estado Democrático de Direito.

NOTA PÚBLICA

A respeito da infeliz declaração da senadora Selma Arruda na tribuna do Senado Federal, repetida em artigo de opinião, atacando a advocacia, o Poder Judiciário e esta instituição, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) tem a esclarecer:

1. A Constituição Federal, em seu artigo 133, destaca: “O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei”;

2. A Ordem dos Advogados do Brasil, ao longo de suas quase nove décadas de história, conta com uma trajetória de defesa dos princípios constitucionais, independente de qual seja o governo ou governante do país, estados e municípios;

3. É inadmissível que atos de desespero que ousam ignorar a própria origem de seus declarantes coloquem em dúvida o histórico judicial, institucional e social de luta da OAB em defesa da sociedade e do Estado Democrático de Direito;

4. É alarmante que uma parlamentar no uso de mandato eletivo, ainda que sub júdice, acuse de inversão de valores instituições sérias como a OAB e o Poder Judiciário, que lutam de forma sólida, hegemônica e dentro do devido processo legal, pela defesa da Constituição;

5. A fim de rememorar a verdade e realidade àqueles que porventura – ou mera conveniência – tenham se esquecido, a inversão de valores constitucionais ocorre quando se utiliza de atos ilícitos sob o pretexto de combater o crime; quando se utiliza de subterfúgios ilegais para alcançar mandatos eletivos, a quem serve adequadamente a alcunha de criminosos travestidos de parlamentares; quando se pratica nepotismo com a devida responsabilização pelo órgão censor. Inversão de valores é se utilizar de ferramentas, antes combatidas com veemência, para alcançar objetivos alheios ao dever profissional estabelecido em lei;

6. A luta da OAB pelo combate à corrupção não é e nunca foi pautada por falácias. Trata-se de posicionamento constante e com frutos reconhecidos por toda a sociedade brasileira, como a criminalização do Caixa 2, vedação de doação de pessoas jurídicas às campanhas eleitorais, participação no aprimoramento legislativo, porta-voz da sociedade civil nas diversas denúncias que formula e acompanha, entre outras. Talvez, por este motivo, a atuação da Ordem possa incomodar determinados atores políticos;

7. Causa estarrecimento que a luta institucional pelo devido processo legal seja atacada de forma vil por uma parlamentar que mostra desconhecer valores comezinhos do sistema de Justiça. Mais que isso, levanta questionamentos sobre as suas reais intenções: Manifestar um pensamento autêntico ou usar a tribuna para atacar instituições sérias como o Judiciário e a OAB em autodefesa, visto que questionamentos e investigações sobre suas condutas aumentam dia após dia?

8. Por fim, a Ordem reafirma que mantém seu papel assegurado pela Constituição Federal e reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de, na qualidade de representante da sociedade civil organizada, zelar pelo Estado Democrático de Direito.

Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT)
Colégio de Presidentes de Subseções da OAB-MT
Associação dos Advogados de Mato Grosso (AAMT)
Associação dos Advogados Trabalhistas de Mato Grosso (Aatramat)
Associação dos Procuradores do Estado de Mato Grosso (Apromat)
Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas no Estado de Mato Grosso (Abracrim/MT)
Associação de Procuradores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Aprale)
União dos Procuradores do Município de Cuiabá (Uniproc)

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Política

Na política a melhor resposta pra um ataque mal feito é um silêncio calculado

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Não é de hoje que o “Guri Refestelado da Guarita”, vem com sua Monark Barra Forte, gritando para todo mundo ouvir, que muitas águas ainda têm para correr por debaixo das pontes em todo o meu ESTADÃO DE MATO GROSSO.

Além disso, o “Capitão Jaymão“, seria o primeiro a entrar no campo de batalha e agora os demais pegam carona no seu jatinho particular, no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, que fica em Vadjú, de outro lado da ponte, no município de Várzea Grande, a vizinha de Cuiabá, para expressar o sentimento que se passa, após as Convenções Partidárias.

É caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, a campanha começou, vai se acostumando, afinal, você já percebeu que a política deixou de produzir adversários e passou a fabricar inimigos.

Na política, o adversário é alguém que pensa diferente, apresenta outro projeto, disputa votos e tenta chegar ao poder. Ainda assim, seu direito de existir, vencer uma eleição e governar deve ser reconhecido.

O inimigo é outra coisa. Ele não precisa ser apenas derrotado nas urnas. Precisa ser destruído moralmente, desmoralizado publicamente e, se possível eliminado da vida política.

Essa lógica ajuda a explicar por que tantos debates abandonaram as propostas e passaram a girar em torno de ataques pessoais, acusações e campanha de destruições de reputações.

A razão é bastante simples. A emoção mobiliza mais do que a razão.

É muito mais fácil provocar indignação com uma denúncia, um apelido ou um vídeo recortado do que convencer o eleitor por meio de uma discussão séria sobre Saúde, Educação, Segurança Pública ou Economia.

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A política emocional exige menos explicação e produz reações mais rápidas.

É “Pequeno Gafanhoto”, na minha LINDA”, “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, essa dinâmica ganha um ingrediente histórico. A política por aqui, sempre foi marcada por lideranças fortes, grupos familiares e disputas que atravessam gerações.

Em muitos momentos, a crítica deixa de ser administrativa ou ideológica e passa a atingir a vida pessoal, a família e a honra dos envolvidos.

O problema é que essa estratégia cobra um preço elevado. Quem transforma todo adversário em inimigo queima pontes que poderão fazer falta mais adiante.

O “Guri Refestelado da Guarita”, quer saber: os ataques pessoais partem mais dos grupos políticos tradicionais ou das lideranças que se apresentam como representantes do novo?

Talvez a resposta revela que, quando o assunto é destruir adversário, a “VELHA” e a “NOVA POLÍTICA” se parecem muito mais do que gostariam de admitir.

Estratégia dos adversários

Se liga: na política a melhor resposta pra um ataque mal feito é um silêncio bem calculado.

Na política responder e reagir sempre é peça de estratégia dos adversários nas eleições.

Vamos desenhar e analisar a pedido do “pequeno gafanhoto”.

– Um dos erros mais comuns na política é acreditar que toda crítica merece resposta. Não merece. E pior: algumas críticas só existem porque adversários quer exatamente isso. Sua atenção. Sua reação. Seu tempo.

– Em política, responder também é dar importância. E toda que vocês responderam, ajuda a divulgar o ataque para pessoas que sequer tinha visto aquilo.

– Ataque forte precisa resposta forte. Ataque relevante precisa de estratégia, mas ataque mal feito muitas vezes precisa apenas de silêncio.

Porque algumas narrativas morrem de fome a quando ninguém as alimenta.

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Como saber se vale responder?

1 – O ataque está chegando ao eleitor ou só a bolha política?
2 – O ataque está mudando opinião ou apenas gerando barulho?
3 – A resposta ajuda sua campanha ou ajuda a divulgação do ataque?
4 – O eleitor espera uma resposta ou só o adversário quer uma reação?

Se liga! Nem toda batalha merece ser lutada. Político inteligente não responde tudo. Escolhe o que responder.

Porque campanha eleitoral é disputa de votos, não disputa de “EGO”.

O “Guri Refestelado da Guarita” diz: na política, quem reage a tudo acaba trabalhando para o adversário sem perceber.

Pegou a dica ou quer que desenhe?

Para finalizar, o Boteco da Alameda informaaa: política não precisa ser um campo de batalha o tempo todo. Dá para pensar diferente, conversar com respeito e, principalmente, encontrar soluções para quem mais precisa.

É nisso que o Boteco da Alameda acredita e assim que caminha, porque a população espera resultados não confusão!

Segue o fluxo!

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