Search
Close this search box.

LOBOS PREDADORES E CARNÍVOROS

Ingredientes do bolo político; TRAIÇÃO, MENTIRA, OPORTUNISMO E INJUSTIÇA

Publicados

em

Infelizmente a política partidária é um bolo, onde os ingredientes da mentira, traição, oportunismo e egoísmo compõem a maior parte, e tudo isto levado pelo objetivo de alcançar o “PODER”. Vivemos dias difíceis na política, e nossa querida Cidade Verde não é diferente, o populismo tomou conta, é muito circo armado e pouca ação de alguns vereadores para o povo cuiabano.

Existem políticos, aqueles que prometem o paraíso e entregam o inferno, aqueles que dizem estar resolvendo quando na verdade jogam teu pedido no fundo da gaveta e largam ali, aqueles que fazem compromisso e não cumprem o acordo. Esses, são “Lobos Carnívoros“, que se alimentam das pobres ovelhas que é o povo, dizem que se preocupam com você, apenas para te agradar e convencer que você deve votar nele.

Amizades são desfeitas, injustiças são feitas, e no meio de tudo isto está o eleitor que muitas vezes levados pela desinformação vai construindo o perfil de seu candidato entre mentiras e verdades. O sangue de inocentes escorre pelas mãos destes “Lobos Predadores”. São nefastos, mesquinhos, agem com torpeza, inimigos públicos, e você eleitor tem que identificar exatamente quem são.

Leia Também:  Com staff reforçado, Kalil anuncia investimentos de R$ 600 milhões

Se vivemos em uma “Democracia” é lógico que devemos ter pessoas defendendo lados opostos, defendendo ideologias diferentes, mas convenhamos que não deveríamos usar da “Traição”, da mentira para lograrmos êxito, e a bem da verdade é isto que mais ocorre, daí assistirmos estas enxurradas de denúncias em época de eleições onde a verdade, a traição e a mentira confundem a todos.

Com o instituto da reeleição percebe-se mais claramente as mentiras, quando promessas não cumpridas reaparecem, ou seja tentam mostrar ao eleitor que desta vez as coisas irão acontecer diferente; quando sabemos que não; é naquele momento que o LOBO, jura que não vai mais devorar os cordeirinhos, que agora seu cardápio vai ser alface, não será mais carne.

São nefastos, mesquinhos, agem com torpeza, inimigos públicos, e você eleitor tem que identificar exatamente quem são.

O eleitor precisa ficar esperto, ser inteligente, pois lobos vorazes estão te rondando, e depois de você ser abocanhado, dificilmente se livrará de suas presas.

Não se deixe confundir, afinal existem candidatos, que são mestres no canto da sereia, ou seja no canto da ilusão que te levará ao naufrágio.

Leia Também:  Silval diz que vendeu uma fazenda, em Parque Estadual para o pastor Valdomiro 

Quem teve oportunidade de fazer e não fez, dificilmente fará, portanto você eleitor vote consciente, vote com conhecimento, pois os LOBOS, jamais mudarão os seus instintos.

Você tem o poder da escolha, vai mudar ou vai continuar sendo a ovelha que os lobos querem devorar.

Propaganda

Política

Na política a melhor resposta pra um ataque mal feito é um silêncio calculado

Publicados

em

Não é de hoje que o “Guri Refestelado da Guarita”, vem com sua Monark Barra Forte, gritando para todo mundo ouvir, que muitas águas ainda têm para correr por debaixo das pontes em todo o meu ESTADÃO DE MATO GROSSO.

Além disso, o “Capitão Jaymão“, seria o primeiro a entrar no campo de batalha e agora os demais pegam carona no seu jatinho particular, no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, que fica em Vadjú, de outro lado da ponte, no município de Várzea Grande, a vizinha de Cuiabá, para expressar o sentimento que se passa, após as Convenções Partidárias.

É caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, a campanha começou, vai se acostumando, afinal, você já percebeu que a política deixou de produzir adversários e passou a fabricar inimigos.

Na política, o adversário é alguém que pensa diferente, apresenta outro projeto, disputa votos e tenta chegar ao poder. Ainda assim, seu direito de existir, vencer uma eleição e governar deve ser reconhecido.

O inimigo é outra coisa. Ele não precisa ser apenas derrotado nas urnas. Precisa ser destruído moralmente, desmoralizado publicamente e, se possível eliminado da vida política.

Essa lógica ajuda a explicar por que tantos debates abandonaram as propostas e passaram a girar em torno de ataques pessoais, acusações e campanha de destruições de reputações.

A razão é bastante simples. A emoção mobiliza mais do que a razão.

É muito mais fácil provocar indignação com uma denúncia, um apelido ou um vídeo recortado do que convencer o eleitor por meio de uma discussão séria sobre Saúde, Educação, Segurança Pública ou Economia.

Leia Também:  Eleições 2024: cartas na mesa, sem projetos, ideias, apenas nomes na mídia

A política emocional exige menos explicação e produz reações mais rápidas.

É “Pequeno Gafanhoto”, na minha LINDA”, “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, essa dinâmica ganha um ingrediente histórico. A política por aqui, sempre foi marcada por lideranças fortes, grupos familiares e disputas que atravessam gerações.

Em muitos momentos, a crítica deixa de ser administrativa ou ideológica e passa a atingir a vida pessoal, a família e a honra dos envolvidos.

O problema é que essa estratégia cobra um preço elevado. Quem transforma todo adversário em inimigo queima pontes que poderão fazer falta mais adiante.

O “Guri Refestelado da Guarita”, quer saber: os ataques pessoais partem mais dos grupos políticos tradicionais ou das lideranças que se apresentam como representantes do novo?

Talvez a resposta revela que, quando o assunto é destruir adversário, a “VELHA” e a “NOVA POLÍTICA” se parecem muito mais do que gostariam de admitir.

Estratégia dos adversários

Se liga: na política a melhor resposta pra um ataque mal feito é um silêncio bem calculado.

Na política responder e reagir sempre é peça de estratégia dos adversários nas eleições.

Vamos desenhar e analisar a pedido do “pequeno gafanhoto”.

– Um dos erros mais comuns na política é acreditar que toda crítica merece resposta. Não merece. E pior: algumas críticas só existem porque adversários quer exatamente isso. Sua atenção. Sua reação. Seu tempo.

– Em política, responder também é dar importância. E toda que vocês responderam, ajuda a divulgar o ataque para pessoas que sequer tinha visto aquilo.

– Ataque forte precisa resposta forte. Ataque relevante precisa de estratégia, mas ataque mal feito muitas vezes precisa apenas de silêncio.

Porque algumas narrativas morrem de fome a quando ninguém as alimenta.

Leia Também:  PROS de VG representa ação contra Jayme Campos

Como saber se vale responder?

1 – O ataque está chegando ao eleitor ou só a bolha política?
2 – O ataque está mudando opinião ou apenas gerando barulho?
3 – A resposta ajuda sua campanha ou ajuda a divulgação do ataque?
4 – O eleitor espera uma resposta ou só o adversário quer uma reação?

Se liga! Nem toda batalha merece ser lutada. Político inteligente não responde tudo. Escolhe o que responder.

Porque campanha eleitoral é disputa de votos, não disputa de “EGO”.

O “Guri Refestelado da Guarita” diz: na política, quem reage a tudo acaba trabalhando para o adversário sem perceber.

Pegou a dica ou quer que desenhe?

Para finalizar, o Boteco da Alameda informaaa: política não precisa ser um campo de batalha o tempo todo. Dá para pensar diferente, conversar com respeito e, principalmente, encontrar soluções para quem mais precisa.

É nisso que o Boteco da Alameda acredita e assim que caminha, porque a população espera resultados não confusão!

Segue o fluxo!

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA