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Política

Fabris e Valdirzinho articulam junto ao Governo do Estado investimentos para Leverger

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Demandas para investimentos na saúde e bairros do município foram entregues ao governador Pedro Taques

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) participou de uma audiência com o governador Pedro Taques (PSDB), para apresentar propostas de investimentos no município de Santo Antônio de Leverger., cidade localizada a pouco mais de 30 Km da Capital Cuiabá, e pertencente à Microrregião de Cuiabá e à Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e sua população estimada de 20 mil habitantes.

Ainda participaram da audiência o prefeito Valdir Ribeiro de Castro Filho, conhecido como Valdirzinho (PSD), o vereador Fábio Teixeira (PSB), o secretário de Cultura Pero Ribeiro, e o assessor especial Adilson Arruda.

No diálogo que durou pouco mais de uma hora, o deputado Gilmar Fabris solicitou a liberação de uma emenda de sua autoria no valor de R$ 300 mil destinadas a obras de ampliação, reforma e compra de equipamentos para favorecer o hospital municipal da cidade.

Ainda foi solicitado um termo de parceria da Prefeitura de Santo Antônio de Leverger com o Governo do Estado para investir R$ 1 milhão no hospital municipal.

A emenda já está empenhada e o projeto devidamente protocolado na Secretaria de Estado de Saúde (SES).

O parlamentar ainda requereu em favor do município de Santo Antônio de Leverger, 1 mil toneladas de lama asfáltica e 50 mil litros de óleo diesel para recuperação de estradas vicinais.

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No rol de pedidos ainda consta uma nova adutora de captação de água ligando a sede a COHAB Marechal Rondon e autorização para liberação de cessão de uso de máquinas e equipamentos com finalidade de desenvolver atividades de interesse do poder público municipal como ônibus escolar, escavadeira hidráulica, caminhão basculante, moto niveladora e caminhão de lixo.

Enquanto deputado tenho trabalho em conjunto com os municípios para ser um interlocutor das demandas junto ao Executivo. O prefeito Valdirzinho nos apresentou esses projetos e o governador Pedro Taques, diante do compromisso social com Mato Grosso, prontamente nos atendeu e fico muito grato pela atenção e oportunidade“, declarou o deputado Gilmar Fabris.

O prefeito de Santo Antônio de Leverger, “Valdirzinho“, agradeceu o apoio do deputado Gilmar Fabris e ressaltou a boa parceria que tem mantido com o Governo do Estado.

Agradeço o deputado Gilmar Fabris pelo apoio e sensibilidade em atender as demandas do município de Santo Antônio de Leverger“, disse.

Valdirzinho” ainda elogiou o que classificou de “espirito republicano” do governador Pedro Taques de priorizar em seu mandato investimentos no município ainda que Mato Grosso tenha lidado com crise financeira em decorrência da recessão da economia nacional que tomou conta do país nos últimos anos.

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O governador Pedro Taques é um aliado de primeira hora do município. Tem investido na duplicação da rodovia que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger e também na rodovia que liga Santo Antônio de Leverger a Rondonópolis. Houve ainda a entrega do memorial Marechal Rondon em nosso município. Leverger tem muito a agradecer e não tenho dúvida do comprometimento do governador em nos auxiliar nestas demandas“, destacou.

Após receber os pedidos do município através do prefeito Valdir Castro Filho, o governador Pedro Taques ressaltou que está aberto ao diálogo com os municípios e não medirá esforços para priorizar investimentos em parceria com as Prefeituras de Mato Grosso.

Já entramos em contato com a Casa Civil para priorizar estes projetos que são estratégicos e essenciais ao município de Santo Antônio de Leverger. O gabinete está aberto às demandas municipais e ao diálogo com a Assembleia Legislativa. Agradeço ao deputado Gilmar Fabris pelas demandas trazidas ao Executivo“, enfatizou o governador.

Hoje o município de Santo Antonio de Leverger, é de maioria católica, porém com crescimento vertiginoso dos evangélicos, vive do turismo da pesca e agricultura de subsistência, sendo uma cidade hospedeira, pois muitos moradores moram na cidade e trabalham na capital Cuiabá.

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Política

Vício formal em assinaturas barra abertura de CPI contra União Transportes na Câmara de Várzea Grande

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O Poder Legislativo de Várzea Grande barrou temporariamente o início de uma devassa contábil e operacional no sistema de mobilidade urbana municipal ao indeferir o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa buscava instituir um comitê especial de fiscalização focado nas supostas irregularidades que permeiam a prestação de serviços essenciais à comunidade local. Com a decisão administrativa, a tramitação do inquérito político foi paralisada até o integral saneamento das exigências regimentais regulamentares.

A autoria do requerimento cabia originariamente ao vereador Caio Cordeiro, representante do partido Novo, que liderou a articulação junto aos seus pares para angariar o apoio político indispensável à sustentação do pleito. O parlamentar obteve a expressa anuência de outros nove integrantes do Parlamento local, unindo assinaturas de Adilsinho, Bruno Rios, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.

A apresentação do mencionado requerimento ocorreu no transcorrer da última semana jurídica, introduzindo uma intensa celeuma nos debates internos da Casa de Leis e alterando o ritmo habitual das deliberações parlamentares. A data do protocolo marcou o início da contagem dos prazos regimentais de avaliação, os quais impõem um rigoroso filtro prévio de admissibilidade a cargo da assessoria jurídica da Mesa Diretora.

Os atos formais de questionamento e o subsequente indeferimento transcorreram integralmente no âmbito da Câmara Municipal de Várzea Grande, instituição incumbida constitucionalmente de fiscalizar os contratos públicos firmados pelo Poder Executivo.

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O ambiente institucional do Parlamento Metropolitano tornou-se, por conseguinte, o palco de disputas técnicas acerca do cumprimento estrito das formalidades que validam os instrumentos de controle externo.

O bloqueio provisório da Comissão Parlamentar operou-se por intermédio de uma decisão eminentemente burocrática, motivada pela constatação de que o proponente utilizara cópias reprográficas em vez das vias físicas originais do documento de apoio. A Mesa Diretora fundamentou a rejeição na premissa de que a fragilidade material do suporte impresso desatendia aos parâmetros exigidos para a instauração de um procedimento de tamanha envergadura jurídica.

O escopo substancial da investigação proposta residia na apuração de supostas desconformidades graves na execução do contrato administrativo de concessão que rege o transporte coletivo municipal. Os parlamentares subscritores apontavam para falhas reiteradas no atendimento aos usuários, indícios de descumprimento de metas contratuais e deficiências na manutenção da frota rodoviária que atende diariamente à população várzea-grandense.

Os antecedentes contratuais que motivaram o requerimento remontam às vistorias e balanços realizados ao longo do período compreendido entre os anos anteriores. Diferentemente da Câmara Municipal de Cuiabá, que ostenta múltiplos blocos investigativos em pleno andamento, a Casa de Leis de Várzea Grande encerrou o último ciclo administrativo sem qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito ativa em sua estrutura interna.

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A principal justificativa para a intervenção impeditiva imediata baseou-se no risco iminente de vulnerabilidade jurídica, visto que a aceitação de cópias simples fragilizaria a higidez de toda a instrução processual subsequente. Um vício formal dessa magnitude abriria precedentes perigosos, permitindo que a empresa concessionária acionasse o Poder Judiciário para anular preventivamente os trabalhos da comissão, sob a alegação de cerceamento de defesa ou de ilegalidade na origem.

Em esclarecimento oficial emitido por sua assessoria de comunicação, a Câmara Municipal de Várzea Grande reiterou que a condução dos trabalhos legislativos deve pautar-se pela segurança jurídica absoluta. A nota institucional realçou que, segundo orientação técnica emitida pelos procuradores da Casa, a apresentação das assinaturas originais é condição indispensável para resguardar a soberania e a legitimidade inabalável das decisões tomadas pelo plenário.

O prosseguimento regular da fiscalização depende agora, exclusivamente, do cumprimento da exigência formal de reapresentação do requerimento contendo as assinaturas autógrafas e originais de todos os dez parlamentares envolvidos.

A Mesa Diretora assegurou que, uma vez sanada a falha técnica e restituída a autenticidade documental exigida pelo rito regimental, o expediente retomará seu curso natural de tramitação para deliberação final.

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