VOCÊ TEM VOTO$$$?
Quais siglas partidárias tem mais votos em Mato Grosso?
Em Mato Grosso, lideranças políticas já elegeram deputado estaduais e federais, mas falta combinar com o eleitor e também descobrir a sequência correta e completa, senão vejamos e convenhamos.
O Partido Liberal (PL), comandada pelo Senador do Estado de Mato Grosso Wellington Antônio Fagundes, está focado na composição de chapa para eleger um estadual e um federal.
Os Democratas (DEM), falam em eleger cinco estaduais, três federais, e um governador do Estado, com o nome de Mauro Mendes Ferreira.
Já os Partido dos Trabalhadores (PT), dizem que o deputado estadual da sigla, Ludio Frank Mendes Cabral, será candidato a cadeira 01 do Palácio Paiaguas. Isso é um sonho, Ludio Cabral não vai deixar uma reeleição certa para uma disputa que sabe não tem como ganhar, embora dizem que poderá eleger 4 deputados estaduais e um federal.

O Partido da Social Democrata (PSD), comandada pelo Senador Carlos Henrique Baqueta Favaro, a expectativa é eleger um deputado federal e quatro estaduais.
E os emedebistas? Este sim! A sigla do cacique Carlos Gomes Bezerra e da “Mulher Maravilha”, Janaína Greyce Riva, pretendem eleger 4 a 6 estaduais e 3 federais.
Se cada partido elegerem os números que jogam ao vento acontecer, vai faltar cadeiras no Palácio Dante de Oliveira, já que o plenário tem 24 cadeiras, conforme determina a Legislação Eleitoral.
A sequência correta e completa
O quociente eleitoral que no final que vai definir quem, de fato será deputado federal e estadual nas chamadas eleições proporcionais, tem diminuído ao longo das eleições gerais, mesmo com o crescimento no número do eleitorado (2,2 milhões).
Em 2010, o quociente eleitoral foi de 64,4 mil para estadual e 188 mil para federal, em 2014 de 63,2 mil para estadual e 182,1 para federal, em 2018 foi 63,1 mil votos para conquistar uma vaga direta na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).
Pelos números, percebe-se que os políticos precisam ficar antenados que os eleitores não estão mais motivados para a participação no processo político. Os senhores liguem as luzes: a abstenção está ligada ao desalinhamento partidário. Ou seja, a classe política precisa repensar o jeito do fazer o processo eleitoral, ou se afundar tentando.

Enquanto as lideranças políticas continuam o joguinho de números, o Blog do Valdemir alerta que: a Lei Eleitoral N° 14.211, de 1 de outubro de 2021, alterou o Código Eleitoral e estabeleceu novos critérios de proporcionais. Na prática a Lei 14.211/2021, reduziu a quantidade candidatos (as) nas chapas proporcionais, diminuindo o número de vagas para as já citadas na matéria.
Ou seja, uma chapa de candidatos para estadual será composto com 25 pessoas, sendo 18 homens e 7 mulheres.
Na prática as mudanças diminuíram as possibilidades de se eleger nomes novos nas chamadas “chapinhas”, que eram formados por candidatos de poucos votos, porém, perfeitos para eleger um único candidato com baixa performance individual de votos.
Então se liga numa chapa de 25 candidatos, exige um desempenho eleitoral em média de 2.525 votos por candidato por chapa, e, para consolidar a conquista da vaga, é necessário ainda que algum deles tenha no mínimo 6.313 votos individualmente (10% do quociente).
Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), muitos parlamentares foram eleitos com 11 mil votos, enquanto que, outros tiveram 18,5 mil e não conseguiram uma das cadeiras no Legislativo mato-grossense. Ou melhor, 63% das cadeiras estão sendo ocupados por sobras eleitorais.

É por isso e outros motivo que a equipe de reportagem do Blog do Valdemir avisa: quem tem votos e potencial estará bem valorizado nessas “negociatas” da montagem de chapas para Eleições de 2022. Maior potencial eleitoral, menor risco de os partidos não cumprirem suas metas ($).
Por isso que os dirigentes e políticos de votos estão removendo terras e céu para convencer e encontrar candidatos para chapas e, ficam dizendo “vamos eleger quatro”.
PS: o número quatro pode representar estabilidade e rotina. Por outro lado, o número quatro é porque a pessoa esteja levando uma vida com cautela, planejando demais e esperando o “momento certo” para a realização dos seus sonhos. Sair de sua zona de conforto e se expor a novas experiências. Entendeu Mendes? Tá bom, então!
Resposta para o dia 2 de outubro 2022: quais siglas terão mais votos em Mato Grosso?
Nas últimas foram: DEM, MDB, PSB, PSDB, PT e Solidariedade.
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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