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ESCÂNDALO DO ARROZ

“Deram a cabeça de Neri Geller de presente para salvar o PT”

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O deputado federal Pedro Lupion (PP/PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), criticou a decisão do governo federal de demitir o secretário de Política Agrária, Neri Geller, depois do cancelamento do leilão para compra de arroz. Para Lupion, a demissão do secretário teria servido para poupar o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, que é do Partido dos Trabalhadores (PT). O leilão foi anulado por suspeita de irregularidades no seu processo.

“Deram a cabeça do secretário Neri Geller de presente para salvar o PT. Para que não houvesse nenhum desgaste do próprio Edegar Pretto. Essa que é a grande realidade que estão tapando o sol com a peneira“, afirmou Lupion durante a sessão da Comissão de Agricultura da Câmara.

Pedro Lupion avalia que Neri Geller foi “sacrificado” para que o Partido dos Trabalhadores (PT) escape da crise causada pelo “escândalo do arroz”.

Neri Geller foi exonerado logo após o cancelamento do leilão de importação de arroz. Conforme entrevista no jornal O Estado de S. Paulo, Pedro Lupion alega que a demissão de Neri Geller teria servido para poupar o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, que é do PT. O leilão foi anulado por suspeita de irregularidades no processo.

Para o parlamentar, o governo deve repetir os “mesmos erros” ao realizar um novo leilão para compra de arroz importado. O novo certame já foi anunciado pelo governo, mas ainda não tem data marcada para acontecer.

“Já estão falando em fazer um novo leilão. Mais uma vez, vai ter falcatrua por aí“, previu o deputado.

“Leilão só vai servir para desregular o mercado de arroz do País e desincentivar os produtores rurais. Os R$ 7 bilhões que querem utilizar para comprar esse arroz dá para financiar 5 milhões de hectares de plantio de arroz. É uma loucura“, reclamou.

Liminar suspende leilão

O certame foi judicializado após deputados de oposição ao governo Luiz Inácio Lula da Silva solicitarem a suspensão dos leilões programados pelo governo para a importação de arroz, devido ao risco de um “aumento significativo” no preço do grão em decorrência da tragédia climática no Rio Grande do Sul.

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Em 5 de junho, a Justiça Federal em Porto Alegre atendeu ao pedido e suspendeu a negociação, mas a União recorreu e a liminar foi suspensa pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

O primeiro leilão foi realizado em 6 de junho, com o governo conseguindo adquirir 263.730 toneladas das 300.000 toneladas planejadas. Contudo, a divulgação dos vencedores se transformou em um problema para o Planalto. Entre as empresas selecionadas estavam um mercado de bairro especializado em queijos, um fabricante de sorvetes e uma locadora de carros.

Adicionalmente, foi revelado que duas empresas fundadas em 2023 por Robson Luiz de Almeida França, ex-assessor de Neri Geller, ex-ministro da Agricultura de Dilma Rousseff e atual secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, intermediaram a venda de 44% do arroz importado no leilão, equivalente a R$ 580 milhões de reais.

Robson França, que atualmente lidera a Bolsa de Mercadorias de Mato Grosso e corretoras de grãos, foi assessor de Neri Geller na Câmara dos Deputados, onde trabalhou com Thiago José dos Santos, atual diretor de Operações e Abastecimento da Conab, responsável pelo leilão. Robson também é sócio de Marcelo Piccini Geller, filho de Neri Geller, em outra empresa.

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A revelação das conexões colocou sob escrutínio tanto Thiago dos Santos quanto Neri Geller. Em entrevista à VEJA, Geller negou qualquer irregularidade, afirmando não ter mais relação com Robson França desde 2020. O secretário confirmou as informações em uma reunião individual com o ministro Carlos Fávaro nesta segunda-feira, 10, e disse estar “tranquilo” quanto à repercussão do caso. Ele também declarou que não está “apegado ao cargo”.

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Política

Qual Mato Grosso que Pivetta propõe? Alguém falou no Ministério da Agricultura?

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, começamos e iniciarmos um novo dia, uma nova semana, e o ano está quase terminado, e lá vem o “Guri Refestelado da Guarita”, gritando que o governador reeleito Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, determinou que o secretário de Fazenda mato-grossense, Rogério Gallo, faça uma revisão e enxugamento da máquina administrativa para o novo mandato que começa no dia 5 de janeiro de 2027.

Calma pequeno gafanhoto! Muita calma nessa hora. É completamente normal que o início de qualquer Governo, seja marcado por instabilidades, revisões políticas e ruídos de comunicações.

Esse momento de transição é conhecido na política como o período de instalação ou de acomodação das novas forças governantes.

As narrativas nesse momento são várias, mas o que envolve na prática é: redução de cargos comissionados, reavaliação de contratos administrativos e contenção de gastos supérfluos; adequação dos gastos públicos ao teto de arrecadação para evitar endividamento e abrir margem para investimento em áreas prioritárias.

Segue o fluxo!

Mato Grosso que Pivetta propõe

Os compromissos para o próximo mandato de 2027 a 2030, estão em cinco pilares estratégicos: Saúde Próxima; Educação Libertadora; Apoio Social e Habitação; Segurança Firme; Tolerância Zero e Ordem Pública; Proteção a Mulher, Emprego e Logística Estruturante e o Estado Parceiro.

Estes planos foram entregues para Rogério Gallo, que recebeu a missão de realizar o levantamento sobre o funcionamento da máquina.

A partir desse diagnóstico, Otaviano Pivetta pretende definir quais ajustes serão necessários para tornar a administração estadual mais eficiente e adequar os gastos as prioridades da próxima gestão.

A revisão também considera os impactos da reforma tributária nacional sobre as contas do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

A substituição gradual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) exigirá adaptações no modelo de arrecadação e poderá alterar a política de incentivos fiscais utilizada pelo Estado para atrair empresas.

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A intenção da reorganização administrativa será manter a competitividade de Mato Grosso na atuação de empreendimentos, especialmente nos setores de agroindústria e processamentos de grãos e carnes, diante das mudanças no sistema tributário.

E Ananias Filho como está?

Parte dos deputados eleitos e reeleitos não o quer mais no comando da legenda na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon.

Dizem que o “protegido” de Wellton Fagundes, desagrega, não tem perfil de um líder político e age com perseguição no comando do Partido Liberal (PL). Entretanto, contudo, todavia, senhores revoltados, o comando do partido dificilmente sairá do controle de Ananias Filho.

Ele é uma indicação de Wellton Fagundes, ambos são antigos aliados. Tem mais: o presidente do Diretório Nacional Valdemar Costa Neto e Wellton Fagundes são correligionários a década.

Infidelidade? Tá se referindo a infidelidade de alguns líderes da sigla no pleito eleitoral de 2026? O Wellton e Ananias, levaram numa boa e, segue o fluxo! Isso é que pode chamar de resiliência.

Daqui a 14 dias

Os brasileiros retornam às urnas para a votação do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

É incrível o país mostrado no horário eleitoral pelo candidato da esquerda, será que existe? Onde está? Cadê?

É tamanha mentira que vira uma piada de mal gosto pra quem perde o tempo em assistir, já que vem goela abaixo em nossos lares.

Então, bora! Vou levar os frequentadores do Boteco da Alameda, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) já que nos bastidores a disputa da Mesa Diretora da Casa de Leis, da vigésima primeira Legislatura começa a agitar.

Segundo levantamento do núcleo duro do Boteco da Alameda, dois deputados que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de “oposição” na disputa pela Mesa Diretora.

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Oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio para os dois deputados: Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos).

Nota de rodapé:

O atual presidente da Casa de Leis, o comandante do Podemos em Mato Grosso, Max Russi, vai permanecer na presidência no Biênio 2027/2028. A disputa se concentra na primeira secretaria, hoje ocupada por Dr. João José (MDB) e cobiçada pelo Partido Liberal (PL) e Republicanos.

O Boteco vai falar

Alguém falou em Ministério? Se você está acompanhando alguma notícia recente, conte um pouco mais para os frequentadores do Boteco da Alameda.

Então senhores (as) navegantes do Blog do Valdemir pega aí: a possibilidade de Mato Grosso ocupar o comando do Ministério da Agricultura, reflete a importância do Estado para a economia nacional.

Líder na produção brasileira de soja, milho e algodão, além de possuir o maior rebanho bovino do país, o Estado de Mato Grosso exerce influência direta sobre as discussões relacionadas ao abastecimento, as exportações e as competitividade do Agronegócio.

Nesse cenário, a escolha de um novo representante do Estado de Mato Grosso para comandar a pasta teria significado político e econômico.

A eventual indicação, porém, também dependeria da capacidade de articulação nacional do escolhido e de sua relação com as diferentes cadeias produtivas, que incluem agricultura empresarial, pecuária e agricultura familiar.

Pega aí: apesar das movimentações de bastidores, a formação de um eventual Ministério permanece condicionado ao resultado do segundo turno.

Por enquanto, dois nomes permanecem no campo das possibilidades: Mauro Mendes (UB) e Odílio Balbinotti Filho.

Não há confirmação de convite, indicação formal ou compromisso de Flávio Bolsonaro com qualquer um deles para o Ministério da Agricultura.

Segue o fluxo!

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