ADVERSÁRIO PARA 2024/2026
Estratégias dos partidos para o pleito eleitoral: hoje é dia de olhar dentro
O desafio de manter o “calor” ao redor de nomes que disputam espaços para o pleito eleitoral de 2024 deve ser superado brevemente. Enquanto não ocorre o xeque mate os “possíveis candidatos” continuam com suas estratégias para dar destaques aos seus nomes.
Domingão, hoje é dia de olhar dentro, as vezes fora dá muitas pistas. Hoje é dia disso, arruma um tempinho aí vai!!!
Há algumas convicções firmadas entre articuladores, e não só no União Brasil (UB) de Mato Grosso. A primeira é que o adversário a ser batido em 2024, por mais que hoje ainda tergiverse, é o prefeito cuiabano o emedebista Nenel Pinheiro.
A segunda é que o único capaz de fazer o enfrentamento digno e competitivo (traduzindo: com chance de vitória) será o candidato apoiado pelo Palácio Paiaguas, ou melhor, pelo Governador de Mato Grosso, o unista Mauro Mendes Ferreira.

A partir daí, conversando com lideranças próximas do governador Mauro Mendes ou nem tanto, mas com acento nas discussões sobre o pleito do próximo ano, sobram dúvidas.
Dessa rodada de conversas em “OFF”, para muitos “JORNALISTAS”, não existe essa palavra, “OFF”, a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, chega com informações e as dúvidas: A vereadora Michelle Alencar caminhando para o PSB; a deputada estadual, Janaína Greyce Riva (MDB), ou melhor a nossa “Mulher Maravilha”, outros caminhos; Wellton Antônio Fagundes, Senador pelo Partido Liberal (PL), descarta candidatura da sigla para Prefeitura de Cuiabá: o União Brasil, de Mato Grosso segue jogando. Entendendo o motivo que, hoje é o dia de olhar dentro? Então segue o fluxo!
Aparentemente, isso não será obstáculo, os “mauristas” se dão conta que é isso sim parece importantes a eles é a informação, sem uma grande frente de centro-direita muito difícil será derrotar o grupo do emedebista Nenel Pinheiro, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro (PSD), o pepessista por enquanto desempregado e sem cargos político, Neri Geller e Cia. LTDA…
Seja por falta de nomes fortes para o Palácio Alencastro ou mesmo a ausência de apetite de partir para uma disputa polarizada, talvez não seja tão complicado assim formar esse conglomerado. E alguns sinais já foram dados.
A equipe de reportagem do Blog do Valdemir apurou, por exemplo, que outro dia, na Capital de todos os mato-grossenses, papearam o grande líder do Partido Liberal (PL) na comuna com a principal liderança do União Brasil (UB) local. Afora possíveis arranjos sobre eventual participação no Governo hoje,e a eleição de 2024 esteve no papo.
Outro sinal, também informado ao núcleo duro do Boteco da Alameda foi a procura do Governador do Estado, Mauro Mendes por militantes importantes do PSB bastante receptivos a um acordo.
Por fim, os atuais partidos já ligados e com atuação (leia-se ocupação de cargos de confiança) no governo estadual. É tido como que alguns unistas terão de ser “reconvencidos”, inclusive para adiar as justas ambições de partir em caminho próprio.
Situação diferentes seriam o MDB e o PSB. Afinal, o primeiro é ainda a agremiação da “Mulher Maravilha”, e o segundo tem ao menos um posto no primeiro escalão, sem falar na verdadeira amizade do 1º secretario da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o deputado estadual e líder do PSB em Mato Grosso, Max Joel Russi e Mauro Mendes. Serão adesões (mais ou menos) automáticas.
Esse é o relato colhido para este domingão de decisão no futebol do Brasil afora. Se vai se concretizar ou não, demora pouco para saber. Ah…, e o raciocínio é feito independentemente de haver o segundo turno. Logo…
Resumindo: os partidos políticos em Mato Grosso se articulam para viabilizar seus projetos eleitorais que estejam de acordo com os objetivos do governo estadual ou federal, uma vez que fazem parte da base de apoio ao governador Mauro Mendes ou do presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT).

Contam também com a liderança do Senador pelo União Brasil (UB), Jayme Veríssimo de Campos, do ex-governador Blairo Borges Maggi do PP, e do ministro Carlos Favaro (PSD).
E sem preconceito ideológico. Da direita à esquerda, o fato é que é bom ter ao seu lado Jayme e Blairo, pelo seu tamanho, eleitoralmente falando.
Vocês estão se questionando: que tipo de influência poderá exercer objetivamente no pleito do próximo ano? O comportamento adotado por ambos nos permite afirmar com certeza o que quer que seja. Então….
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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