UMA DENTENCIA DE RENOVAÇÃO
“Juntos Podemos Pode Mais” provocando uma reviravolta na política de Mato Grosso
Algumas reviravoltas já marcaram o cenário da corrida eleitoral no grandioso Estado de Mato Grosso, para quem está na política há um certo tempo, pode lembrar do PPS, que saiu praticamente do anonimato, para marcar a história da disputa eleitoral na região, com a maior reviravolta da política, desbancando os todos poderosos da época, que já estavam acostumados com o “PODER”, quando muitos se consideravam até imbatíveis, porém, não tiveram tanta sorte, e caíram na “palma da mão, na mão de quem sabe”, um resultado surpreendente pra uns, com grande decepção à outros.
De acordo com fontes ligadas aos bastidores da corrida eleitoral na “Terra de Rondon”, repassados aos integrantes do Boteco da Alameda, “Pé de Latinha”, “Urso sem Prumo” e “Semi Anjo”, os efeitos colaterais da derrota são sentidos até hoje, cerca de 26 anos depois, deve ser isso que candidatura nem para sindico do prédio, vai que aparece alguém da mão grande.
Na época, o então partido PPS passou ser considerado um gigante na região, formando grupo forte, e estabelecido as diretrizes na próxima eleição municipal, quando fez vários prefeitos e vereadores. Reza a lenda que o grupo cresceu tanto, que ficou independente de siglas partidárias, possuem continuidade com solidez, sendo fundamental nas tomadas de decisões de todas eleições em Mato Grosso, marcando uma verdadeira geração na política.
Já nos últimos anos, uma verdadeira debandada elevou o PDT ao todo da política no estado, porém, foi no modo rastilho de pólvora, serviu basicamente para lança um foguete, que mais assumiu o estilo “Balão de Ensaio”, a próxima vítima foi o PSDB. que com um plano de voo desastroso, resultou no marco da disputa eleitoral de Mato Grosso, como o primeiro governador que perdeu a reeleição, e mesmo com a máquina nas mãos, mostrou que não sabe fazer, sendo derrotado até pelos votos brancos e nulos.

Pelo que tudo indica, a debandada na política é algo comum, assim como as estações do ano, é mudança de período, inevitável principalmente quando o quesito é insatisfação. Nos últimos dias, o evento do Podemos programado para o dia 07, no Hotel Fazenda Mato Grosso, vem tomando conta dos assuntos em vários locais, desde Prefeituras, Câmaras, açougues, padarias, e como não poderia faltar, até no Boteco da Alameda, de onde sai a informação que o Podemos terá a formação mais robusta para disputar as próximas eleições.
Podem até ter gente falando da grandiosidade do União Progressista (UP), que de unidos até o exato momento não vem apresentando nada, pelo contrário, existe a tendencia de uma verdadeira implosão, caso persista os interesses dos caciques em sentidos opostos. Reza a lenda, que os grandes impérios caíram por vaidade, arrogância, negligência e subestimar os adversários.
Diante do cenário que vem se formando, semelhante as chuvas em Cuiabá, é melhor seguir a música de Lulu Santos: “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia”, as mudanças estão acontecendo, seguir determinados caminhos, para muitos é uma questão de sobrevivência, tem até aqueles que pretendem pegar uma carona, pra fazer estilo “Galinho”, vai que alguém puxa.
Do contrário, poderá engrossar o caldo dos dados estatísticos da previsão de alguns especialistas de política, que esperam uma renovação acima dos 50%, tanto na Câmara Federal, como também, na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).
É, não está fácil pra ninguém… Deve ser por isso que “Juntos do Podemos Pode Mais“…
Política
A insurgência de Jayme Campos contra o núcleo governista redesenha os tabuleiros e as estratégias sucessórias para 2026
Em veto categórico a composições com a ala do Republicanos, Otaviano Pivetta, e críticas ácidas à centralização de Mauro Mendes, líder histórico do União Brasil (UB) em Mato Grosso, precipita a corrida pelo Palácio Paiaguás e exige a convocação imediata de pré-convenção partidária.
O rompimento definitivo com as estruturas governistas vigentes em Mato Grosso consolidou-se mediante a recusa categórica do senador Jayme Campos (UB) em aceitar qualquer modalidade de composição com o grupo político do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos), inviabilizando arranjos tradicionais de bastidores que visavam à manutenção da atual arquitetura de poder estadual.
O veterano parlamentar e ex-governador e hoje ainda Senador da Republica, desponta como o protagonista central desse rearranjo de forças, contrapondo-se frontalmente às pretensões de Otaviano Pivetta (Republicanos), que lidera os movimentos pela unificação governista e externando uma dissidência pública irreconciliável em relação à condução política exercida pelo ex-governador Mauro Mendes (UB).
Esta deflagração antecipada do processo sucessório ocorre em um momento de acentuada ebulição institucional, cujos desdobramentos práticos deverão culminar nas eleições majoritárias de 2026, embora a exigência de uma definição interna imediata tenha sido estipulada pelo próprio Senador mato-grossense para o mês de junho do ano em curso, acelerando o cronograma tradicional das legendas.

O Palácio Paiaguás, sede oficial do Poder Executivo mato-grossense, converteu-se no epicentro geográfico e simbólico dessa disputa de alta intensidade, projetando os impactos desse tensionamento partidário desde os redutos eleitorais tradicionais do interior do Estado até as principais instâncias deliberativas sediadas na capital, Cuiabá.
A operacionalização dessa ofensiva política processa-se por meio de articulações diretas e capilarizadas promovidas pelo senador junto à ampla maioria dos delegados partidários do União Brasil. A estratégia desenhada para esvaziar decisões de cúpula e viabilizar, de forma democrática e soberana, sua candidatura ao comando do Executivo mato-grossense.
As razões determinantes dessa cisão repousam na crítica severa ao isolamento decisório praticado pelo núcleo que atualmente comanda o governo, acusado pelo parlamentar de ter promovido um distanciamento deliberado das lideranças históricas do Estado e de ter negligenciado o devido respeito e a consideração institucional devidos aos aliados que sustentaram a base governista.
O propósito manifesto dessa dissidência reside na imposição de uma candidatura própria e legítima do União Brasil, iniciativa que visa a extirpar a prática de deliberações impositivas, comumente designadas como decisões empurradas goela abaixo, e assegurar que a vontade das bases partidárias prevaleça sobre os interesses oligárquicos centralizadores.

A sustentação prática desse projeto político ancora-se no engajamento ativo de milhares de cidadãos e eleitores já mobilizados, além do respaldo majoritário obtido entre os quadros técnicos e políticos que compõem o colégio de delegados da sigla, estruturando uma sólida base de apoio popular e partidária para o enfrentamento que se avizinha.
O embate desenvolve-se sob condições de absoluta intransigência estratégica, visto que o senador descartou de maneira irrevogável a hipótese de concorrer à reeleição ao Senado ou de pleitear qualquer outro cargo subalterno, asseverando que a manutenção de sua pré-candidatura ao governo estadual será levada às últimas consequências legais e estatutárias.
Diante desse cenário de conflagração iminente, os desdobramentos imediatos desafiam a Casa Civil de Mato Grosso, cujo secretário-chefe, Mauro Carvalho, buscou tardiamente intensificar os diálogos institucionais para tentar salvar a aliança vitoriosa dos pleitos de 2018 e 2022, esbarrando, contudo, na inflexibilidade de um projeto que já transcendeu as possibilidades de recuo.
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