ORAR E REZAR SERÁ O MELHOR CAMINHO
Boteco da Alameda quer saber: qual vai ser o destino de Nenel Pinheiro?
Sextouuu! Enquanto gestores municipais de várias cidades da Terra de Rondon, iniciaram os seus trabalhos com foco na rede de Saúde Pública, o Prefeito de Cuiabá, a nossa maravilhosa Cidade Verde, Abílio Brunini (PL), se reunia com toda equipe de gestão.
Enquanto vários prefeitos do interior do Estado, conversava com profissionais de Saúde, ouvindo relatos sobre os principais desafios enfrentados no atendimento para a população, Abilinho visitava o Mercado do Porto e o Aquário Municipal.
E assim foi o primeiro dia de trabalho de Abilinho: reuniões e visitações, menos na área de Saúde.
Abilinho e a situação das UPAs do Leblon e do Verdão? Já estamos no seu segundo dia de sua gestão e no dia 29 de dezembro o senhor disse que: “dia 1° de janeiro, que vou poder tomar decisões para melhorar a Saúde de Cuiabá“.
Segue o fluxo!
Tá ousado Abilinho
O prefeito cuiabano Abílio Brunini (PL), começou a sua gestão anunciando um ousado plano de redução de despesa.
No primeiro dia útil no cargo municipal, quinta feira (2), ele em entrevista a Rádio Centro América FM disse que:
“A gente tem que cortar R$ 100 milhões em despesas nos primeiros 100 dias, em contratos supérfluos, em ações que não são necessários agora. Se a gente não cortar vamos ter muitas dificuldades em fechar no final do ano. Precisamos cortar e criar uma meta de todo esse ano fazer contenção de despesas. Ou a gente faz isso, ou vai pagar um preço caro“, pontuou Abilinho.
Pois muito bem, o Boteco da Alameda informaaa: o prefeito Abílio Brunini vai reduzir mais de mil cargos comissionados, ou seja, será reduzido as indicações políticas feitas por partidos, vereadores e lideranças políticas.
A medida faz parte de contenção de gastos nos próximos 100 dias, com objetivo de reorganizar as finanças da cidade sem prejudicar políticas públicas. É uma meta viável para ajustar as contas e manter a máquina pública operante.
PS: para atingir a meta R$ 100 milhões em 100 dias, Abilinho precisará cortar mais R$ 85 milhões em contratos.
Pega a visão!
Abilinho precisa ser habilidoso nas negociações para aprovar suas agendas de governo;
Pelas movimentações na Câmara de Cuiabá é possível afirmar que: para realizar seu programa terá dificuldades.
O prefeito precisa urgentemente estabelecer as negociações para a formação de sua base no Legislativo cuiabano.
Qual vai ser o destino de Nenel Pinheiro?
A partir de hoje (3 de janeiro de 2025), restará ao ex-prefeito de Cuiabá acumular capital político para retornar ao cargo que mais ocupou nas últimas décadas. Nenel Pinheiro foi duas vezes vereador de Cuiabá, quatro vezes deputado estadual e duas vezes Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses.
Sua vasta experiência adquirida ao longo de décadas na política o coloca como um dos principais nomes para as eleições de 2026.
A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) é um ambiente que o emedebista Nenel Pinheiro conhece bem, tem livre trânsito.
A análise do núcleo duro do Boteco da Alameda é que o menino da Rua Joaquim Murtinho dispõe de arsenal inabalável de eleitores para conduzi-lo novamente ao Legislativo Estadual. Nenel tem bala na agulha.
Se, por um lado, pode chegar na eleição de 2026 com muito recall do que tinha nas eleições anteriores por vaga na Casa de Leis, o desgaste do tempo em que foi prefeito pode ser um peso contra, gerando uma rejeição que anteriormente tinha, os caminhos traçados nos últimos anos já não foram exatamente como o esperado.
Em 2026, quando houver eleições novamente, Nenel Pinheiro estará sem cargo eletivo, o que diminuí certamente seu recall e representatividade.
O que fazer para se manter relevante nesse cenário? Talvez nem mesmo Nenel sabe o que responder nesse momento.
Finalizando: o destino de Nenel, depende de votação das suas contas na Câmara Municipal de Cuiabá.
Apesar das especulações 2026, Nenel Pinheiro corre o risco de ficar inelegível caso não tenha suas contas de 2024 aprovadas no Palácio Pascoal Moreira Cabral. Caso isso ocorra, ele ficará inteligível por 8 anos.
Segue o fluxo!
Política
Engrenagens “Proporcionais” e “Majoritárias” definem a ocupação de 1.626 cadeiras Legislativas em 2026
O sistema eleitoral brasileiro se prepara para movimentar a estrutura política do país no pleito de 2026, quando os eleitores escolherão os ocupantes de 1.626 vagas legislativas nas esferas federal, estadual e distrital. A renovação engloba representações na Câmara dos Deputados, no Senado Federal, nas Assembleias Legislativas dos Estados e na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Esse processo complexo reorganiza as forças partidárias e redefine as bancadas que atuarão na formulação de leis e na fiscalização do Poder Executivo ao longo dos próximos anos.
A disputa abrange a totalidade das vagas para a Câmara dos Deputados e para as casas legislativas regionais, além da renovação de dois terços do Senado Federal. No plano federal, 513 parlamentares buscarão um mandato de quatro anos, enquanto nas instâncias estaduais e distrital estarão em jogo 1.035 vagas para deputados estaduais e 24 para deputados distritais, perfazendo 1.059 cadeiras regionais. Concomitantemente, a eleição senatorial definirá 54 novos representantes, garantindo a renovação de duas das três vagas pertencentes a cada unidade da Federação.
O processo de votação e apuração ocorrerá em todo o território nacional durante o pleito geral agendado para o ano de 2026. Todos os estados brasileiros e o Distrito Federal participarão simultaneamente da escolha de seus representantes federais e locais. Os eleitores comparecerão às urnas para depositar seus votos em uma única jornada eleitoral, definindo as lideranças que assumirão seus respectivos cargos no início da legislatura subsequente.

A motivação central dessa mobilização institucional cumpre a determinação constitucional de alternância periódica do “PODER” e de renovação representativa. A eleição legislativa permite que a sociedade atualize a composição das Casas de Leis de acordo com as correntes de pensamento e os anseios políticos contemporâneos. A distribuição de mandatos reflete diretamente as mudanças na preferência do eleitorado, moldando as maiorias e minorias parlamentares necessárias para a governabilidade.
O preenchimento dessas vagas não obedece a um critério único de votação, visto que a legislação eleitoral brasileira adota simultaneamente dois modelos distintos: o proporcional e o majoritário.
Enquanto os senadores são eleitos por votação majoritária simples na qual vencem os candidatos mais votados em cada estado, os deputados federais, estaduais e distritais dependem do sistema proporcional. Essa dualidade exige estratégias partidárias bem estruturadas para a captação de votos em diferentes frentes.
No sistema proporcional aplicável aos deputados, não é possível prever uma quantidade exata de votos necessários para assegurar uma cadeira antes da apuração final. O cálculo depende primordialmente do quociente eleitoral, obtido pela divisão do total de votos válidos pelo número de vagas disponíveis na circunscrição. Em seguida, estabelece-se o quociente partidário, que distribui as vagas entre os partidos e as federações com base no somatório das votações nominais de seus candidatos e dos votos de legenda.

Pouca renovação em MT
Os impactos das regras eleitorais refletem-se intensamente nas articulações locais, como se observa nas projeções para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). O presidente da Casa de Leis mato-grossense e dirigente regional do Podemos, deputado estadual pelo Podemos, Max Russi, projeta uma taxa de renovação parlamentar entre 5 e 10 cadeiras na próxima Legislatura. A estimativa cautelosa busca equilibrar as expectativas dos atuais mandatários que tentarão a reeleição e dos novos postulantes ao cargo.
O dinamismo das campanhas antecipadas demonstra que as lideranças políticas já atuam nos bastidores para consolidar bases de apoio com vistas ao pleito. Nos bastidores políticos estaduais, observadores apontam que as articulações conduzidas por dirigentes como Max Russi visam não apenas à manutenção da vaga na Assembleia Legislativa Mato-grossense, mas também à construção de governabilidade futura e à permanência no comando do Poder Legislativo regional após a consolidação das urnas.
A indefinição sobre o número exato de votos necessários para a eleição proporcional impõe às legendas a necessidade de formar chapas competitivas e coesas. Como a soma dos votos de todos os candidatos do partido determina o número total de cadeiras obtidas pela agremiação, o desempenho individual de cada concorrente contribui diretamente para o sucesso coletivo da legenda ou da Federação Partidária, impedindo garantias prévias de vitória.
Diante desse cenário complexo, as eleições de 2026 reafirmam o papel central das regras matemáticas e regimentais na consolidação da democracia brasileira. A combinação entre a escolha direta de senadores e o cálculo proporcional para deputados garante uma representação heterogênea nas Casas Legislativas, refletindo as dinâmicas locais e nacionais que conduzirão os rumos políticos, econômicos e sociais do país pelos anos seguintes.
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